<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747</id><updated>2011-06-08T03:29:26.837-03:00</updated><title type='text'>Sala de Projeção</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>72</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8398627504342122628</id><published>2007-09-14T10:24:00.000-03:00</published><updated>2007-09-14T10:31:44.171-03:00</updated><title type='text'>As grandes esperanças do pequeno italiano</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;Cris Sinatura&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqLrFQz0hI/AAAAAAAAAPc/h54CT-E8748/s1600-h/FIGURA_3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110050299468567058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqLrFQz0hI/AAAAAAAAAPc/h54CT-E8748/s320/FIGURA_3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em meio à neve e ao céu cinzento da Rússia, um casal italiano visita um orfanato a fim de adotar uma criança. Vanya (Kolya Spiridonov) tira sorte grande e é imediatamente contemplado pela afeição de seus futuros pais, causando alvoroço e mesmo inveja entre os outros órfãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, durante os dias que levam os trâmites da adoção, uma mãe desesperada aparece no orfanato à procura do filho que ela abandonara anos antes e que agora havia sido adotado por outra família. Acuado pela idéia de que o mesmo desencontro lhe aconteça caso sua mãe biológica um dia decida procurá-lo, Vanya decide abrir mão do conforto da vida na Itália e sai em busca de sua mãe verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito da ingenuidade dos seus seis anos, Vanya empreende-se na aventura e planeja sua fuga do orfanato. Aprende a ler com a ajuda da adolescente Irka (Olga Shuvalova) e, a partir daí, descobre informações sobre seu próprio passado nos arquivos confidenciais da diretoria. Assim, com dinheiro roubado por Irka, toma sozinho um trem e se mete em diversas ciladas, descobrindo que o mundo pode ser ruim - como quando apanha de pivetes - e bom ao mesmo tempo - ao receber ajuda de transeuntes para encontrar o endereço que procura.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqLzVQz0iI/AAAAAAAAAPk/-PYp6kULVnk/s1600-h/FIGURA_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110050441202487842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqLzVQz0iI/AAAAAAAAAPk/-PYp6kULVnk/s320/FIGURA_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"O pequeno italiano" é a versão russa da história-clichê sobre as aventuras da criança órfã em busca de seus pais, já enfadonhamente abordada em filmes, livros e novelas. Entretanto, o diretor Andrei Kravchuk, novato em longas-metragens, consegue explorar o drama sob uma ótica diferente, desenhando o retrato da Rússia atual. Kravchuk deixa claro que sua intenção é necessariamente apontar as desgraças de seu país, baseando-se em fatos reais tirados de uma notícia de jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme, apesar do enredo sem grande criatividade, consegue surpreender em sua cena final, que, em detrimento da previsibilidade, apresenta-se de maneira um tanto misteriosa. As rédeas são entregues à imaginação do espectador. Além disso, o longa traz uma carga de emoção e sentimentalismo que torna quase que plenamente perdoáveis esses deslizes quanto à originalidade. Não vai ser difícil ver pessoas saindo da sessão com os olhos vermelhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaca-se também a atuação cativante e carismática de Kolya Spiridonov, que encarna as dores do órfão de seis anos de maneira extremamente convincente e destoante da postura que crianças de filmes hollywoodianos costumam adotar em suas atuações. O resto do elenco também constitui-se positivamente de atores não-profissionais, o que, junto com a utilização de cenários reais em alguma parte não especificada da Rússia, confere naturalidade à trama e seu drama. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por isso "O pequeno italiano" tenha angariado diversos prêmios, entre eles o de Melhor Filme no Festival de Berlim de 2005, além de representar a Rússia na tentativa de conseguir uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O pequeno italiano" é de uma beleza indiscutível. Não necessariamente pelo roteiro, mas sim por mostrar nas entrelinhas do drama do pequeno Vanya que a esperança deve permanecer constantemente viva e que a acomodação às situações inconvenientes deve ser sempre refutada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqMRlQz0lI/AAAAAAAAAPw/KyqIe-AdAr8/s1600-h/cartaz.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110050960893530706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 113px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px" height="155" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqMRlQz0lI/AAAAAAAAAPw/KyqIe-AdAr8/s320/cartaz.jpg" width="133" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Pequeno Italiano&lt;/strong&gt; (Italianetz)&lt;br /&gt;Rússia, 2005&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Andrei Kravchuk &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Kolya Spiridonov, Denis Moiseenko, Sasha Sirotkin, Olga Shuvalova&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 99 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8398627504342122628?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8398627504342122628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8398627504342122628' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8398627504342122628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8398627504342122628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/09/as-grandes-esperanas-do-pequeno.html' title='As grandes esperanças do pequeno italiano'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuqLrFQz0hI/AAAAAAAAAPc/h54CT-E8748/s72-c/FIGURA_3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8050633483312068828</id><published>2007-09-06T18:10:00.000-03:00</published><updated>2007-09-06T18:14:56.131-03:00</updated><title type='text'>Só aparências</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Bruno Benevides&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtCIIuN8I/AAAAAAAAAPE/Js6nZijEOLU/s1600-h/chuckandlarry_21.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107201860749375426" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtCIIuN8I/AAAAAAAAAPE/Js6nZijEOLU/s320/chuckandlarry_21.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Quando escrevi sobre “O Ex-namorado da Minha Mulher”, há alguns meses, disse que comédias românticas costumam seguir uma fórmula. Isso faz com que elas geralmente resultem em filmes repetitivos e pouco interessantes, como era o caso daquela obra. Assim foi com algum descrédito que assisti a “Eu os declaro marido e... Larry!”, e no fim acabei me surpreendendo com o bom resultado da projeção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história gira em torno da dupla de bombeiros e amigos Chuck Levine (Adam Sandler) e Larry Valentine (Kevin James). O primeiro faz o tipo mulherengo, pulando de mulher em mulher, enquanto o segundo é um pai preocupado com seus dois filhos e que ainda não se recuperou da morte da mulher. Em decorrência de problemas burocráticos, Larry descobre que os filhos não são beneficiários em seu seguro de vida. Para resolver o problema ele propõe a Chuck, a quem acabara de salvar a vida, que os dois façam um casamento de fachada. Assim este herdaria o seguro e poderia tomar conta dos filhos caso algo acontecesse ao amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas começam quando a seguradora passa a desconfiar do casal e coloca atrás da dupla o investigador Clinton Fitzer (Steve Buscemi). Assim os amigos recorrem a advogada Alex McDonough (Jessica Biel), que acaba conquistando o coração de Chuck, que entretanto é obrigado a fingir que é gay. Para piorar o casal acaba ganhando notoriedade e o caso vira um símbolo na luta pelo direito dos homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história, assim, não chega a mudar o mundo, mas serve como ponto de partida para as ótimas piadas dos protagonistas. Adam Sandler mantém seu estilo desencanado, fazendo com que seu Chuck seja ao mesmo tempo irreverente e confiável. Já Kevin James dá mais um passo para se tornar um grande nome da comédia com seu Larry, que hora serve como escada hora faz suas próprias tiradas. É na relação dos dois, garantida com uma ótima química, que o filme anda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtP4IuN-I/AAAAAAAAAPU/b1uG9v5yN1U/s1600-h/chuckandlarry_07.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107202096972576738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtP4IuN-I/AAAAAAAAAPU/b1uG9v5yN1U/s320/chuckandlarry_07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O elenco de apoio ainda conta com ótimos nomes da comédia, como o já mencionado Steve Buscemi, o veterano Dan Aykroyd, ótimo como sempre no papel do chefe dos bombeiros, e até uma hilária ponta de Rob Schneider. Mas o destaque maior fica por conta do grandalhão Ving Rhames, que faz o furioso bombeiro Fred Duncan. Acostumados a papéis mais sérios, o ator rouba a cena principalmente na metade final do filme. Já Jéssica Biel justifica sua escalação na cena em que aparece de calcinha e sutiã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liderando toda a turma está o diretor Dennis Dugan, que já havia trabalhado com Sandler por três vezes (inclusive no melhor filme deste, “Embriagado de Amor”), assim como boa parte da equipe técnica. O resultado de tudo isso é que “Eu os declaro marido e... Larry!” é uma comedia romântica em que o romance não é o mais importante. Ele funciona como desenvolvimento da comédia, essa sim o essencial do filme. Em outras palavras, um filme para rir.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtH4IuN9I/AAAAAAAAAPM/ut_Ri7p0lpQ/s1600-h/chuckandlarry_03.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107201959533623250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtH4IuN9I/AAAAAAAAAPM/ut_Ri7p0lpQ/s320/chuckandlarry_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Eu os declaro marido e... Larry!&lt;/strong&gt; (I Now Pronounce You Chuck &amp; Larry)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Dennis Dugan &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Adam Sandler, Kevin James, Jessica Biel, Ving Rhames, Dan Aykroyd e Steve Buscemi &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 115 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8050633483312068828?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8050633483312068828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8050633483312068828' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8050633483312068828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8050633483312068828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/09/s-aparncias.html' title='Só aparências'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBtCIIuN8I/AAAAAAAAAPE/Js6nZijEOLU/s72-c/chuckandlarry_21.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-5829343424091075912</id><published>2007-09-06T17:57:00.000-03:00</published><updated>2007-09-06T18:08:18.299-03:00</updated><title type='text'>Debut pretencioso</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rafael Benaque&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBqwYIuN5I/AAAAAAAAAOs/CdWL2tquymU/s1600-h/marock1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107199356783441810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBqwYIuN5I/AAAAAAAAAOs/CdWL2tquymU/s320/marock1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Alguns filmes (pouquíssimos, na verdade) são tão bons que fica fácil escrever sobre eles, já que possuem tantos pontos a serem destacados. Outros (esses, por sua vez, muitos) são tão ruins que merecem ser espinafrados, o que facilita a nossa vida. Mas o primeiro longa da diretora Laïla Marrakchi, “Marock”, não se encaixa em nenhuma dessas categorias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O filme, que tem a pretensão de ser um retrato da juventude marroquina, mostra o final do ano de formatura de Rita (a bela Morjana Alaoui), uma jovem muçulmana, e seus amigos. Porém, a diretora e roteirista erra a mão nesse “retrato” em diversos pontos. Primeiro, ela se utiliza de um grupo da elite marroquina, o que, por ser uma minoria, já fura a pretensão de Laïla. Outro problema é que os temas são muito batidos: álcool, drogas, relacionamentos proibidos entre Rita e um rapaz judeu. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Por conta disso tudo e pelo fato de ser narrado da forma mais tradicional e previsível possível, o filme se torna superficial e chato. Todos os estereótipos dos jovens estão presentes nele, do drogado problemático à menina estudiosa que não tem dinheiro para ir estudar na França (veja o quão elitista é o grupo selecionado: é uma minoria que não tem uma situação financeira &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBrEoIuN7I/AAAAAAAAAO8/MP2Rq49p1x4/s1600-h/marock3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107199704675792818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBrEoIuN7I/AAAAAAAAAO8/MP2Rq49p1x4/s320/marock3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;privilegiada), passando pela garota que deixa de estudar para casar. Outro problema do filme é a deficiência técnica do elenco. Não bastando as personagens serem estereotipadas, as interpretações são as mais óbvias possíveis. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;"Marock" é um filme que não comunica nada, não acrescenta nada e não tem nada de especial. Nada que o torne diferente de outros dramas adolescentes que já estamos cansados de assistir. E, por isso tudo, não tenho mais nada a dizer sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBq94IuN6I/AAAAAAAAAO0/z7-MQ4HpsVU/s1600-h/01marock.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5107199588711675810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBq94IuN6I/AAAAAAAAAO0/z7-MQ4HpsVU/s320/01marock.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Marock &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Marrocos/França, 2005&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Laïla Marrakchi &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Morjana  Alaoui, Matthieu Boujenah, Assaad Bouab.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 100 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-5829343424091075912?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/5829343424091075912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=5829343424091075912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5829343424091075912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5829343424091075912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/09/debut-pretencioso.html' title='Debut pretencioso'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RuBqwYIuN5I/AAAAAAAAAOs/CdWL2tquymU/s72-c/marock1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-7158302089397429279</id><published>2007-08-31T11:02:00.000-03:00</published><updated>2007-08-31T11:11:39.608-03:00</updated><title type='text'>Sorria, você está sendo observado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Tatiane Ribeiro&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggVIIuN3I/AAAAAAAAAOc/cpXEsojuEGE/s1600-h/paranoia08.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104865724957865842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggVIIuN3I/AAAAAAAAAOc/cpXEsojuEGE/s320/paranoia08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Cansado daquele seu vizinho pentelho que fica vigiando sua vida 24h por dia? De saco cheio daquela velha que sabe que horas você chega e com quem? Não fique bravo(a) com eles, você nunca sabe se o outro vizinho, aquele meio estranho que mora a frente, pode ser um serial killer. E mais. Talvez só esses vizinhos curiosos poderão te dizer! Acha que eu estou exagerando? Ou que isso é coisa de cinema? Tá, tudo bem. É mesmo coisa de cinema. E de cinema à la “sessão da tarde”!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Paranóia” é um filme assim, feito para já se saber o final. Conta a história de um adolescente que tem um surto na escola (alguma semelhança com a realidade escolar dos norte-americanos?) após a morte do pai e bate no professor. Condenado a 90 dias de prisão domiciliar, com direito a chip preso em tornozeleira, ele passa seus dias entre internet, vídeo-game e vigiar a vida dos moradores de sua rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não podia faltar, ele conhece a nova vizinha, Ashley (Sarah Roemer, de “O Grito 2”), e descobre que ela também adora saber da vida da vizinhança. Tudo muito bonito, tudo muito pacato (e chato), até que Kale (Shia LaBeouf, de “Transformers”) começa a desconfiar que um de seus vizinhos é um assassino em série fugitivo de Las Vegas. Mas quem acreditaria em um adolescentezinho rebelde e suas teorias malucas? Só mesmo seu parzinho romântico e seu amigo Ronnie (Aaron Yoo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme, assim, se passa sem muitas surpresas e sem dar brechas à imaginação do espectador, que já sabe desde o início o fim da trama. A trilha sonora também não ajuda muito, não sai do básico, do esperado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Inesperada é a atuação de Carrie-Anne &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggcYIuN4I/AAAAAAAAAOk/vtG2StigOGY/s1600-h/paranoia02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104865849511917442" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggcYIuN4I/AAAAAAAAAOk/vtG2StigOGY/s320/paranoia02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Moss (da trilogia “Matrix”), que faz a mãe de Kale, Julie. Mesmo diante de uma personagem fraca e mãezinha boba, ela faz cenas emocionantes dentro do contexto (lembre-se: ainda é um “sessão da tarde”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E falando em atuação, parece mesmo que LaBeouf está com tudo em cima. É a mais nova aposta de Spielberg, e parece ser o nome da vez em Hollywood. Mas com suas atuações fraquinhas, nunca se sabe até quando ele estará no topo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Paranóia” não chega nem perto de ser um grande filme. Nunca será lembrado pela posteridade por autenticidade (já que é muito semelhante a “Janela Indiscreta”) e nem pela trama forte. Mesmo assim, dentro do contexto atual (nenhum grande filme, com exceção de “Os Simpsons”), é um blockbuster que vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggPoIuN2I/AAAAAAAAAOU/_UQpnxK1ri4/s1600-h/paranoia-poster01.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104865630468585314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggPoIuN2I/AAAAAAAAAOU/_UQpnxK1ri4/s320/paranoia-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Paranóia &lt;/strong&gt;(Disturbia)&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; D. J. Caruso&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Shia LaBeouf, Carrie-Anne Moss, David Morse, Sarah Roemer e Aaron Yoo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 105 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-7158302089397429279?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/7158302089397429279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=7158302089397429279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7158302089397429279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7158302089397429279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/sorria-voc-est-sendo-observado.html' title='Sorria, você está sendo observado'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtggVIIuN3I/AAAAAAAAAOc/cpXEsojuEGE/s72-c/paranoia08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-1927187693177254401</id><published>2007-08-30T16:32:00.000-03:00</published><updated>2007-08-30T16:44:10.689-03:00</updated><title type='text'>Uma Prova de Fogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Saulo Yassuda&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104579276409026370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbzoIuN0I/AAAAAAAAAOE/Avv1HubLo2c/s320/lw01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Jane Fonda tentou boicotar o relacionamento entre Jennifer Lopez e Michael Vartan em “A Sogra”. Meryl Streep quase pôs fim ao namoro entre Uma Thurman e Bryan Greenberg em “Terapia do Amor”. Agora, em “Licença para Casar”, de Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”), é a vez de Robin Williams (dessa vez como reverendo) atrapalhar o casal formado por Mandy Moore e John Krasinski.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ben (Krasinski) e Sadie (Moore) formam um casal de noivos que não vê a hora de se casar. Ele é um rapaz fofo que adora paparicar a namorada, e ela, uma garota (também fofa) que tem um grande sonho: casar na igreja. Mas não é tão simples assim. Quer se casar em uma determinada igreja: a St. Augustine. E com um determinado pastor: o Reverendo Frank (Williams). Para isso, então, Sadie e Ben terão um longo caminho pela frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que o reverendo só aceita casar os dois se eles fizerem seu famoso – e peculiar – curso preparatório para noivos, em que o casal passa por situações das mais bizarras e constrangedoras como, por exemplo, cuidar de dois bebês-robô histéricos que fazem muitas orgias escatológicas, seguindo os métodos pirados de Frank.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbdIIuNyI/AAAAAAAAAN0/sf9Q_Vx4vqM/s1600-h/lw03.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104578889861969698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbdIIuNyI/AAAAAAAAAN0/sf9Q_Vx4vqM/s320/lw03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O religioso faz questão de atordoar a vida do casal, proibindo o sexo entre eles, perseguindo-os secretamente em lugares públicos e até colocando escutas nos locais mais inusitados onde o estejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tanto desgaste e confusão causados pelo curso, Sadie e Ben entram em crise: Devem ou não continuar o relacionamento? (Pergunta que só será respondida, surpreendentemente ou não, na cena final do filme).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer personagens malucos, como esse pastor que coloca escutas, é uma constante na carreira do talentoso Robin Williams, que está sub-aproveitado neste filme. Apesar do ator ter carisma próprio, sua personagem – que tem papel de importância no longa – não é bem desenvolvida e, em algumas passagens, chega ao cúmulo das situações de ridículo e da inverossimilhança . Se fosse bem desenvolvido, ótimas piadas poderiam sair do papel. A maior graça do filme está apenas nos créditos finais, em que são mostradas trapalhadas dos atores durante os bastidores das gravações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas piadas é o que falta no roteiro de “Licença para casar”. A maioria da “diversão” pretende ser encontrada na escatologia ou nas tiradas de mau gosto, que reforçam preconceitos e estereótipos – como os relacionados a indianos e pessoas obesas. Eles demonstram um politicamente incorreto velado, que não chega a ser cômico, como em filmes mais “explícitos” (como “American Pie” e o mais recente “Borat”, por exemplo).&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbuIIuNzI/AAAAAAAAAN8/Nkzc4dHpOkk/s1600-h/lw02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104579181919745842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbuIIuNzI/AAAAAAAAAN8/Nkzc4dHpOkk/s320/lw02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Uma série de situações inverossímeis e personagens mal trabalhados se arrasta até o final do longa, que não sabe bem o que quer: se tende mais para o romântico ou o cômico, se escracha de vez ou se fica tímido, ou mesmo se quer um equilíbrio disso tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “Licença para casar”, a prova de fogo não é só aquela por que o casal passa, mas também a que passa o espectador, que pode se sentir aborrecido no meio do filme. Um filme talvez para aquelas tardes sem nada – nada mesmo – para fazer. Mas só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtccHoIuN1I/AAAAAAAAAOM/YLHs0VWIHws/s1600-h/lwposter.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104579620006410066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="158" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtccHoIuN1I/AAAAAAAAAOM/YLHs0VWIHws/s320/lwposter.jpg" width="117" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Licença para Casar&lt;/strong&gt; (Licence to Wed)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Ken Kwapis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Robin Willims, Mandy Moore, John Krasinski&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 100min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-1927187693177254401?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/1927187693177254401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=1927187693177254401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/1927187693177254401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/1927187693177254401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/uma-prova-de-fogo.html' title='Uma Prova de Fogo'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtcbzoIuN0I/AAAAAAAAAOE/Avv1HubLo2c/s72-c/lw01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-539783344473220881</id><published>2007-08-27T12:05:00.000-03:00</published><updated>2007-08-27T12:11:40.049-03:00</updated><title type='text'>Inimigo interno</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Bruno Benevides&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLoY4IuNuI/AAAAAAAAANI/zn0LSIKLOzo/s1600-h/bourneultimatum_28.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103396841847666402" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLoY4IuNuI/AAAAAAAAANI/zn0LSIKLOzo/s320/bourneultimatum_28.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Filmes de agentes secretos têm muitas diferenças, do sotaque ao drink preferido, mas em geral guardam uma característica comum, a missão dos protagonistas. Estes sempre são responsáveis por salvar o seu mundo, sendo assim, reflexos de sua civilização. A cinessérie do ex-agente secreto americano Jason Bourne mexeu com isso. Ele não está nem um pouco interessado em livrar o mundo de algum vilão megalomaníaco. Muito menos se importa em servir a rainha ou em salvar a pátria. Quer é descobrir quem o transformou em um assassino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este “Ultimato Bourne” completa muito bem a trilogia iniciada com “Identidade Bourne” e depois continuada com “Supremacia Bourne”. Nela, acompanhamos a busca do agente Jason Bourne para descobrir quem ele era antes de ter sua memória apagada. A cada uma das três partes o personagem e a série foram crescendo e amadurecendo, num resultado incomum para um filme desse gênero, já que no fim a ação não é o mais importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco, que já era bom, recebeu boas adições. Os novos rostos têm como principal destaque David Strathairn no papel do chefão da CIA Noah Vosen, responsável pela caça do ex-agente e que parece recém saído do governo Bush, e Albert Finney surge como o Dr. Albert Hirsch. Matt Damon mantém seu Jason Bourne como alguém comum e não um super agente. Joan Allen volta como Pam Landy, diretora da CIA que nutre certa simpatia pelo espião. De ruim mesmo só o maior destaque dado a Nicky Parsons. Não que a personagem seja ruim, pelo contrário. O problema é que ela é interpretada por Julia Stiles. Aí não tem jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor Paul Greengrass traça um paralelo entre o filme e a realidade. O perigo de um governo sem fiscalização e o excesso das equipes de segurança surgem como problemas incomodamente reais nos dias de hoje. Duas cenas trazem ainda menções a episódios reais. A captura de um desconhecido em um ônibus londrino no começo do filme remete a morte do brasileiro Jean Charles de Menezes. E a cena da transformação de Jason Bourne traz uma imagem similar às fotos de torturas praticadas pelos soldados americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLom4IuNwI/AAAAAAAAANY/uHvhDrR6fC0/s1600-h/bourneultimatum_14.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103397082365835010" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLom4IuNwI/AAAAAAAAANY/uHvhDrR6fC0/s320/bourneultimatum_14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Tecnicamente perfeito, o diretor ainda acerta ao construir a narrativa do filme como uma grande perseguição. Bourne está sempre em movimento, está sempre atrás de alguém ao mesmo tempo que alguém está atrás dele. No único momento que pára, o filme acaba. Os cortes rápidos e a breve duração da projeção ressaltam essa idéia de correria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim o resultado de tudo isso é que “Ultimato Bourne” agrada não apenas fãs de ação. Mais do que um filme desse gênero, a projeção é um filme político. A luta de Bourne não é pela pátria, é interna. Primeiro porque ele enfrenta o establishment, se confronta com sua civilização. Seus adversários são seus conterrâneos. Depois porque o agente se vê obrigado a questionar suas próprias escolhas do passado, descobrindo que ele também é responsável pelo que faz. O grande adversário, assim, é ele e a civilização em que vive. Sem dúvida esse é um filme que merece ser visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLot4IuNxI/AAAAAAAAANg/wC5_E2Vpawg/s1600-h/bourneultimatum_06.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103397202624919314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="146" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLot4IuNxI/AAAAAAAAANg/wC5_E2Vpawg/s320/bourneultimatum_06.jpg" width="112" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Ultimato Bourne&lt;/strong&gt; (The Bourne Ultimatum)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Paul Greengrass &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Matt Damon, Julia Stiles, David Strathairn , Joan Allen, Edgar Ramirez, Albert Finney. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 111 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-539783344473220881?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/539783344473220881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=539783344473220881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/539783344473220881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/539783344473220881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/inimigo-interno_27.html' title='Inimigo interno'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLoY4IuNuI/AAAAAAAAANI/zn0LSIKLOzo/s72-c/bourneultimatum_28.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-3953228901680329695</id><published>2007-08-27T11:59:00.000-03:00</published><updated>2007-08-27T12:04:36.963-03:00</updated><title type='text'>Mentiras nem tão inofensivas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Cris Sinatura&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLnB4IuNsI/AAAAAAAAAM4/oIfVqiZwlkQ/s1600-h/o_grande_chefe.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103395347199047362" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLnB4IuNsI/AAAAAAAAAM4/oIfVqiZwlkQ/s320/o_grande_chefe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O diretor dinamarquês Lars von Trier, que já tem cadeira cativa nos festivais de Cannes, vem ganhando destaque cada vez maior no cinema mundial desde a estréia de “Dogville” (2003), primeiro filme de uma trilogia sobre a vida norte-americana, da qual fazem parte também “Manderlay” (2005) e “Washington” (sem previsão de estréia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Von Trier surpreendeu pelo modo inusitado e inovador de direção, pela simplicidade dos cenários, que consistem basicamente em marcações no chão, pelo ritmo de seus roteiros, cheios de diálogos e narração, e pela veracidade na atuação de seu elenco. Porém, em “O grande chefe”, o diretor decide deixar de lado o drama e o cenário americano para retomar o gênero da comédia em terras dinamarquesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ravn (Peter Gantzler) é o dono de uma empresa de informática e pretende vendê-la para uma companhia islandesa. Porém, ele nunca se apresentou para seus sócios como o chefe; ao invés disso, inventou o “grande chefe”, um nome sem presença física dentro da empresa que pudesse arcar com a impopularidade de suas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o dono da empresa islandesa exige fazer as negociações diretamente com o “grande chefe” e Ravn se vê, então, obrigado a contratar um ator para dar vida à sua mentira. É assim que Kristoffer (Jens Albinus) entra em cena, como um chefe desajeitado, tímido e patético, sem nenhum conhecimento de informática ou de administração. A partir daí, constrói-se uma história bastante criativa e inteligente, que faz uma sátira sobre o mundo empresarial e suas relações de exploração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLm74IuNrI/AAAAAAAAAMw/7js-Zxa35Z8/s1600-h/O-Grande-Chefe-3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103395244119832242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLm74IuNrI/AAAAAAAAAMw/7js-Zxa35Z8/s320/O-Grande-Chefe-3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Lars von Trier surpreende em “O grande chefe” por não se restringir ao posto de roteirista e diretor; ele também narra a história, aparecendo no filme de forma disfarçada, através de reflexos em espelhos. Além disso, como diretor, não se satisfaz com enquadramentos convencionais; a seleção dos melhores ângulos e dos melhores movimentos das câmeras foi feita por computadores, numa técnica chamada “Automavision”, o que dá um aspecto bastante natural e real à fotografia do longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O grande chefe” é uma comédia diferente dos moldes hollywoodianos. O espectador não sairá do cinema com a barriga doendo de tanto rir, considerando que o humor dinamarquês é um tanto monótono, mas que, nem por isso, deixa de entreter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, entreter é justamente a intenção de von Trier, que deixa claro, no início do filme, que aquela é uma comédia inofensiva, não merecedora de momentos de reflexão. “O grande chefe” é sua tentativa de se desfazer do aspecto politizado de sua outras produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, fica difícil não se permitirem alguns momentos de reflexão ao fim do longa, uma vez que ele nos remete, talvez não propositadamente, às mazelas do nosso mundo. Retrata a ganância e prepotência humana e evidencia como somos todos “grandes chefes” na arte de mentir.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLnI4IuNtI/AAAAAAAAANA/owG_x5pgIi8/s1600-h/o%2Bgrande%2Bchefe_(cataz).jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103395467458131666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" height="148" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLnI4IuNtI/AAAAAAAAANA/owG_x5pgIi8/s320/o%2Bgrande%2Bchefe_(cataz).jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Grande Chefe&lt;/strong&gt; (The boss of it all)&lt;br /&gt;Dinamarca, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Lars von Trier  &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Jens Ibinus, Peter Gantzler, Mia Lyhne, Iben Hjejle. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 99 min&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-3953228901680329695?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/3953228901680329695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=3953228901680329695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3953228901680329695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3953228901680329695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/mentiras-nem-to-inofensivas.html' title='Mentiras nem tão inofensivas'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RtLnB4IuNsI/AAAAAAAAAM4/oIfVqiZwlkQ/s72-c/o_grande_chefe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-7468304143257215872</id><published>2007-08-20T10:03:00.000-03:00</published><updated>2007-08-20T10:15:45.081-03:00</updated><title type='text'>Finalmente, Os Simpsons</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rafael Benaque&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100769777856427602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTFoIuNlI/AAAAAAAAAMA/Gt5xMa5A2js/s320/simpsonsfilme_31.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Vinte anos atrás, Matt Groening foi requisitado para criar segmentos de animação para a série cômica da Fox “The Tracy Ullman Show”. Foi assim que surgiu um dos maiores sucessos da televisão: o seriado “Os Simpsons” (inúmeras vezes premiado, incluindo 23 Emmy e um Peabody, além de ter sido eleito pela revista Time o “melhor programa de televisão de século XX”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, dezoito anos depois de estrear como série independente, a inusitada família de Homer chega às grandes telas. Mas por que tantos anos de espera para produzir o filme, já que, na tv, os Simpson sempre foram um grande sucesso?&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;“Esperamos dezoito anos para fazer um filme porque não queríamos fazê-lo apenas por ser possível. Queríamos criar uma história que demandasse a dimensão de um filme. Os ‘Simpsons – O Filme’ não é simplesmente a junção de três episódios do programa”, conta Al Jean que, além de ser produtor e roteirista do longa, é o atual diretor da série. Além disso, como afirma o criador Matt, não havia um número suficiente de profissionais para animar um programa de tv e um filme simultaneamente. “À época, não tínhamos uma equipe de roteiristas e animadores à disposição. Diferentemente da maior parte das séries, Os Simpsons nunca sofreu interrupção. Dedicamos toda a nossa energia ao programa, sempre com a preocupação de não prejudicá-lo em função da elaboração de um filme”.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTR4IuNmI/AAAAAAAAAMI/vMVEy8KaSZY/s1600-h/simpsonsfilme_33.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100769988309825122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTR4IuNmI/AAAAAAAAAMI/vMVEy8KaSZY/s320/simpsonsfilme_33.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Então, superado o problema de recursos humanos (aliás, o seriado contou, em determinado momento, com duas salas de redatores), foi possível a concepção do longa. No roteiro para as telonas, Springfield está sofrendo com o problema da poluição e, por isso, Lisa inicia uma campanha para limpar o lago da cidade. Claro que Homer dá um jeito de estragar tudo. E isso é tudo o que eu vou contar, seguindo a linha dos trailers e da produção. Qualquer outra coisa que eu diga, é spoiler...&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Agora, o filme tem que superar dois grandes desafios: atingir as expectativas do público e manter o nível da série. Para isso, o diretor David Silverman (supervisor da direção de animação do seriado) contou com um verdadeiro dream-team de produtores e diretores, composto por ninguém menos que James L. Brooks (consultor dos redatores de Os Simpsons e vencedor de três Oscar por Laços de Ternura), Matt Groening e Al Jean entre outros. Com essa equipe de escritores super acostumados com as figuras de Springfield, ficou fácil produzir uma película que seguisse o seriado e fizesse o cinema rir o tempo todo.&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Tenho certeza de que os fãs de Bart e companhia estão muito ansiosos e receosos pela estréia. A expectativa de ver Os Simpsons no cinema é grande e o medo de o filme ficar aquém do que se espera também. Mas podem ficar tranqüilos: “Os Simpsons – O Filme” é uma das melhores animações e uma das melhores comédias já feitas. É muito difícil ir ao cinema e assistir a um filme que faz toda a platéia rir o tempo todo (na verdade eu nunca tinha visto isso acontecer). Além disso, uma comédia capaz de combinar diversos tipos de humor sem exageros é uma jóia rara atualmente. As cenas “pastelão” com Homer e as piadas políticas convivem em plena harmonia.&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTe4IuNnI/AAAAAAAAAMQ/YVZVRniCRZc/s1600-h/simpsonsfilme_03.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100770211648124530" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTe4IuNnI/AAAAAAAAAMQ/YVZVRniCRZc/s320/simpsonsfilme_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Uma das características da série que foi mantida no filme é a contextualidade das piadas e as inúmeras referências que se fazem a diversos assuntos. Do pano de fundo para a trama (os problemas ambientais) às piadas com referência a outros filmes e a personalidades contemporâneas, o longa é atual e traz temas que fazem parte do nosso cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, para os mais exigentes, uma coisa pode causar estranhamento no começo: o dublador que faz a voz do Homer em português não é o mesmo das telinhas, mas essa diferença é rapidamente esquecida.&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;“Os Simpsons – O Flme” é muito engraçado, fiel a série e explora muito bem os recursos do cinema na adaptação para as telonas. Sendo ou não fãs da família Simpsons, não perca essa excelente comédia, um achado em meio a avós poderosas, sogras malévolas e Noés em Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmSyIIuNkI/AAAAAAAAAL4/g1lFmwSRYso/s1600-h/simpsons_3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100769442848978498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 106px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" height="123" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmSyIIuNkI/AAAAAAAAAL4/g1lFmwSRYso/s320/simpsons_3.jpg" width="145" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Simpsons – O Filme&lt;/strong&gt; (The Simpsons Movie)&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; David Silverman  &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Dan Castellaneta, Julie Kavner, Nancy Cartwright, Yeardley Smith.  &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 87 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmSmYIuNjI/AAAAAAAAALw/qXno8_n9Bj8/s1600-h/cartaz_portugues.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-7468304143257215872?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/7468304143257215872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=7468304143257215872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7468304143257215872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7468304143257215872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/finalmente-os-simpsons.html' title='Finalmente, Os Simpsons'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsmTFoIuNlI/AAAAAAAAAMA/Gt5xMa5A2js/s72-c/simpsonsfilme_31.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8763921097359755289</id><published>2007-08-15T16:11:00.000-03:00</published><updated>2007-08-15T16:22:12.819-03:00</updated><title type='text'>Nada Poderoso</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNSDN5V11I/AAAAAAAAALo/MsjH3K7sU8M/s1600-h/Imagem_V.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099009418336786258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNSDN5V11I/AAAAAAAAALo/MsjH3K7sU8M/s320/Imagem_V.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rafael Benaque&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Em sua primeira aparição, Deus emprestou seus poderes para o fracassado repórter Bruce Nolan (vivido por Jim Carrey, fora da seqüência). Dessa vez, o todo poderoso (que encarna em Morgan Freeman) resolve dar uma lição no rival de Bruce, o âncora de telejornal recém-eleito para o congresso norte-americano, Evan Baxter (Steve Carrel, de Pequena Miss Sunshine).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Volta do Todo Poderoso” começa na despedida de Evan da televisão, quando este se muda para uma bela casa em Washington. Lá, coisas estranhas acontecem, como o relógio (da marca Gênesis) que sempre desperta às 6:14, mesmo programado para tocar às 7:00, ou então as ferramentas e tábuas de madeira que são enviadas para a casa do novo congressista . Como Evan insiste em ignorar esses sinais, Deus entra em cena para comunicar que ele deve construir uma nova arca de Noé (se você, como eu, não conhece a Bíblia, o versículo 14 do capítulo 6 do Gênesis é: “Faze para ti uma arca de madeira resinosa: dividi-la-ás em compartimentos e a untarás de betume por dentro e por fora”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a tarefa não para por aí: a barba de Evan cresce sem parar, Deus o obriga a usar uma túnica em farrapos e faz com que os animais o sigam para todos os lugares, com direito a transformação do gabinete do ex-âncora em viveiro de pássaros. Com isso, perde seu emprego e é abandonado por sua mulher, Joan Baxter (Lauren Grahan, a Lorelai do seriado Gilmore Girls) e seus três filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do primeiro filme que, apesar de controvérsias arrancou boas risadas do público de modo geral, criou-se uma expectativa em torno de “A Volta do Todo Poderoso”. Porém o filme é extremamente idiota, sem-graça e repetitivo. Uma cena, por exemplo, mostra Evan acertando o dedo com um martelo e caindo de cima das tábuas de madeira dezenas de vezes seguidas. Na primeira vez, até é engraçado, mas depois da (sem exagero) décima vez... Realmente, misturar pastelão com humor por repetição não funciona. Além disso, o filme insiste em ter uma mensagem moralizante. Qual é o propósito disso? A inundação em Washington é muito mais profunda que a moral dessa fábula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNRnN5V10I/AAAAAAAAALg/ADH-eK7aWck/s1600-h/imagem_I.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099008937300449090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNRnN5V10I/AAAAAAAAALg/ADH-eK7aWck/s320/imagem_I.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de tudo isso, o filme tem algumas coisas positivas. Em primeiro lugar, merece destaque o trabalho de adestramento dos animais, que se comportam muito bem durante as filmagens. Outro ponto alto é a trilha sonora que, além de contar com diversos spirituals (músicas religiosas bem no estilo de Mudança de Hábito), também causa humor quando toca “Sharp Dressed Men” do ZZ Top com o Evan tentando vestir o terno sobre a túnica. Essa cena e mais duas ou três piadas são os únicos momentos que o filme te faz rir de verdade, isto é, achar graça sem pensar “que negócio imbecil!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Volta do Todo Poderoso” é um daqueles filmes pra ser assistido se você tem o dinheiro da entrada do cinema e da pipoca sobrando, além de um tempinho pra jogar fora. Do contrário, fique em casa. Perde-se menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNRYd5V1zI/AAAAAAAAALY/J3xwSXtrz1Y/s1600-h/cartaz_I.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099008683897378610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 121px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" height="190" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNRYd5V1zI/AAAAAAAAALY/J3xwSXtrz1Y/s320/cartaz_I.jpg" width="153" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;A Volta do Todo Poderoso&lt;/strong&gt; (Evan Almighty)&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Tom Shadyac &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Steve Carrel, Morgan Freeman, Lauren Grahan e John Goodman. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 90 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8763921097359755289?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8763921097359755289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8763921097359755289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8763921097359755289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8763921097359755289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/08/nada-poderoso.html' title='Nada Poderoso'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RsNSDN5V11I/AAAAAAAAALo/MsjH3K7sU8M/s72-c/Imagem_V.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-294402933196874986</id><published>2007-07-27T10:13:00.000-03:00</published><updated>2007-07-27T10:21:46.437-03:00</updated><title type='text'>Ex é tudo igual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Bruno Benevides&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnwAN5V1xI/AAAAAAAAALI/pou9uZ14Omk/s1600-h/ex1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091864740239890194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnwAN5V1xI/AAAAAAAAALI/pou9uZ14Omk/s320/ex1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;As comédias românticas são um dos gêneros mais populares de Hollywood. Basta encontrar um casal de atores divertidos e com boa química, introduzir algum empecilho no amor, de preferência algo relacionado à família ou um(a) ex-namorado(a), e pronto. Se tudo der certo o filme pode até ser o novo Uma Linda Mulher ou Um Lugar Chamado Nothing Hill, e assim virar símbolo da sessão da tarde. É claro que há também bons filmes baseados no tema, como O Amor Custa Caro ou Entrando Numa Fria, para ficar em dois exemplos recentes. mas são exceções que, se depender desse O Ex-namorado da Minha Mulher, vão continuar raras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o (péssimo) título em português já adianta, a história gira em torno da disputa entre o atual e o ex-amante de uma mulher para saber quem vai ficar com ela. Zach Braff interpreta Tom Reilly, o marido imaturo. Amanda Peet faz sua mulher, Sofia Kowalski, responsável e bem sucedida até que abre mão disso tudo para virar uma dona de casa. Quando Tom é despedido de seu emprego no dia do nascimento do filho, o casal resolve deixar Nova York e aceitar a proposta do pai de Sofia, que arranja para o genro um trabalho na agencia de publicidade na qual trabalha, no meio-oeste americano. Lá, porém, o casal encontrará Chip Sanders (Jason Bateman), o ex-namorado do título, que fará de tudo para reconquistar sua amada.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rqnv6t5V1wI/AAAAAAAAALA/vNc6XVpBr9E/s1600-h/ex2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091864645750609666" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rqnv6t5V1wI/AAAAAAAAALA/vNc6XVpBr9E/s320/ex2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O elenco é capitaneado por atores de séries cômicas da televisão. Braff é a estrela de Scrubs, Bateman era o grande nome da finada Arrested Development e Peet participa de Studio 60 on the Sunset Strip. As pontas de Paul Rudd, de Friends, e de Donal Logue, de Grounded for Life, apenas evidenciam o aspecto televisivo. Parece até que o filme foi feito para ser exibido diretamente nas sessões da tarde, não nos cinemas! No campo das atuações, Peet é apenas burocrática e Braff se limita as caras e bocas de sempre (o que não é ruim, mas está longe de segurar o filme). Bateman até faz bom trabalho, mas a falta de nexo de seu personagem acaba por prejudicá-lo. Completam o filme ainda Charles Grodin e Mia Farrow, como os pais de Sofia, e Lucian Maisel, como o engraçado garoto Wesley. Todos corretos, mas não mais que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor Jesse Peretz até já havia demonstrado talento para fazer rir ao dirigir os hilários clipes de Big Me e Learn to Fly, ambos da banda Foo Fighters, mas aqui escorrega um pouco. Apesar de alguns momentos engraçados, o filme é burocrático no todo. Diretor, equipe técnica e elenco apenas seguiram a fórmula das comedias românticas, sem acrescentar nada de original ou criativo. O roteiro, que não tem nem sentido nem lógica, acaba por piorar o resultado. No fim até se pode dar algumas risadas, mas é melhor guardar seu dinheiro e esperar até que o filme apareça na televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rqnvr95V1uI/AAAAAAAAAKw/O1GRjfl3OYQ/s1600-h/exposter.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091864392347539170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 113px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" height="223" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rqnvr95V1uI/AAAAAAAAAKw/O1GRjfl3OYQ/s320/exposter.jpg" width="137" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Ex-namorado da Minha Mulher&lt;/strong&gt; (The Ex / Fast Track)&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Jesse Peretz &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Zach Braff, Amanda Peet, Jason Bateman, Charles Grodin e Mia Farrow. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 90 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-294402933196874986?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/294402933196874986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=294402933196874986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/294402933196874986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/294402933196874986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/ex-tudo-igual.html' title='Ex é tudo igual'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnwAN5V1xI/AAAAAAAAALI/pou9uZ14Omk/s72-c/ex1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-2242974533915033531</id><published>2007-07-27T09:47:00.000-03:00</published><updated>2007-07-27T10:11:52.107-03:00</updated><title type='text'>Em busca (do sentido) da vida</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rafael Benaque&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnuMt5V1sI/AAAAAAAAAKg/GxU9Q8N_hEs/s1600-h/buscadavida2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091862755964999362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnuMt5V1sI/AAAAAAAAAKg/GxU9Q8N_hEs/s320/buscadavida2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;É no vale do rio Yangtze que se passa o filme “Em busca da Vida”. Nesse vale, inundado por causa da construção da hidrelétrica de Três Gargantas, se cruzam (de forma quase imperceptível) as histórias de Han Sinming, que trabalha nas minas de carvão, uma importante fonte de energia na China, e da enfermeira Shen Hong. Cada um busca nesse lugar, agora praticamente abandonado, seu passado e uma forma de seguir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Han Sinming, separado de sua mulher e sua filha há 16 anos, quer reencontrá-las. Para isso, abandona seu trabalho nas minas e migra para a cidade de Fengjie, onde vivia a família de sua mulher. Porém a cidade estava submersa. Depois de passar por diversos lugares, o homem encontra parte da família de sua ex-esposa e, para esperá-la, passa a trabalhar em uma empresa de demolições. Enquanto isso, Shen Hong tenta localizar seu marido, que partira há mais de 2 anos e trabalhava na região de Fengjie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei ao Reserva Cultural para a pré-estréia de “Em Busca da Vida” encontrei o crítico Sérgio de Oliveira, que me disse: “Venho assistir esse filme de pé atrás. Já vi outras coisas desse diretor (Jia Zhang-Ke) e não gostei. É muito lento”. De fato, ele tinha razão: o filme é muito lento. Os diálogos são arrastados, com muitas pausas entre as falas. Em diversos momentos a câmera mostra uma paisagem estática e silenciosa sem que nada aconteça. A trilha sonora é ausente e pontual. Porém, nessa aparente falta de elementos e sons é que está o retrato da China rural: uma vida pacata, vazia, pobre, incerta.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnuUN5V1tI/AAAAAAAAAKo/JE6wq5UHw1U/s1600-h/buscadavida.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091862884814018258" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnuUN5V1tI/AAAAAAAAAKo/JE6wq5UHw1U/s320/buscadavida.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Já no final do filme, Han e seus companheiros de demolição falam das condições de trabalho e dos riscos que correm para viver da forma que vivem. Além disso, a própria história das protagonistas mostra como é difícil a vida das pessoas que estão fora do círculo de Pequim. Porém, apesar dessa intenção de retratar a situação de uma porção quase feudal da China, o filme vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza em 2006, é excessivamente lento e, para aqueles menos acostumados com o cinema oriental, cansativo.&lt;br /&gt;Mas vale destacar o final: a última imagem que aparece na tela antes dos créditos finais resume com maestria o filme, as buscas, a vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;“Em Busca da Vida” é um filme pouco acessível para a maioria dos espectadores brasileiros, acostumados com o padrão americano de cinema, mas merece ser assistido por aqueles que gostam de filmes que têm como objetivo algo além de entreter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqntlN5V1rI/AAAAAAAAAKY/2AYXo2mD51w/s1600-h/buscadavidaposter.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091862077360166578" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" height="186" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqntlN5V1rI/AAAAAAAAAKY/2AYXo2mD51w/s320/buscadavidaposter.jpg" width="138" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Em Busca da Vida&lt;/strong&gt; (Sanxia haoren)&lt;br /&gt;China, 2006&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Jia Zhang-Ke &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Han Sanming e Zhao Tao &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 107 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-2242974533915033531?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/2242974533915033531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=2242974533915033531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/2242974533915033531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/2242974533915033531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/em-busca-do-sentido-da-vida.html' title='Em busca (do sentido) da vida'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqnuMt5V1sI/AAAAAAAAAKg/GxU9Q8N_hEs/s72-c/buscadavida2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8960983735442826567</id><published>2007-07-24T14:33:00.000-03:00</published><updated>2007-07-24T14:45:35.682-03:00</updated><title type='text'>"Transformar e rodar!"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rafael Teixeira&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090819362379912850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY5PN5V1pI/AAAAAAAAAKI/M1ysveNZj78/s320/transformers_88.jpg" border="0" /&gt;Carros, mulheres bonitas, robôs gigantes e muita ação, com direito a explosões e destruição até onde a vista alcança. É o sonho de qualquer marmanjo nerd que esqueceu de entrar na era da metrossexualidade... ou é também apenas o filme Transformers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de destruírem seu planeta natal em uma guerra, seres remanescentes de uma raça robótica dividida em Autobots (os bonzinhos) e Decepticons (os malvados), chegam a Terra em busca de um cubo com poderes inimagináveis e que pode decidir de uma vez por todas o fim dessa batalha inacabada. Para se camuflarem e não chamarem a atenção dos humanos, esses seres acabam tomando a forma de veículos, seja ele um caminhão, um carro esporte ou um tanque de guerra, e começam assim sua busca pelo artefato, que acaba envolvendo a vida do jovem Sam Witwicky, cujo avô foi o descobridor do primeiro desses robôs, no Círculo Ártico.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY5at5V1qI/AAAAAAAAAKQ/DsMiyx93jhw/s1600-h/transformers_99.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090819559948408482" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY5at5V1qI/AAAAAAAAAKQ/DsMiyx93jhw/s320/transformers_99.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;E aí que entra a ação, na batalha entre Autobots e Decepticons, com e as impressionantes transformações de robô para veículo e vice-versa, coisa de deixar qualquer um espantado com a qualidade de detalhes. Com certeza Michael Bay, diretor também de Armaggeddon (com direito a referência durante o filme) e Pearl Harbor, se dedicou com afinco em cada uma das mudanças, o que torna cada take uma diversão à parte. As cenas feitas em câmera lenta também servem para aumentar a adrenalina de qualquer um. E engana-se quem acha que Optimus Prime, líder dos Autobots. Quem ganha todos com seu carisma é o Camaro amarelo, Bumblebee, o robô designado para cuidar de Sam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY4qt5V1mI/AAAAAAAAAJw/9u8Ttt9Y0tk/s1600-h/transformers_39.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090818735314687586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY4qt5V1mI/AAAAAAAAAJw/9u8Ttt9Y0tk/s320/transformers_39.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na parte humana do filme, vemos vários nomes desconhecidos, com destaque para a atuação dedicada e cômica de Shia LeBouf como Sam. Ainda completam o elenco duas belíssimas espécimes da raça humana: Megan Fox (em uma atuação digna de Jessica Alba em Quarteto Fantático), como a entendida em carros Mikaela, e Rachael Taylor, como a cdf Maggie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o longa, Bay conseguiu dosar bem comédia (risadas garantidas com os pais de Sam, e os Autobots tentando se esconder no jardim da casa dele) e ação, que toma conta praticamente de todo o final do filme, o que não é pouco, considerando seus 144 minutos de duração. Muita explosão, tiro, míssil, e um final bem “desenho animado” mesmo, com uma conhecida amizade homem/robô. Mas não dá pra se esperar muita profundidade de um filme desse tipo. A diversão, porém, é certa, e vai agradar muito mais do que outros blockbusters que saíram esse ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transformers&lt;/strong&gt; (Transformers)&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Michael Bay &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Rachael Taylor, Tyrese Gibson, Anthony Anderson, Jon Voight. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 144 min&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8960983735442826567?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8960983735442826567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8960983735442826567' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8960983735442826567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8960983735442826567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/transformar-e-rodar.html' title='&quot;Transformar e rodar!&quot;'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqY5PN5V1pI/AAAAAAAAAKI/M1ysveNZj78/s72-c/transformers_88.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-9086677904522907855</id><published>2007-07-24T14:12:00.000-03:00</published><updated>2007-07-24T14:24:58.775-03:00</updated><title type='text'>Como (não) fazer um filme</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Saulo Yassuda&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzd95V1kI/AAAAAAAAAJg/LGVIQH7kuyA/s1600-h/saneamento1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090813018713216578" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzd95V1kI/AAAAAAAAAJg/LGVIQH7kuyA/s320/saneamento1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Narrações em off, mais protagonista masculino, jovem, inteligente e tímido que faz de tudo para conquistar a mulher amada. Esse esquema, tão consagrado nos longas do diretor Jorge Furtado, não lembra em nada Saneamento Básico, seu novo filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Furtado sai dos offs shakespearianos e bebe da comédia dell’arte nesse seu novo longa, principalmente no que se diz respeito à construção das personagens. Elas conseguem se encaixar nos “tipos” do teatro italiano e montar uma das comédias brasileiras mais engraçadas dos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de o filme começar propriamente, ouve-se a característica voz de Fernanda Torres ressoando pela sala, reclamando (o que em muito lembra sua personagem de Os Normais): “Vamos começar, então? Melhor começar... Posso começar?”. A falação de Fernanda apenas cessa quando o longa se inicia, com a imagem de uma bucólica vila no interior do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, a comissão de moradores discute sobre um sério problema no esgoto. Eles precisam de verba para fazer uma obra que tape o fosso e acabe com o mau-cheiro da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marina (Torres), mulher ativa e politicamente incorreta, vai com seu marido Joaquim (Wagner Moura), à prefeitura pedir verba para a obra. O único dinheiro que a prefeitura possui, porém, são 10 mil reais destinados à produção de um curta-metragem que teve seu projeto abandonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretária insiste em que Marina pegue a quantia, principalmente para que o dinheiro “não volte à Brasília”. Marina acaba aceitando. Pega os 10 mil reais para produção do filme – com a intenção, claro, de usar a maior parte da verba na obra do esgoto.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzyd5V1lI/AAAAAAAAAJo/l3Kc17N7yJQ/s1600-h/saneamento2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090813370900534866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzyd5V1lI/AAAAAAAAAJo/l3Kc17N7yJQ/s320/saneamento2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Junto do marido, da irmã Silene (Camila Pitanga) e do cunhado Fabrício (Bruno Garcia), inicia então a produção do vídeo. Depois de uma série de embaraços, o filme produzido por eles se torna um filme “de monstro” (“O monstro do fosso”), com uma produção bastante confusa, precária e cheia de deliciosas discussões entre seus realizadores.&lt;br /&gt;Com o correr do tempo, eles se envolvem tanto no vídeo – contando com a ajuda do hilário personagem de Lázaro Ramos – erram, aprendem, se empenham e acabam gastando bem mais do que imaginavam. Numa discussão metalingüística, Furtado faz referência, com muito bom humor, à precariedade muitas vezes presente no cinema brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com diálogos realistas e bem construídos, que falam bastante do cotidiano, e piadas que se distribuem pelo filme todo, o diretor consegue fazer um longa muito bem amarrado, e tem o poder de entremear, junto com toda a comédia, toques melancólicos. As deliciosas discussões entre o casal Marina-Joaquim e entre os amigos italianos Otaviano (Paulo José), pai de Marina, e Antônio (Tonico Pereira), vão do hilário ao sentimental, numa espécie de mistura de amor e ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez uma relação de amor e ódio pela arte – e, em particular, pelo cinema – é como pode ser definido todo o Saneamento Básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzEd5V1jI/AAAAAAAAAJY/dCeBBPx6MEg/s1600-h/saneamentoposter.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090812580626552370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px" height="226" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzEd5V1jI/AAAAAAAAAJY/dCeBBPx6MEg/s320/saneamentoposter.jpg" width="148" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Saneamento Básico, O Filme&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Jorge Furtado &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Fernanda Torres, Wagner Moura, Camila Pitanga, Bruno Garcia, Paulo José e Tonico Pereira. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 112 min&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-9086677904522907855?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/9086677904522907855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=9086677904522907855' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/9086677904522907855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/9086677904522907855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/como-no-fazer-um-filme.html' title='Como (não) fazer um filme'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RqYzd95V1kI/AAAAAAAAAJg/LGVIQH7kuyA/s72-c/saneamento1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-6712054698467360532</id><published>2007-07-16T14:20:00.000-03:00</published><updated>2007-07-16T16:04:01.898-03:00</updated><title type='text'>Bruxaria de gente grande</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Bruno Benevides&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu-aJnD0GI/AAAAAAAAAJQ/TdLm5Z71pxM/s1600-h/hp_51.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu-aJnD0GI/AAAAAAAAAJQ/TdLm5Z71pxM/s320/hp_51.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087869560510730338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Adaptações de &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;best sellers&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt; infanto-juvenis viraram mania. A grande vendagem dos livros atrai um bom número de fãs, garantindo o lucro no cinema. Essa febre começou no fim de 2001 quando, separados por poucos meses, chegaram às telas a parte inicial das adaptações de Senhor dos Anéis e de Harry Potter. A primeira se encerrou em três capítulos e foi um sucesso com 17 Oscars na bagagem. Já a série sobre o bruxinho vem tendo resultados um pouco menos extraordinários, e chega agora a seu quinto longa, Harry Potter e a Ordem da Fênix.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Só para relembrar. Escrita pela escocesa J.K.Rowling, cada livro conta um dos sete anos que o garoto bruxo Harry Potter passa na escola de magia de Hogwarts. No filme anterior o vilão Voldemort, que assassinou os pais de Harry quando este ainda era bebê, conseguiu enfim recuperar seu corpo e matou um colega do garoto. Para piorar Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts e mestre de Harry, e Cornélio Fudge, ministro da Magia, brigaram, pois o segundo se recusa a admitir a volta do vilão.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não é nada bom, assim, a situação do garoto no começo deste quinto filme. Além de lutar contra Voldemort, Harry e seus aliados ainda têm que enfrentar o poderoso ministério da Magia, que passa a perseguir os que defendem que o vilão retornou. Por isso Dumbledore cria a tal Ordem da Fênix do titulo, um grupo secreto que passa a combater Voldemort e seus seguidores. Enquanto isso Harry e seus amigos têm que aguentar a interferência do ministério em Hogwarts, simbolizada na professora Umbridge, além de treinarem escondidos para o confronto com o vilão. E há ainda o primeiro beijo de Harry. Ufa!&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu45ZnD0EI/AAAAAAAAAJA/tK67wzwlGVk/s1600-h/hp_23.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu45ZnD0EI/AAAAAAAAAJA/tK67wzwlGVk/s320/hp_23.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087863500311875650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O elenco dos outros filmes foi mantido. Harry é vivido por Daniel Radcliffe, que vem sendo uma boa surpresa. Sua dupla de amigos continua a ser representada por Emma Watson como Hermione Granger, que começou bem a serie mas decai a cada filme, e Rupert Grint, cada vez mais a cara de seu personagem Ron Weasley. Já Katie Leung é insossa como o par romântico de Harry, Cho Chang. A estreante do elenco jovem é Evanna Lynch, uma grata surpresa no papel da avoada Luna Lovegood.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O elenco adulto continua forte, com nomes como Robbie Coltrane, Alan Rickman e Michel Gambon esbanjando competência em papeis secundários. Gary Oldman mantém seu Sirius Black mais sinistro e menos charmoso que o do livro e Ralph Fiennes felizmente faz um Voldemort menos afetado que o do filme anterior. As estréias ficam por conta de Helena Bonham Carter, perfeita como a assassina Bellatriz Lestrange e Imelda Staunton, que faz uma Umbridge tão irritante quanto a da versão escrita.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu4MJnD0DI/AAAAAAAAAI4/J2mwR5Y0wIQ/s1600-h/hp13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu4MJnD0DI/AAAAAAAAAI4/J2mwR5Y0wIQ/s320/hp13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087862722922795058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O novo comandante da aventura, o estreante inglês David Yates, repetiu o caminho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; feito pelos seus antecessores e fez um trabalho pouco autoral (exceção a Alfonso Cuarón no terceiro filme), destacando os efeitos especiais e tentando reproduzir ao máximo o livro. Como não é possível adaptá-lo por completo, Yates cortou as partes que julgou menos importante. Os fãs, é claro, vão chiar, principalmente quando pela ausência de cenas de Quadribol. Mas o que realmente faz falta é a crítica à imprensa presente na versão escrita e aqui relegada a segundo plano. O diretor preferiu destacar a perseguição política que o ministério da Magia empreende a Harry e seus amigos. Dois momentos merecem menção: os grandes cartaz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;es de Cornélio Fudge, em clara alusão ao clássico 1984, e a cena em que Harry e seus aliados são torturados por desobedecer Umbridge, o momento mais maduro do longa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No fim este quinto capítulo mantém o mesmo nível dos dois filmes anteriores. A história continua ficando mais sombria e madura, embora esteja longe de ter grande profundidade. Quem acompanha a série pelas telas deve gostar do resultado. Já para aqueles que lêem a saga no livro, o filme é um bom aperitivo enquanto se espera o lançamento do capitulo final, no próximo dia 21.&lt;span style=""&gt;                 &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu34JnD0CI/AAAAAAAAAIw/Iv3EM5sgNco/s1600-h/hpordemdafenixposterfinalpeq.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu34JnD0CI/AAAAAAAAAIw/Iv3EM5sgNco/s320/hpordemdafenixposterfinalpeq.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087862379325411362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Harry Potter e a Ordem da Fênix &lt;/span&gt;(Harry Potter and the Order of the Phoenix)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA/Inglaterra, 2007 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção: &lt;/span&gt;David Yates &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Robbie Coltrane, Alan Rickman, Michael Gambon, Gary Oldman e Ralph Fiennes. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 135 min&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span  lang="EN-US" style="font-family:Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-6712054698467360532?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/6712054698467360532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=6712054698467360532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6712054698467360532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6712054698467360532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/bruno-benevides-adaptaes-de-best.html' title='Bruxaria de gente grande'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rpu-aJnD0GI/AAAAAAAAAJQ/TdLm5Z71pxM/s72-c/hp_51.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-7158570333453153956</id><published>2007-07-04T13:58:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T14:39:32.473-03:00</updated><title type='text'>Nada fantástico</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovYb16TZ3I/AAAAAAAAAIo/JjsguQOQXh8/s1600-h/quarteto_fantastico_2_11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovYb16TZ3I/AAAAAAAAAIo/JjsguQOQXh8/s320/quarteto_fantastico_2_11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083394577257424754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;Engana-se quem ainda acha que quadrinhos são assunto de crianças ou nerds sem vida social, cheios de espinhas na cara. Não só já passaram desses estereótipos arquétipos, como se tornaram uma indústria extremamente lucrat&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;iva. E difundida. Na era dos graphic novels (romances em quadrinhos) e dos HQs elevados a categoria de arte, é impossível desconsiderar a importância cultural desse nicho.&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Diversão, sim. Mas mais que isso, os quadrinhos se tornaram um novo meio para discutir temas importantes através de metáforas e histórias inusitadas. O único problema é que geralmente a diversão acaba ofuscando um pouco dessa profundidade. O mesmo acontece com o novo movimento de adaptação de histórias em quadrinhos para a grande tela. Mostrou-se de fato, que transpor as hqs para a sétima arte pode potencializar o fator “ridículo” de suas histórias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;E aí entramos nas recorrentes exceções, como Homem-Aranha, X-Men na esfera de quadrinhos regulares, e V de Vingança e Sin City na área de Graphic Novels. Todas, aparentemente, conseguiram um certo sucesso em mostrar assuntos relevantes (“com grandes poderes vem grandes responsabilidades”, aceitar o que é diferente, lutar pela liberdade, etc) sem deixar de lado a ação e os colants coloridos. Só que a família de super-heróis mais famosa dos quadrinhos não se inclui nessa categoria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovXvl6TZ1I/AAAAAAAAAIY/cvDzTGle8wM/s1600-h/quarteto_fantastico_2_63.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovXvl6TZ1I/AAAAAAAAAIY/cvDzTGle8wM/s320/quarteto_fantastico_2_63.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083393817048213330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das mais bem sucedidas produções de Stan Lee, O Quarteto Fantástico conta a história de quatro pessoas que partem e uma viagem espacial e acabam sendo atingidos por uma tempestade solar e adquirem superpoderes como conseqüência desse acidente. Nas telonas, a família fantástica acabou ganhando um primeiro filme despretensioso, de baixo orçamento se comparado aos dos seus companheiros mutantes e do cabeça de teia. Poucos minutos de projeção para contar a história de Reed Richards (o Senhor Fantástico e sua habilidade elástica), Susan Storm (a Mulher Invisível com o poder de criar campos de força e invisibilidade), seu irmão Johnny Storm (Tocha Humana, com sua pirotecnia) e Bem Grimm (o Coisa, superforça e corpo rochoso) e a dificuldade de se manter uma família e uma vida normal com superpoderes... Além de toda a exposição da mídia. O drama, porém, não conseguiu emplacar, e o que marca mesmo é a comédia feita com o uso que cada um deles faz de seus poderes no dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;st1:personname productid="Em Quarteto Fant￡stico" st="on"&gt;Em Quarteto Fantástico&lt;/st1:personname&gt; e o Surfista Prateado, a família de super-heróis retorna para enfrentar uma ameaça intergaláctica que destruirá a terra em oito dias. Para avisar de sua chegada, essa entidade envia seu arauto denominado pelos humanos de Surfista Prateado (corpo digital de Doug Jones e voz de Laurence Fishburn). Enquanto tentam lidar com todos esses problemas, os quatro tem de continuar convivendo com as conseqüências de serem um grupo de heróis conhecidos: Reed (Ioan Gruffudd) tenta se dedicar ao seu casamento com Sue (Jéssica Alba), enquanto essa entra em conflito com sua vida como heroína e a vontade de ter uma vida comum; Johnny Storm (Chris Evans) começa a sair de seu mundo de futilidades e pensa em buscar algo mais significante, enquanto Bem (Michael Chiklis) se torna um coadjuvante com papel humorístico e sentimental.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovYDV6TZ2I/AAAAAAAAAIg/QBZX0wkap5E/s1600-h/quarteto_fantastico_2_70.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovYDV6TZ2I/AAAAAAAAAIg/QBZX0wkap5E/s320/quarteto_fantastico_2_70.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083394156350629730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O filme tenta trazer algum drama para história desses personagens, que possuem tanta profundidade nas suas páginas nos quadrinhos, mas acaba sendo uma continuação do erro de seu precedente, e tudo que parece restar de notável são os efeitos especiais e a graça que Tim Story faz das habilidades de cada um. A carga dramática repousa, mesmo que fragilmente, no personagem e na história do Surfista Prateado, que vive a sina de um vilão forçado, que precisa tomar uma decisão drástica para se libertar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para os fãs, vale a pena notar a silhueta do capacete do Galactus (a tal entidade que vai destruir a Terra) no turbilhão espacial que está prestes a engolir o nosso planeta. Para aqueles que odeiam a Jéssica Alba, prestem atenção apenas no corpo da garota, porque dessa vez, além de uma atuação sofrível, a moça parece uma criança de oito anos interpretando o que deveria ser uma heroína de garra. Sem contar no seu cabelo mal escovado e mal tingido (mulheres, não reparem no couro cabeludo loiro). Para as feministas, relevem o fato de que Sue Storm, uma das heroínas mais conhecidas da Marvel, foi reduzida a uma “noivazilla” e quase a “dona de casa/tiazona/mulher fútil invisível”. Para os que odiaram a dança do Tobey Maguire no terceiro filme do Homem-Aranha, sintam vergonha alheia pela dança elástica e flexível do senhor fantástico logo no começo do longa. Para quem gosta de carros velozes, presenciem a estréia do “Fantasticarro”, veículo voador e desmontável, que teve seu design assinado pela Dodge. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para quem gosta do Quarteto, não assista ao filme. Para quem gosta de uma comédia com um pouco de ação, assista. Mas sem ação suficiente. E quem não gostar do filme, não se desespere. Ainda há chance da franquia se redimir num terceiro filme... ou não.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h4  style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovXYF6TZzI/AAAAAAAAAII/krN2bdavMe4/s1600-h/quarteto2nacional.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 143px; height: 211px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovXYF6TZzI/AAAAAAAAAII/krN2bdavMe4/s320/quarteto2nacional.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083393413321287474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblTituloFilme"&gt;Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblTituloOriginal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;" id="Conteudo1_lblTituloOriginal"&gt;(Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer)&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblPais"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4  style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;" id="Conteudo1_lblPais"&gt;EUA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;,     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;" id="Conteudo1_lblAno"&gt;2007&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblDuracao"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;" &gt;Direção:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; Tim Story &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;" &gt;Elenco:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblElenco"  style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ioan Gruffudd, Jessica Alba, Chris Evans, Michael Chiklis, Julian McMahon, Kerry Washington, Andre Braugher, Doug Jones e Laurence Fishburne (voz). &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 92 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-7158570333453153956?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/7158570333453153956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=7158570333453153956' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7158570333453153956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7158570333453153956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/rafael-teixeira-engana-se-quem-ainda.html' title='Nada fantástico'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovYb16TZ3I/AAAAAAAAAIo/JjsguQOQXh8/s72-c/quarteto_fantastico_2_11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-5877048708242975018</id><published>2007-07-04T13:47:00.000-03:00</published><updated>2007-07-05T13:44:00.733-03:00</updated><title type='text'>Vidas Vazias</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Rick Hiraoka&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(255, 255, 204);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPzl6TZyI/AAAAAAAAAIA/tBzBIkgJavE/s1600-h/cao-sem-dono01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPzl6TZyI/AAAAAAAAAIA/tBzBIkgJavE/s320/cao-sem-dono01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083385089674667810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;i&gt;&lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Cão&lt;/span&gt;  &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Sem&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Dono&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;não tem começo, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;nem fim, mas o meio é mais do que suficiente.&lt;/span&gt;  &lt;div  style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ciro (Júlio Andrade) é um tradutor de obras russas desempregado que vive num apartamento bagunçado, quase &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;sem&lt;/span&gt; nenhuma estrutura. Marcela (Tainá Muller) é uma modelo em início de carreira que sonha com uma vida de  viagens e glamour. Juntos, eles formam um improvável casal que mantém um relacionamento que se sustenta pelo sexo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com essa premissa clichê, os diretores Beto Brant e Renato Ciasca &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;conseguem fazer um interessante retrato das relações modernas. Ciro e Marcela são a perfeita representação da "coisificação" dos envolvimentos amorosos. Tudo é extremamente imediatista. O único objetivo a ser atingido é o prazer. Ambos fogem de qualquer intimidade que possa ir além dos limites da cama. Isso fica evidenciado nos diálogos aparentemente superficiais, mas que expressam o receio de se entregar a um sentimento maior, capaz de dominá-los e submetê-los, interferindo, assim, na individualidade que tanto preservam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPvF6TZxI/AAAAAAAAAH4/fwUsdIeli1M/s1600-h/cao-sem-dono02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPvF6TZxI/AAAAAAAAAH4/fwUsdIeli1M/s320/cao-sem-dono02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083385012365256466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Cão&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Sem&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Dono&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;  é uma obra diferente dos demais filmes brasileiros, que exageram no sexo &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;sem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; nenhuma contextualização, assim como nos palavrões. Os diretores utilizam a falta de recurso a favor do filme. A iluminação é precária, quase inexistente, porém ela não prejudica o entendimento da história, pelo contrário, evidencia as situações dramáticas vividas pelas personagens. Não houve filmagens em estúdio, tudo foi gravado em locações, o que deu ao filme um tom realista, lembrando as películas européias &lt;span&gt;  &lt;/span&gt;dos diretores signatários do Dogma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A maior falha de &lt;i&gt;&lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Cão&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Sem&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Dono&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; aconteceu na escalação do elenco. A não contratação de atores mais conhecidos ou experientes foi, de fato, uma decisão corajosa, mas que se revelou arriscada. Tainá Muller está convincente como Marcela, já Júlio Andrade se mostra por vezes desconfortável perante as câmeras (assim como o restante do elenco). O ator errou na construção de Ciro, acentuando a apatia da personagem ao invés de seu lado confuso e indeciso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:Arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;i&gt;&lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Cão&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Sem&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;Dono&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;  é um filme intimista, retratando uma geração cuja principal característica é a dúvida. Ciro não sabe o quer. Marcela, em oposição, já tem seus planos definidos, embora não saiba o que fazer para realizá-los. Os dois vagam pelo mundo, se procurando, se conhecendo, se satisfazendo, buscando motivos para abandonar essa vida de &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;cão&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;sem&lt;/span&gt; &lt;span id="st" name="st" class="st"&gt;dono&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;     &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;span id="Conteudo1_lblTituloFilme"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPnF6TZwI/AAAAAAAAAHw/n5PGDi2iClQ/s1600-h/c%C3%A3o+sem+donoposter.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 155px; height: 219px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPnF6TZwI/AAAAAAAAAHw/n5PGDi2iClQ/s320/c%C3%A3o+sem+donoposter.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083384874926302978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;span id="Conteudo1_lblTituloFilme"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cão sem Dono&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="font-family: trebuchet ms;" class="fichaTop"&gt;     &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;span id="Conteudo1_lblPais"&gt;Brasil&lt;/span&gt;,     &lt;span id="Conteudo1_lblAno"&gt;2007&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblDuracao"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Direção:&lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblDirecao"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;Beto Brant e Renato Ciasca &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span id="Conteudo1_lblElenco"&gt;Júlio Andrade, Tainá Muller, Márcio Contreras e Sandra Possani &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 82 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;     &lt;/span&gt;     &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-5877048708242975018?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/5877048708242975018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=5877048708242975018' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5877048708242975018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5877048708242975018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/07/vidas-vazias.html' title='Vidas Vazias'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RovPzl6TZyI/AAAAAAAAAIA/tBzBIkgJavE/s72-c/cao-sem-dono01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-538846132271479556</id><published>2007-06-25T13:40:00.000-03:00</published><updated>2007-06-25T16:20:46.201-03:00</updated><title type='text'>Um é pouco, dois é bom e três...</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Tatiane Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_1pNdLXoI/AAAAAAAAAHY/V35UeFmxmk0/s1600-h/13+h.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_1pNdLXoI/AAAAAAAAAHY/V35UeFmxmk0/s320/13+h.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080048993032691330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vamos combinar uma coisa: a gente faz um filme. Pode ser romance, ação, comédia ou sobre amizade, e se ele der certo, a gente faz uma trilogia! O que você acha? Não e tão difícil, vai... Com tantas trilogias por aí, ninguém nem vai reparar que nós não estávamos preparados para isso. Usamos os mesmos personagens, damos um toque de “evolução” e pronto, está feito!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Treze Homens e Um Novo Segredo é um filme feito entre amigos sobre amigos. Mostra que a camaradagem existe inclusive no mundo do crime. No mesmo esquema hotel de luxo, cassino absurdamente caro, milhões de dólares e a vingança que Danny Ocean (George Clooney, de Boa Noite e Boa Sorte) tanto adora, esse filme não foge em nada dos outros dois, onde um grupo de amigos cria uma estratégia mirabolante para conseguir ganhar milhões em uma operação de roubo que sempre é&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;melhor e a mais ousada que Las Vegas já viu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A grande novidade, que, aliás, está nas entrelinhas, é um sentimento de nostalgia que os personagens passam no decorrer do filme. Lembranças de uma Las Vegas que já não existem mais, de como começaram ou de como se conheceram, pincelam o filme de forma sutil com um sentimento de amizade diferente dos outros. Enquanto nos outros dois os amigos eram amigos ali, &lt;st1:personname productid="em Treze Homens" st="on"&gt;em Treze  Homens&lt;/st1:personname&gt;, eles se mostram com um laço muito mais forte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_2QNdLXpI/AAAAAAAAAHg/Bl4F9scWhr0/s1600-h/13+h+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_2QNdLXpI/AAAAAAAAAHg/Bl4F9scWhr0/s320/13+h+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080049663047589522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Além disso, não há como não dar os créditos de uma atuação mais uma vez brilhante de Al Pacino, que torna seu personagem, Willie Bank, “vilão estereotipado” (homem rico e sem escrúpulos, que só liga para sua fortuna) em um homem forte, cheio de pequenos truques e com um quê de comédia. Ele é a “bola da vez” no mundo de vingança dos onze amigos, que acham que ele deve pagar por ter passado Reuben (Elliot Gould) para trás em uma parceria para construção de um grande Cassino, e, por conta disso, ter ficado extremamente doente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não será fácil, mas como o desafio parece ser um dos combustíveis desses heróis às avessas, a questão da falta de dinheiro para financiar o grande plano em ação (Reuben era o mentor financeiro da turma) será resolvida com uma idéia de Linus (Matt Damon – Os Infiltrados): chamar Terry Benedict (Andy Garcia – Confidence) para entrar com a parte financeira. Vale lembrar que ele foi o rival dos amigos nos dois primeiros filmes, mas como não há fidelidade entre inimigos, o importante é destruir Bank.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A dupla sempre fascinante Danny e Rusty (Brad Pitt – Seven), seja pela beleza, seja pelo glamour, provou mais uma vez que não é mais uma dupla de rostinhos bonitos, em atuação convincente e até acima das expectativas para uma trilogia que, aparentemente, não tinha mais o que mostrar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sem uma personagem feminina forte, já que nem Julia Roberts nem Catherine Zeta-Jones aparecem, o romance fica apenas nas piadinhas entre os dois protagonistas (Danny e Rusty) de que eles realmente não têm sorte no amor (com direito a lagriminhas e Oprah).&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_21tdLXqI/AAAAAAAAAHo/fwPiGYgNcnY/s1600-h/13+h+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_21tdLXqI/AAAAAAAAAHo/fwPiGYgNcnY/s320/13+h+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080050307292683938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Um é pouco. Dois é bom. Três é camaradagem. “Nós estávamos praticamente terminando o segundo filme, e eu pensei que seria muito divertido voltar a Las Vegas para um próximo filme. Em grande parte, Treze Homens aconteceu porque todos estavam querendo voltar a trabalhar junto de novo. Mas isso só aconteceria se fossem realmente ‘todos’ ou senão não iria acontecer – todos voltariam ou ninguém voltaria”, relatou Soderbergh.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;E o trabalho de união é realmente a marca desse filme, já que foi criado até um clube para que, quando não estivessem em gravações, os atores e a equipe ficassem unidos. Esse clube foi apelidado carinhosamente de “The Ocean’s Club”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tentando achar uma palavra para acabar com as repetições, percebi que não há outra que descreva tão bem o clima que transborda na tela: camaradagem. O resultado? Apesar de ser realmente um filme para entretenimento fácil e apesar de não ser muito diferente dos outros dois, o filme nos faz querer sair e abraçar um amigo. E nos faz lembrar não dos momentos bonitinhos, cheios de clichês, mas sim daqueles que fazem parte da vida real e que realmente nos fazem olhar pra pessoa ao lado e chamar de amigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quem disse que só podem ser amigos verdadeiros os heróis certinhos e “clichezentos”?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_1INdLXnI/AAAAAAAAAHQ/E0X9vtYCwKU/s1600-h/poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 168px; height: 250px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_1INdLXnI/AAAAAAAAAHQ/E0X9vtYCwKU/s320/poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080048426097008242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Treze Homens e Um Novo Segredo&lt;/span&gt; (Ocean’s Thirteen)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;EUA (2007)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Steven Soderbergh&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;" lang="EN"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Elenco: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Andy Garcia e Al Pacino &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Duração: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;122 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-538846132271479556?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/538846132271479556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=538846132271479556' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/538846132271479556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/538846132271479556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/06/um-pouco-dois-bom-e-trs.html' title='Um é pouco, dois é bom e três...'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rn_1pNdLXoI/AAAAAAAAAHY/V35UeFmxmk0/s72-c/13+h.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-2737367773275167292</id><published>2007-06-20T14:39:00.001-03:00</published><updated>2007-06-20T14:46:06.314-03:00</updated><title type='text'>Verde é a cor de dinheiro, verde é a cor da sorte</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmX9dLXjI/AAAAAAAAAGw/HeQFY0b5xn0/s1600-h/shrek+middle.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmX9dLXjI/AAAAAAAAAGw/HeQFY0b5xn0/s320/shrek+middle.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078202616656911922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Lá vou eu de novo falar sobre mais um número três que sai esse ano nas grandes telonas. Mas dessa vez não falo de piratas, e sim do ogro mais querido do cinema... Se é que há outro ogro para oferecer algum tipo de competição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Shrek Terceiro é a terceira (óbvio) investida do nosso debochado, para não dizer extremamente mal-educado e ranzinza amigo verde. Investida que já mostra resultados tão vultuosos quanto seus predecessores. Até agora a DreamWorks já engordou seu cofrinho com 281 milhôes de dólares só nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesse terceiro episódio o rei Harold morre, e resta a Shrek (na voz de Mike Myers) e Fiona (Cameron Diaz) o dever de assumir o poder do reino de Tão Tão Distante. Só que o ogro não é do tipo que se encaixa nesse novo cargo, e assim sai em busca do próximo na linhagem real: Arthur, ou Artie (Justin Timberlake), que não passa de um perdedor adolescente nos padrões americanos (o famoso loser).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt; Enquanto Shrek parte em sua procura acompanhado de seus fiéis companheiros, o Burro&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmjNdLXlI/AAAAAAAAAHA/32dVGpVxvRs/s1600-h/secund%C3%A1rios.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 336px; height: 196px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmjNdLXlI/AAAAAAAAAHA/32dVGpVxvRs/s320/secund%C3%A1rios.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078202809930440274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Falante (Eddie Murphy) e o Gato de Botas (Antonio Banderas), o Príncipe Encatado (Rupert Everett) tenta tomar o reino com uma invasão de todos os vilões de contos de fadas. Eu sei, muitos nomes famosos dublando os personagens, todos já bem conhecidos. Sem falar das participações de Julie Andrews como a mãe de Fiona e John Cleese e Eric Idle, do Monty Python como o Rei Harold e Merlin respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt; Sim, é um Três. Mas não é nem de perto decepcionante como outros que levam esse número. A animação é muito divertida e arranca gargalhadas facilmente, como quando é mostrada a escola de Artie, como um típico high school... só que medieval, incluindo gírias adaptadas para o inglês arcaico. Ou então, a resistência ao ataque do Príncipe Encantado, feita pelas princesas Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Bela Adormecida e uma das irmãs feias, sob o comando de Fiona. Vale mencionar que a Bela Adormecida é um show garantido, com seus ataques de narcolepsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmwtdLXmI/AAAAAAAAAHI/tEo9KFqVpm0/s1600-h/princesas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmwtdLXmI/AAAAAAAAAHI/tEo9KFqVpm0/s320/princesas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078203041858674274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt; A turma de coadjuvantes dos filmes anteriores também volta para garantir maior parte da diversão: Pinóquio, os três porquinhos, os três ratinhos cegos, o Lobo Mau e o Homem Biscoito (outro que sempre rouba a cena quando aparece). O trabalho impressionante dos animadores da DreamWorks também continua impecável e é responsável pela perfeição do longa, ou seja, a boa atuação de todas as personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt; Diversão garantida, mas a graça realmente está nos coadjuvantes e em todas sátiras feitas ao mundo das fábulas e dos contos de fadas. Justin Timberlake, único grande calouro nas dublagens, também mostra sua voz, dessa vez sem cantar, daria o mesmo se fosse a voz de um desconhecido. E o personagem Artie é daqueles bem enfadonhos. E para os pais desavisados, não deixem se enganar apenas porque estamos falando de uma animação. Shrek realmente foi feito para adultos, e provavelmente muitas de suas piadas vão passar despercebidas pelos pequenos que comparecerem a uma de suas seções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdão, então, chega ao seu terceiro filme quebrando a maldição do número. Não por ser um filme excepcionalmente inovador, mas por manter a graça e originalidade dos aspectos que lhe tornaram uma franquia de sucesso, dando à cor verde significado de bons auspícios... E de muitos lucros também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmcddLXkI/AAAAAAAAAG4/-LiODBmkHFQ/s1600-h/shrek+poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmcddLXkI/AAAAAAAAAG4/-LiODBmkHFQ/s320/shrek+poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078202693966323266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Shrek Terceiro &lt;/span&gt;(Shrek the Third)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Direção: &lt;/span&gt;Chris Miller, Raman Hui  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco (vozes):&lt;/span&gt; Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy, Antonio Banderas, Julie Andrews e Rupert Everett.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 93 min.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-2737367773275167292?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/2737367773275167292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=2737367773275167292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/2737367773275167292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/2737367773275167292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/06/verde-cor-de-dinheiro-verde-cor-da.html' title='Verde é a cor de dinheiro, verde é a cor da sorte'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlmX9dLXjI/AAAAAAAAAGw/HeQFY0b5xn0/s72-c/shrek+middle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-7967423197502401071</id><published>2007-06-20T14:00:00.000-03:00</published><updated>2007-06-20T14:21:24.723-03:00</updated><title type='text'>Além de véus e orações</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Cris Sinatura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlfFNdLXhI/AAAAAAAAAGg/1CU_P67OEZo/s1600-h/atravessando+a+ponte2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlfFNdLXhI/AAAAAAAAAGg/1CU_P67OEZo/s320/atravessando+a+ponte2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078194597952970258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;Qual é a idéia que se fa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;z da Turquia? Imagina-se mulheres escondidas dos pés à cabeça embaixo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt; de véus, homens ajoelhados em direção a Meca fazendo suas orações diárias e outr&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;os aspectos dessa cultura que nós, ocidentais, atribuímos a todo o mundo i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;slâmico sem nenhuma distinção?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O documentário “Atravessando a Ponte: o Som de Istambul” vem justamente para desfazer esses preconceitos ocidentais, escancarando uma outra realidade da Turquia, muito mais viva, pulsante e principalmente sonora. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Alexander Hacke, da banda alemã Einstürzende Neubauten, vasculha todos os cantos da capital turca em busca das diversas nuances da música local, sob a direção de Faith Akin (do celebrado Contra a Parede).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;A saga começa com a mistura de jazz, rock e sons orientais da banda neo-psicodélica Baba Zula, passa pela combinação de música eletrônica com elementos turcos da banda Orient Expressions, cruza com a influência punk e grunge no tradicional rock turco da banda Duman e experimenta o hip-hop engajado do rapper Ceza. Também retrata a arte de rua, com o breakdance anti-drogas do grupo Istanbul Style Breakers e o violão-e-voz à la Bob Dylan de &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Siyasiyabend. Explora a fusão da música com a dança feita pelo músico Mercan Ded&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;e, que entrelaça ritmos eletrônicos com a tradicional música sufi e exótica dança dervish. Destaca a importância dos grandes ídolos da música turca, como o pioneiro do rock Erkin Koray, o Elvis arabesco Orhan Gencebay e a aclamada dona da “voz de Istambul” Sezen Aksu.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rnlhn9dLXiI/AAAAAAAAAGo/0kxgmvFGy3o/s1600-h/atravessando+a+ponte.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rnlhn9dLXiI/AAAAAAAAAGo/0kxgmvFGy3o/s320/atravessando+a+ponte.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078197393976679970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;A música turca é exótica e única, marcada&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; pelo uso de instrumentos típicos, como o “saz” e o “ney”, e pela sonoridade do idioma turco. Entretanto há muitas semelhanças com a música ocidental, não por se expor a influências da mesma, mas por tratar em suas letras de assuntos tipicamente humanos. O sentimentalismo e o engajamento político-social definitivamente independem da convenção que divide o mundo em Oriente e Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;O documentário consegue, de forma bastante sinestésica, mostrar resultados positivos do contraste entre esses dois lados do globo, cujas divergências não poderiam encontrar lugar melhor que a música para se conciliar. Em uma hora e meia de cenas extremamente cativantes, tanto pelo aspecto visual como pelo sonoro, somos levados para além da ponte, onde há um mundo tão diferente daquele em que vivemos e que transborda uma cultura, no mínimo, intrigante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;“Atravessando a ponte” vai além de estereótipos e nos mostra que a Turquia é mais que mulheres de véus e orações constantes. Cenário melhor que Istambul para essa quebra de paradigmas não poderia haver – como a banda Baba Zula canta em uma de suas músicas, “essa cidade suga seu sangue, mas vale a pena morrer por ela”. O país, tido pelo Ocidente como foco de tensão geopolítica, também abriga uma incrível diversidade de pessoas que buscam expressar suas dores, suas idéias, seus amores, suas utopias, suas reivindicações e seus engajamentos através da mais universal de todas as línguas: a música.&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 7.5pt 0cm; line-height: 16.5pt; font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlebNdLXfI/AAAAAAAAAGQ/HvgTlVMm-r4/s1600-h/atravessando+a+ponte+-+poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 160px; height: 206px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlebNdLXfI/AAAAAAAAAGQ/HvgTlVMm-r4/s320/atravessando+a+ponte+-+poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078193876398464498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Atravessando a Ponte: O Som de Istambul&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; (Crossing the Bridge: The Sound of Istanbul)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 7.5pt 0cm; line-height: 16.5pt; font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Alemanha/Turquia, 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Direção&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  lang="EN-US" &gt;: Faith Akin &lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  lang="EN-US" &gt;Alexander Hacke, Baba Zula, Orient Expressions, Duman e Erkin Koray &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;b style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style=""&gt;Duração&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);font-family:Verdana;font-size:130%;"  &gt;: 90 min.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-7967423197502401071?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/7967423197502401071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=7967423197502401071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7967423197502401071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7967423197502401071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/06/alm-de-vus-e-oraes.html' title='Além de véus e orações'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RnlfFNdLXhI/AAAAAAAAAGg/1CU_P67OEZo/s72-c/atravessando+a+ponte2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-9085631761611253658</id><published>2007-06-05T11:59:00.000-03:00</published><updated>2007-06-05T14:56:51.395-03:00</updated><title type='text'>Não resolvido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Bruno Benevides&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV7hNdLXcI/AAAAAAAAAF4/IQINeqZ-kdY/s1600-h/Z-02382.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072596365780671938" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV7hNdLXcI/AAAAAAAAAF4/IQINeqZ-kdY/s320/Z-02382.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;O tema do serial killer é explorado pelo cinema há muito tempo. Clássicos como M, o Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang e Zaroff, o Caçador de Vidas, de Irving Pichel e E. B. Schoedsack, inauguraram este subgênero do suspense na longínqua década de 30. Desde então muitos já voltaram ao assunto, mas ele andava meio morto (sem trocadilhos) até que Bryan Singer, com Os Suspeitos, e David Fincher, com Se7en, o trouxeram de volta em meados dos anos 90. Era grande, portanto, a expectativa para Zodíaco, que marca a volta de Fincher ao universo desses assassinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme se baseia na história real do serial killer Zodíaco, que entre o fim da década de 60 e o começo da década de 80 assustou São Francisco, matando de 5 a 12 pessoas (a policia não sabe quantas foram as vitimas) e mandando cartas com charadas para os jornais. O caso não foi resolvido até hoje. Como fonte, foi utilizado o livro homônimo de Robert Graysmith, um dos participantes da investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim não é de se estranhar que Graysmith se torne o protagonista do filme, interpretado por Jake Gyllenhaal. Cartunista do San Francisco Chronicle, ele é um anti herói no melhor estilo Peter Parker, tímido, atrapalhado e sem sorte com mulheres. Logo que a primeira carta do assassino chega à redação ele passa a fazer uma investigação independente, auxiliando o jornalista drogado Paul Avery (Robert Downey Jr.), que cuida do caso. É só enquanto ele está em cena, aliás, que o filme funciona. Os dois são obrigados a se relacionar ainda com a dupla de detetives Dave Toschi (Mark Ruffalo), o brigão, e Bill Armstrong (Anthony Edwards), o sério, que conduzem as investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco se completa com Brian Cox como o advogado estrela Melvin Belli, que serve como alívio cômico no pouco tempo em cena, e Chloë Sevigny como o dispensável interesse amoroso de Graysmith. Merecem destaque ainda dois suspeitos de serem o assassino. Primeiro John Carroll Lynch, que faz o misterioso Arthur Leigh Allen, o principal candidato a ser o Zodíaco. O outro é John Ennis, que como Terry Pascoe protagoniza, em sua única aparição, a melhor cena do filme.   &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV8TtdLXdI/AAAAAAAAAGA/x7hLdWFgaWI/s1600-h/zodiac1.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072597233364065746" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV8TtdLXdI/AAAAAAAAAGA/x7hLdWFgaWI/s320/zodiac1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;Como é comum nas obras de Fincher, a parte técnica é bem realizada. A fotografia é segura e sem excessos. Figurino e direção de artes seguem pelo mesmo caminho, conseguindo criar uma São Francisco de quarenta anos atrás sem os costumeiros exageros. A cidade é real, acinzentada e misteriosa como toda grande metrópole. Mas o ponto alto é a trilha sonora, cheia de rocks daquele período que dão o clima certo para o filme. Pena que isso seja a única coisa que você vai se lembrar ao sair do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é dividida em duas partes. De um lado há a investigação sobre o assassino, conduzida como suspense. Do outro há um thriller psicológico que tenta entender a relação paranóica de Graysmith pelo caso. O problema é que os dois falham. O suspense não empolga. O Zodíaco mata enquanto quer e então para. Os policias investigam, investigam, não descobrem nada e desistem. Só Graysmith ainda persegue a história, mas no fim chega a conclusão que todos já tinham chegado. Já a tentativa de explicá-lo é rasa, já que apenas é mostrada sua obsessão pelo assassino, sem tentar entendê-la. No fim o filme cansa e não explica seu longo tempo de quase três horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zodíaco é assim um filme bem feito tecnicamente, mas rapidamente esquecível. Não foi dessa vez que Fincher voltou à forma de Se7en e Clube da Luta. Quem sabe na próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV6ntdLXbI/AAAAAAAAAFw/BJuEdq24YJQ/s1600-h/Poster+Zodi.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072595377938193842" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV6ntdLXbI/AAAAAAAAAFw/BJuEdq24YJQ/s320/Poster+Zodi.jpg" border="0" height="168" width="121" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;Zodíaco (Zodiac)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA (2007)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; David Fincher  &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt;Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr., Anthony Edwards e Chloë Sevigny &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 168 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-9085631761611253658?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/9085631761611253658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=9085631761611253658' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/9085631761611253658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/9085631761611253658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/06/bruno-benevides-o-tema-do-serial-killer.html' title='Não resolvido'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV7hNdLXcI/AAAAAAAAAF4/IQINeqZ-kdY/s72-c/Z-02382.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8311693092176591450</id><published>2007-06-05T11:48:00.000-03:00</published><updated>2007-06-11T16:16:00.194-03:00</updated><title type='text'>Uma "cigana" a solta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;em&gt;Tatiane Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072592869677292946" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV4VtdLXZI/AAAAAAAAAFg/8Po1QIIyNuQ/s320/transy.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Até onde um amor não correspondido pode acabar com a vida de uma pessoa? Mesmo com a solidão, será que alguém estaria disposto a largar sua vida e ficar andando sem nenhum destino pelas ruas, passando fome e frio, apenas porque se sente triste?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil de acreditar que exista alguém como Zingarina. Depois de ser abandonada pelo namorado na França e ser rejeitada por ele na Transilvânia (ela vai até lá para reencontrá-lo, supondo que ele havia sido deportado), ela foge da amiga Marie (Amira Casar) e fica perambulando pelas estradas da Transilvânia como uma criança de rua, comendo o que lhe dão e dormindo em qualquer lugar, sem nenhuma perspectiva. O que torna a trama ainda mais irreal é o fato de Zangarina estar g&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;rávida e nem ao menos se lembrar disso na hora de cometer a sua loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fascinação do diretor argelino Tony Gatlif pela cultura cigana talvez tenha sido o seu maior erro. Na tentativa de misturar a história da jovem Zingarina (Asia Argento, numa atuação incrível) com o povo cigano da Transilvânia, acaba não conseguindo seguir nem para um lado nem para o outro, fazendo um filme confuso e sem profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na continuidade da história, Zingarina reencontra Tchangalo (Birol Ünel), um vendedor de ouro e outras coisas que compra de pessoas humildes, que ela conhecera em um bar enquanto procurava por Milan (Marco Castoldi), seu namorado. Tchangalo, após uma cena completamente maluca, em que ele a vê vestida de cigana e começa a rir loucamente, passa a levá-la consigo. Ele mora em seu carro, e dorme e come na rua, pagando hotel apenas para se lavar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV369dLXYI/AAAAAAAAAFY/T634hRem3zw/s1600-h/transyl+2.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072592410115792258" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV369dLXYI/AAAAAAAAAFY/T634hRem3zw/s320/transyl+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;O filme, aparentemente, é uma tentativa de &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;misturar um problema social (o preconceito da sociedade em relação aos ciganos) com um romance fora dos padrões. Cenas de sexo e diálogos cheios de ódio cultural tentam chocar o espectador, mas só conseguem ser mais um fio solto dessa trama sem nenhuma conexão com qualquer coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchangalo e Zingarina são as peças principais desse romance em que aparência, posses e sanidade mental são as últimas coisas que importam. Quando se está só, qualquer coisa parece ser melhor que nada. Os opostos, nesse caso, não se atraem, pel&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;o contrário, já que são dois malucos juntos numa jornada sem nexo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV41NdLXaI/AAAAAAAAAFo/mLdcwfG_kKw/s1600-h/trans+1.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072593410843172258" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV41NdLXaI/AAAAAAAAAFo/mLdcwfG_kKw/s320/trans+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;Há que se dar, apesar de todos os defeitos do longa, os devidos créditos à trilha sonora, que foi, sem dúvidas, um espetáculo a parte (definitivamente merecedora &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;do prêmio Cannes de Melhor Música de 2006). A música regional romena torna o &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;filme mais interessante e cheio de alegria. No decorrer da trama, é a música que dá um ritmo mais acelerado, deixando &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;o espectador com o pensamento tão alucinado quanto o da protagonista.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;No fim, é fácil entender porque Milan fugiu tão bruscamente de Zingarina. Ninguém c&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;onseguiria casar com alguém como ela. Neurótica, maluca, impulsiva e sem o menor amor próprio. Ninguém, só Tchangalo, um personagem que con&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;funde li&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;berdade com insanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmWot9dLXeI/AAAAAAAAAGI/fQSRc4gwjpE/s1600-h/mail.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 159px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmWot9dLXeI/AAAAAAAAAGI/fQSRc4gwjpE/s320/mail.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5072646062847253986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;Transylvania (&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;Transylvania)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;França, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Tony Gatlif&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Asia Argento, Amira Casar e Birol Ünel&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 103 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8311693092176591450?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8311693092176591450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8311693092176591450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8311693092176591450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8311693092176591450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/06/uma-cigana-solta.html' title='Uma &quot;cigana&quot; a solta'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RmV4VtdLXZI/AAAAAAAAAFg/8Po1QIIyNuQ/s72-c/transy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-7060768502555092672</id><published>2007-05-29T21:38:00.000-03:00</published><updated>2007-05-30T14:31:59.666-03:00</updated><title type='text'>No fim do mundo... E no fim da trilogia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzJ78xKEHI/AAAAAAAAAFI/Rb-CCh00IcU/s1600-h/piratas_do_caribe3_06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070149312274108530" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzJ78xKEHI/AAAAAAAAAFI/Rb-CCh00IcU/s320/piratas_do_caribe3_06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;em&gt;Rafael Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Com certeza, quando o Pérola Negra tomou os mares, ninguém esperava que ele o fizesse mais outras duas vezes na grande telona. O que parecia apenas um blockbuster, entretenimento familiar, diversão despretensiosa e filme-pipoca, acabou se tornando um fenômeno de bilheteria e lançou moda. Piratas do Caribe se tornou uma das seqüências mais proveitosas da Disney. A franquia reviveu as grandes histórias de pirataria e ainda lançou um ícone cinematográfico, interpretado por Johnny Depp: Jack Sparrow, o malicioso, esperto, carismático, engraçado e afetado pirata, capitão da agora famosa embarcação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piratas do Caribe: No Fim do Mundo, é o último capítulo da trilogia bucaneira, mas não fique surpreendido se por acaso surgir um quarto episódio. Dessa vez Will Turner (na atuação enjoativa de Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (e os biquinhos típicos de Keira Knightley) com a ajuda do ressuscitado capitão Barbossa (o divertidíssimo Geoffrey Rush) e toda a tripulação do Pérola Negra, tem de resgatar Sparrow do mundo dos mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzIrsxKEFI/AAAAAAAAAE4/czT0BzzKnmU/s1600-h/piratas_do_caribe3_72.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070147933589606482" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzIrsxKEFI/AAAAAAAAAE4/czT0BzzKnmU/s320/piratas_do_caribe3_72.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Isso porque, dando continuidade aos dois outros filmes, Lord Cutler Beckett tomou conta dos mares e a pirataria corre o risco de deixar de existir para sempre. Assim, é convocada Confraria dos Lordes Piratas, grupo dos nove maiores capitães dos quatro cantos do mundo (que incluem Sparrow e Barbossa) para que possam decidir o que fazer diante de sua completa aniquilação. Ainda volta também o temido Davy Jones, que acaba sendo chantageado a lutar do lado de Beckett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;No Fim do Mundo deixa a desejar em todos os aspectos, exceto em beleza visual. Por uma bagatela de 300 milhões de dólares, a Disney criou cenários incríveis, batalhas épicas, monstros mais que realistas e tudo o que não pode faltar num blockbuster de aventura. De resto o filme é no mínimo confuso, com uma teia de traições e negociações difícil de acompanhar, e enfadonha se você considerar que o filme tem seus “rápidos” 168 minutos. Sem falar nas inúmeras informações inseridas de sopetão, sem nenhuma menção nos outros dois filmes, como a deusa Calypso, a própria Confraria, etc. Mas se você não der a mínima para esses detalhes do roteiro, pode aproveitar a ação desenfreada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;De atuações mesmo, só a de Geoffrey Rush e Johnny Depp, que ainda consegue ser bastante engraçado, mesmo que todos os trejeitos de Sparrow já estejam visivelmente desgastados nesse terceiro episódio. E se você prestar bastante atenção, atenção mesmo, você encontrará um Chow-Yun Fat cheio de cicatrizes como o capitão Sao Feng, em uma participação quase relâmpago, um mero coadjuvante estrelinha pra rechear os cartazes do filme. Há ainda outra participação rápida nesse capítulo final, uma menor ainda que a de Fat, mas que está sendo muito mais comentada, a do Rolling Stone Keith Richards, como figura paterna de Sparrow.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzI2cxKEGI/AAAAAAAAAFA/wYCB3w6mrp0/s1600-h/piratas_do_caribe3_67.jpg"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070148118273200226" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzI2cxKEGI/AAAAAAAAAFA/wYCB3w6mrp0/s320/piratas_do_caribe3_67.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;E depois de todo aquele tempo sentado olhando para mais água e água, o filme acaba num daqueles finais bem decepcionantes. Aí você sai da sala confirmando a teoria de que seqüências que surgem pelo sucesso de seus episódios anteriores só tendem a piorar mesmo, mas nem isso você ousa falar porque já é mais que óbvio. Deve ser coisa de cabala, numerologia. O três não deve trazer muita sorte ou coisa do gênero. E levando em consideração que praticamente estamos no ano do três, e que o novo do Homem-Aranha também foi uma grande decepção... Resta esperar Shrek Terceiro para confirmar a maldição desse número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzH6cxKECI/AAAAAAAAAEg/JSuRStUt7rI/s1600-h/piratas+poster.bmp"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070147087481049122" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 124px; height: 163px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzH6cxKECI/AAAAAAAAAEg/JSuRStUt7rI/s320/piratas+poster.bmp" border="0" height="175" width="157" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;strong&gt;Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At the World’s End)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2007&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Gore Verbinski &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Johnny Depp, Geoffrey Rush, Orlando Bloom, Keira Knightley e Chow-Yun Fat. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 168 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-7060768502555092672?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/7060768502555092672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=7060768502555092672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7060768502555092672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/7060768502555092672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/no-fim-do-mundo-e-no-fim-da-trilogia.html' title='No fim do mundo... E no fim da trilogia'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlzJ78xKEHI/AAAAAAAAAFI/Rb-CCh00IcU/s72-c/piratas_do_caribe3_06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-970475309249588270</id><published>2007-05-29T15:01:00.000-03:00</published><updated>2007-05-29T21:17:38.966-03:00</updated><title type='text'>Mais que sonhadores</title><content type='html'>&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0); FONT-STYLE: italic"&gt;Saulo Yassuda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlxtocxKEBI/AAAAAAAAAEY/b5bZcTwt41Y/s1600-h/proibido-proibir01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070047822196903954" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlxtocxKEBI/AAAAAAAAAEY/b5bZcTwt41Y/s320/proibido-proibir01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;"O ‘Jules e Jim’ brasileiro! O ‘Jules e Jim’ brasileiro" Foram essas as palavras que Caio Blat disse ter ouvido de muitos franceses no Festival de Biarritz, com a exibição de &lt;i&gt;Proibido Proibir&lt;/i&gt;, do diretor chileno-brasileiro Jorge Durán.&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Durán não gostou da comparação entre o longa francês e o brasileiro. Na pré-estréia de seu filme, no Espaço Unibanco de Cinema, em São Paulo, o diretor escarneceu: “não foi Truffaut que inventou o triângulo amoroso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apesar do comentário de Durán, &lt;i&gt;Proibido proibir &lt;/i&gt;trata de um triângulo amoroso, um triângulo cujos vértices têm nomes: Paulo, Leon e Letícia.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo (Blat), estudante de medicina cujo lema é, cinicamente, “proibido proibir”, divide uma quitinete com seu melhor amigo, Leon (Alexandre Rodrigues), aluno de ciências sociais. As diferenças entre os dois já começam no futebol: o primeiro torce pelo Botafogo, o segundo é Flamenguista. Enquanto Paulo usa drogas, leva uma vida boêmia e aparentemente sem se preocupar com o mundo que o cerca, Leon já é um rapaz engajado, politicamente correto e que desenvolve um programa social com crianças carentes. Leon namora Letícia (Maria Flor), romântica e, ao mesmo tempo, forte estudante de arquitetura por quem também Paulo se apaixona.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conflito amoroso entre os estudantes vai ser cruzado e, ao mesmo tempo, agitado por uma trama paralela, de viés mais social. O trio resolve ajudar uma paciente terminal do Hospital Universitário a rever seu filho, perseguido por policiais corruptos. É nesse momento que os três jovens de classe média se embrenham nas favelas cariocas e deparam-se com a verdadeira realidade “podre” do mundo (num recorte distinto da recente safra de filmes nacionais). Em um dos momentos de maior densidade do longa, Letícia desabafa: “Tá tudo podre. A gente se finge de cego pra não ver”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-INDENT: 0.38in; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rlxs_sxKEAI/AAAAAAAAAEQ/2XNU4kZj0ew/s1600-h/proibido+proibir.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070047122117234690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/Rlxs_sxKEAI/AAAAAAAAAEQ/2XNU4kZj0ew/s320/proibido+proibir.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O inconformismo político, não necessariamente engajado – o que diz muito respeito à geração atual –, do trio mais seus conflitos amorosos se enlaçam de forma harmoniosa e coerente, o que resulta num filme bonito, fluente e verossímil, com diálogos bastante densos. Durán credita todo o realismo com que o cotidiano e o interior das personagens são construídos aos seus alunos universitários. Professor de cinema, ele autoriza que o pessoal “coloque o dedo” no filme, que exponha suas idéias e realize mudanças. Durán autoriza o mesmo aos atores. O final, por exemplo, seria diferente – segundo ele – se essas “mexidas” no roteiro não fossem autorizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Proibido proibir&lt;/i&gt; tem um desfecho em aberto dos mais bonitos do cinema nacional. Assim como o restante de todo o filme, não há idealização, não há saídas fáceis, há a realidade de um rito de passagem de três jovens para a vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaborou também para a qualidade do longa o elenco de jovens atores, com destaques sobretudo a Caio Blat, que consolida seu lugar no cinema nacional, e a Maria Flor (subaproveitada agora em telenovelas globais). Outro ponto alto do filme são as locações na zona norte carioca, incomum no cinema nacional (acomodado ao binômio zona sul / morros cariocas). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-INDENT: 0.38in; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Proibido proibir&lt;/i&gt; é mais um filme sobre triângulos amorosos, mas não é só um filme de triângulos amorosos. É um filme sobre se inconformar, um filme sobre lutar, um filme sobre crescer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-INDENT: 0.38in; TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlxstMxKD-I/AAAAAAAAAEA/bWg1tTN9-3U/s1600-h/proibido-proibir-poster01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070046804289654754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 207px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 207px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlxstMxKD-I/AAAAAAAAAEA/bWg1tTN9-3U/s320/proibido-proibir-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Proibido proibir&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;(Brasil / Chile – 2006)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justifyfont-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;Direção: &lt;/b&gt;Jorge Durán&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;Elenco: &lt;/b&gt;Caio Blat, Alexandre Rodrigues, Maria Flor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,204); FONT-FAMILY: trebuchet ms; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR" style="MARGIN-BOTTOM: 0in; COLOR: rgb(255,255,204); TEXT-ALIGN: justify" face="trebuchet ms"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;Duração: &lt;/b&gt;100 min.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-970475309249588270?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/970475309249588270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=970475309249588270' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/970475309249588270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/970475309249588270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/saulo-yassuda-o-jules-e-jim-brasileiro.html' title='Mais que sonhadores'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlxtocxKEBI/AAAAAAAAAEY/b5bZcTwt41Y/s72-c/proibido-proibir01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-8560846102627766274</id><published>2007-05-22T17:22:00.000-03:00</published><updated>2007-05-22T17:35:22.499-03:00</updated><title type='text'>Casos do acaso</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Henrique Hiraoka&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNSN8xKD8I/AAAAAAAAADw/sYecXiljBoI/s1600-h/fauteuilsd_orchestre_08cor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNSN8xKD8I/AAAAAAAAADw/sYecXiljBoI/s320/fauteuilsd_orchestre_08cor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067484405326024642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Diz a sabedoria p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;opular que ninguém está satisfeito com aquilo que tem. As personagens de Um Lugar na Platéia parecem concordar com esse ditado. Jéssica (a carismática e talentosa Cécile&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt; de France) é uma garota do interior que se &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;muda para Paris a fim de curar uma dor de cotovelo e acabar com a monotonia de sua vida. Catherine (Valérie Lemercier numa atuação inspiradíssima) é atriz e protagoniza uma popular série de tv, porém não se sente realizada nem com a fama, nem com a fortuna que &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;ganha por episódio do programa. Lefort (Albert Dumontel numa emocionante performance) é um pianista bem sucedido que a cada dia está mais entediado por causa de sua exaustiva rotina de apresentações, ensaios e entrevistas. Grumberg dedicou a vida colecionando obras de arte e repentinamente decide vender todas suas relíquias que possui. Essas personagens e tantas outras têm as vidas entrelaçadas dias antes de três importantes acontecimentos: a estréia da peça de Catherine, o leilão de Grumberg e o concerto de Lefort. Elas se cruzam, se modificam (mesmo que inconscientemente) e são levadas a p&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;ensar sobre o que querem realmente da vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sem protagonistas, no melhor estilo de Robert Altman, Um Lugar na Platéia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; transcende gêneros, fazendo rir e chorar. Com ótimas atuações, personagens críveis e diálogos deliciosos, o filme nos brinda com seqüências formidáveis, como aquela em que Lefort se rebela durante uma apresentação, libertando–se da vida luxuosa que o sufocava, e com esquetes hilárias, como quando Catherine tenta convencer um importante cineasta que é a atriz perfeita para estrelar sua próxima produção, embora os dois tenham visões diferentes sobre a personagem. Valérie Lemercier, por sinal, consegue a proeza de ter uma interpretação por vezes teatral, sem soar ridícula ou “over”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNSVsxKD9I/AAAAAAAAAD4/qjEX1D0CPhU/s1600-h/cecile02.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNSVsxKD9I/AAAAAAAAAD4/qjEX1D0CPhU/s320/cecile02.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067484538470010834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Acompanhando cada personagem, percebemos que por trás das desilusões, sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; existe um fio de esperança, vemos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; que é preciso coragem para assumir nossos íntimos desejos e que fazer o que os outros esperam, seguindo convenções pré–estabelecidas, não é garantia nem de felicidade, nem de satisfação. O filme mostra que o acaso faz parte de nossa existência e que as interações que temos uns como os outros, por mais banais que possam parecer, são capazes de ter um efeito decisivo em nosso futuro. Um Lugar na Platéia defende a idéia de que a fama, o conforto e o dinheiro podem ser perigosas prisões que envolvem e ludibriam nossos sentidos, impedindo a perce&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;pção de que a felicidade está contida nas coisas simples da vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tendo em mãos uma história simples e aparentemente ingênua, a diretora Daniele Thompson cria uma belíssima crônica do cotidiano. Um Lugar na Platéia mostra que o que move as pessoas é a insatisfação, e o mundo não é necessariamente dividido em palco e platéia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face="trebuchet ms" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNRxcxKD7I/AAAAAAAAADo/64owflqe5Is/s1600-h/fauteuils_orchestre_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 144px; height: 197px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNRxcxKD7I/AAAAAAAAADo/64owflqe5Is/s320/fauteuils_orchestre_01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067483915699752882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;b&gt;Um Lugar na Platéia&lt;/b&gt; (Fauteuils d'Orchestre)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;França, 2005&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Direção&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;: Danièle Thompson &lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Cécile de France, Albert Dupontel, Valérie Lemercier, Dani e Sydney Pollack &lt;b&gt;Duração&lt;/b&gt;: 105 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-8560846102627766274?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/8560846102627766274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=8560846102627766274' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8560846102627766274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/8560846102627766274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/casos-do-acaso.html' title='Casos do acaso'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNSN8xKD8I/AAAAAAAAADw/sYecXiljBoI/s72-c/fauteuilsd_orchestre_08cor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-3766277115356420016</id><published>2007-05-22T17:00:00.001-03:00</published><updated>2007-05-22T17:22:34.055-03:00</updated><title type='text'>Um pouco de realidade</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Tatiane Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="trebuchet ms" style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNOJMxKD6I/AAAAAAAAADg/V_N30YfadVU/s1600-h/desjo+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 330px; height: 218px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNOJMxKD6I/AAAAAAAAADg/V_N30YfadVU/s320/desjo+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067479925675134882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;Misturar aprofundamento psicológico e personagens perturb&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;adas pode se tornar problema, mas com certeza não o foi para a diretora Pernille Fischer Christensen, que marcou sua estréia em longas metragens (até então havia feito apenas curtas e médias metragens) com um filme envolvente e tentador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A história de “Além do Desejo” se passa entre dois vizinhos: um&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; mulher confusa que fugiu do namorado enquanto esse viajava e um transexual que espera uma autorização do governo dinamarquês para fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Se isso parece complicado, misture aí o medo de Charlotte (&lt;span style=""&gt;Trine Dyrholm) de ficar sozinha, caracterizado por sua insistência em deixar suas coisas em caixas, ao invés de arrumar seu novo apartamento. Além disso, Verônica (&lt;/span&gt;David Dencik), o transexual, vive uma guerra interna entre viver com sua dor interior, que inclui a não aceitação de seu pai, o fato de ser prostituta, o medo e a angústia da mãe, ou se matar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A história fica mais sedutora quando Verônica, após briga com a mãe, tenta se matar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ngerindo uma quantidade muito grande de calmantes. Seu cachorro, que aliás deveria ganhar um prêmio pela brilhante atuação, não pára de latir, preocupado com o dono. Charlotte, que não consegue dormir com tanto barulho, desce para o apartamento do vizinho para reclamar, e acaba se deparando com Verônica desmaiada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Após recuperação no hospital, Verônica se&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; vê obrigada a retribuir de alguma forma a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; vizinha, e eles acabam se envolvendo cada vez mais. E isso é só o começo. O filme vai te prendendo cada vez mais por sua trama aparentemente simples, por ter o formato típico das “soap operas”, mas que a cada parte vai se complicando mais.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNOD8xKD5I/AAAAAAAAADY/q-KgZ7v4eDQ/s1600-h/desejo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNOD8xKD5I/AAAAAAAAADY/q-KgZ7v4eDQ/s320/desejo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067479835480821650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O formato escolhido ajuda o espectador a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; entrar mais na trama, sem se perder nela. O mesmo acontece com o enquadramento, que faz com que nos sintamos dentro da cena, como se pudéssemos mudar alguma coisa. O narrador, que faz um pequeno resumo comentado, parece explicar o que aconteceu, mas, como nas novelas típicas americanas, só faz com que o espectador se sinta mais envolvido, mas sem conseguir entender realmente o que aconteceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um filme com tantas cenas de sexo e violência, trilha em uma linha tênue entre o belo e o vulgar. A diretora, ciente disso, soube não atravessar essa linha, fazendo de “Além do Desejo” um filme sem nenhum exagero. O mais importante do filme não é o que vai acontecer com cada personagem no final. Isso pouco importa, na verdade. O importante é sair da sala com a mente aberta o suficiente para perceber que nem sempre queremos aquilo que achamos que queremos e que não importa se o realizaremos ou não, nunca nos sentiremos t&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;otalmente realizados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No fim, saímos nos sentindo mais vivos, mais reais. O que realmente sabemos de nós mesmos? Será que sabemos quem somos ou quem queremos ser? O que nem Freud conseguiu explicar, fica nas entrelinhas de um filme marcante, provocante e cheio de segundas intenções.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNNOcxKD4I/AAAAAAAAADQ/YK432b8zjhE/s1600-h/cartaz+alem+do+des.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNNOcxKD4I/AAAAAAAAADQ/YK432b8zjhE/s320/cartaz+alem+do+des.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067478916357820290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Além do Desejo (A Soap / En Soap)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Dinamarca, 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção: &lt;/span&gt;Pernille Fischer Christensen &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco: &lt;/span&gt;Trine Dyrholm, David Dencik, Frank Thiel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração: &lt;/span&gt;104 min.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-3766277115356420016?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/3766277115356420016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=3766277115356420016' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3766277115356420016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3766277115356420016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/misturar-aprofundamento-psicolgico-e.html' title='Um pouco de realidade'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RlNOJMxKD6I/AAAAAAAAADg/V_N30YfadVU/s72-c/desjo+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-6874822480670219920</id><published>2007-05-02T14:38:00.000-03:00</published><updated>2007-05-02T14:49:36.038-03:00</updated><title type='text'>As Cores e os Sons da Cegueira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjOZ3nzBnI/AAAAAAAAAC4/HeIjuWj_m1w/s1600-h/Rosso1.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjOZ3nzBnI/AAAAAAAAAC4/HeIjuWj_m1w/s320/Rosso1.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060021125173675634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic; text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Rafael Benaque&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É difícil ver um filme baseado em fatos reais que não seja romantizado e/ou exagerado. Porém, “Vermelho como o Céu”, que conta como o famoso editor de som Mirco Mencacci perdeu a visão, do diretor Cristiano Bortone, consegue fugir desse padrão. Tudo começa em uma pequena cidade perto de Piza, em 1970. Foi nesse ano que Mirco, então com 10 anos, brincando com a espingarda do pai perdeu a visão e por causa de uma lei italiana da época que afirmava que os cegos não são capazes de freqüentar escolas para “pessoas normais”, o garoto foi transferido para o Instituto Cassoni, um colégio especializado em crianças com deficiência visual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É nesse instituto que o jovem Mencacci (Luca Capriotti) começa a demonstrar o seu talento para a edição de som. Para realizar um trabalho sobre a natureza, ele, junto com seu amigo Felice (Simone Gullì), rouba um gravador e fitas da sala dos professores, e começa a gravar sons e editá-los. Isso lhe causa problemas com o diretor e desperta o interesse de seu professor Don Giulio (Paolo Sassanelli).&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjNjHnzBmI/AAAAAAAAACw/zenAz_bOELM/s1600-h/Rosso2.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjNjHnzBmI/AAAAAAAAACw/zenAz_bOELM/s320/Rosso2.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060020184575837794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É nesse contexto que se insere o roteiro assinado por Bortone e&lt;/span&gt; Paolo Sassanelli que, apesar de caminhar à beira do abismo do clichê moralizante em seu final, se mostra leve e sutil. O diretor Bortone conduz o filme também de forma suave e despretensiosa, sem perder o espectador em nenhum momento. Além do roteiro e direção eficientes, os tons pastéis da fotografia e a trilha sonora, que vai se tornando mais presente e mais intensa com o desenrolar da história, são determinantes para criar uma atmosfera que valoriza a audição em detrimento da visão.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;“Vermelho como o Céu”, vencedor d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;o prêmio do público de melhor filme estrangeiro na Mostra Internacional de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Cinema de São Paulo no ano passado,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; é um belo e competente filme que demonstra na moderação das emoções e na leveza da narração toda a sua qualidade e poesia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjNPnnzBlI/AAAAAAAAACo/SDn66AAA1Ak/s1600-h/Rosso3.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 135px; height: 194px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjNPnnzBlI/AAAAAAAAACo/SDn66AAA1Ak/s320/Rosso3.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060019849568388690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Vermelho como o Céu &lt;/b&gt;(Rosso como il cielo)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Itália, 2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Direção:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt; Cristiano Bortone &lt;b style=""&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Luca Capriotti, Parizia La Fonte e Paolo Sassanelli &lt;b style=""&gt;Duração:&lt;/b&gt; 96 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-6874822480670219920?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/6874822480670219920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=6874822480670219920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6874822480670219920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6874822480670219920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/as-cores-e-os-sons-da-cegueira.html' title='As Cores e os Sons da Cegueira'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjOZ3nzBnI/AAAAAAAAAC4/HeIjuWj_m1w/s72-c/Rosso1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-5095715437218048329</id><published>2007-05-02T14:27:00.000-03:00</published><updated>2007-05-02T14:34:55.944-03:00</updated><title type='text'>“Assim externarei a lembrança de um passado sombrio”</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjLcnnzBkI/AAAAAAAAACg/GeuTF4GlKH8/s1600-h/batismo-de-sangue08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjLcnnzBkI/AAAAAAAAACg/GeuTF4GlKH8/s320/batismo-de-sangue08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060017873883432514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Tatiane Klein&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify;" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Das várias impressões artísticas e intelectuais sobre os anos da ditadura no Brasil, talvez a menos esperada pelo“grande público seja a de um frei dominicano – mesmo que o nome dele não esteja desvinculado de muitos jornais, revistas e websites. Tendo realizado de um modo bastante particular o desejo revelado por um dos últimos versos de Frei Tito de Alencar Lima (registrado no título desse texto), o conhecido Frei Betto, autor do livro de memórias &lt;i&gt;Batismo de Sangue, guerrilha e morte de Carlos Marighella&lt;/i&gt;, desvela uma série de identidades apagadas pela violência do regime e esquecidas pela história.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Com a mesma intenção, o filme homônimo de Helvécio Ratton procura se descolar da matriz literária e apresentar outras óticas sobre o drama narrado por Betto (Daniel de Oliveira). Ora mesclando passagens separadas no livro em uma única cena, ora ressaltando elementos pouco enfocados pela obra original, &lt;i&gt;Batismo de Sangue&lt;/i&gt; não se concentra na história de Marighella e sua relação com os dominicanos da Teologia da Libertação, e procura exaltar os dramas pessoais que permearam esse cenário histórico. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aí mora o grande problema: o afastamento em relação ao livro (que compartimenta em seus capítulos histórias fechadas em si, mas conectadas por uma temática) não parece muito bem sucedido. A linha-guia da narrativa tem a intenção de ser definida pelos personagens e suas experiências, mas, porque se achou necessária uma contextualização histórica, os trechos em que as experiências não são os pontos primordiais se tornam apêndices que causam estranhamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjK63nzBjI/AAAAAAAAACY/RNoMlQ-45xA/s1600-h/batismo-de-sangue02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjK63nzBjI/AAAAAAAAACY/RNoMlQ-45xA/s320/batismo-de-sangue02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060017294062847538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As reuniões para os congressos da UNE, o ambiente na USP e os diálogos nos corredores do Mosteiro de São Domingos são quase cenários forjados para explicar os rumos da história. Se fosse tomada uma perspectiva mais apontada para o material humano presente na história, estes termos acessórios podiam ganhar mais caráter de comentário esparso do que de lição superficial sobre os tempos da ditadura. Não há rigor contextual, nesse sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O esforço do filme em descentrar-se da figura de Marighella (e afastar a polêmica da relação dos dominicanos com a morte do revolucionário da Aliança Nacional Libertadora) acaba por transformar esse último num líder-fantoche que aparece, de vez em quando, para instruir seus seguidores. Ademais, o filme deixa de negar a versão policial sobre a morte de Marighella (a versão que “culpa” os frades torturados por levarem o líder ao encontro do pessoal do Esquadrão da Morte), o que faz o livro de Betto, apresentando argumentos que praticamente comprovam a encenação da morte do revolucionário.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjKwnnzBiI/AAAAAAAAACQ/mDjRVPLXobI/s1600-h/batismo-de-sangue01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjKwnnzBiI/AAAAAAAAACQ/mDjRVPLXobI/s320/batismo-de-sangue01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060017117969188386" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A estética escolhida por Ratton só ganha força (e deve ser louvada por isso) quando é colocada em cena a miséria de Frei Tito, atormentado psiquicamente por conta da tortura. Obviamente, essa força tem origem na história real de Tito e no relato detalhado que Betto faz dele, mas tanto a atuação de Caio Blat quando o ambiente fotográfico das cenas que ele protagoniza, testemunham muito bem essa angústia. Para alguns pode parecer um sensacionalismo calcado em gritos entre choques elétricos e espancamentos, mas são só essas imagens que permitem a relação do batismo com o sangue. Ratton, formado em Psicologia, não podia deixar de notar o que foi responsável por destruir, além dos corpos dos presos nas catacumbas do DEOPS, a psique do cearense poeta cantarolante Tito. Mais: não podia deixar de revelar que isso ocorria não só com comunistas leigos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O que salva o filme de Ratton da perdição dada pela falta de coesão entre os dramas particulares e a trama contextual é o belo diálogo que se consegue apresentar ao público pela da relação entre a fé cristã e a perspectiva política marxista. Quebrados por dentro e por fora, os dominicanos não aparecem como santos-mártires da religião, nem a religião católica é colocada como elemento de “santificação” do movimento revolucionário da época. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A tradução desse canto “humano, demasiado humano” da história fica muito claro na cena que abre e fecha o filme. O que é “sagrado” pôde também ser profanado e todos aqueles que podiam se segurar em algo para suportar a violência (nesse caso, em deus ou na idéia dele), também eram capazes de ser destituídos de suas identidades. Forte, ainda que traído por escolhas do roteiro, &lt;i&gt;Batismo de Sangue&lt;/i&gt; não perde o ranço de realidade desesperadora do relato original: emociona e machuca quem assiste. Enfia demônios pra dentro de nossa própria goela; destrói o trivial que nos abarca e mostra da hóstia uma face desconhecida: aquela que não é branca e não resplandece porque desceu do altar; desceu o altar e se fez em bolacha de maisena com suco de uva artificial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjKOXnzBgI/AAAAAAAAACA/9Upr0748cyk/s1600-h/batismo-de-sangue-poster01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 141px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjKOXnzBgI/AAAAAAAAACA/9Upr0748cyk/s320/batismo-de-sangue-poster01.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060016529558668802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;Batismo de Sangue&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: trebuchet ms; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Brasil, 2006&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:130%;" &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Direção: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:&amp;quot;;font-size:130%;"  &gt;Helvécio Ratton &lt;b style=""&gt;Elenco: &lt;/b&gt;Caio Blat, Daniel de Oliveira, Ângelo Antônio, Marku Ribas e Cássio Gabus Mendes &lt;b style=""&gt;Duração: &lt;/b&gt;110 min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-5095715437218048329?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/5095715437218048329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=5095715437218048329' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5095715437218048329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/5095715437218048329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/05/assim-externarei-lembrana-de-um-passado.html' title='“Assim externarei a lembrança de um passado sombrio”'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RjjLcnnzBkI/AAAAAAAAACg/GeuTF4GlKH8/s72-c/batismo-de-sangue08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-3419927305487774023</id><published>2007-04-23T12:10:00.000-03:00</published><updated>2007-04-23T12:31:34.104-03:00</updated><title type='text'>Fé</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizP4yqSIiI/AAAAAAAAABo/mf_URsMunmI/s1600-h/colheita+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizP4yqSIiI/AAAAAAAAABo/mf_URsMunmI/s320/colheita+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056645056208970274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Como discernir o que é real ou não na vida de cada um de nós?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fé.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em Colheita do Mal, Katherine Winter (a atriz ganhadora de dois Oscar, Hilary Swank) é uma ex-missionária, que depois do assassinato brutal de sua filha e marido em um trabalho voluntário no Sudão, passa a desacreditar em milagres e qualquer assunto sobrenatural. Torna-se então uma cética professora universitária, que investiga casos de eventos “milagrosos”, desvendando o que realmente acontece por trás de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Mas tudo muda quando Doug Blacwell, professor da cidadezinha de Haven, requisita os serviços de Katherine para resolver uma série de acontecimentos similares as pragas do Antigo Testamento e cuja culpa, segundo os moradores, seria da menina Loren McConnell. Chegando em Haven, Katherine tem de proteger a criança da ira dos cidadãos, enquanto tenta descobrir o que está causando todas as pragas. No processo, porém, ela perceber que tudo parece bem mais real do que esperava. Se torna impossível distinguir verdades. E aí voltamos na pergunta do começo dessa resenha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizNwCqSIhI/AAAAAAAAABg/fUYDBQoXiWc/s1600-h/colheita+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizNwCqSIhI/AAAAAAAAABg/fUYDBQoXiWc/s320/colheita+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056642706861859346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Colheita do Mal é um filme bastante interessante considerando seu gênero, o suspense sobrenatural. Ganha vários pontos por não exagerar na sanguinolência e nas mortes desnecessárias além de não colocar cenas de propósito questionável e que estimulam mais o riso do que o medo (como as cenas dos cervos em o Chamado 2). Claro que nesse filme não poderia faltar uma criança misteriosa. A história é consistente, com analogias interessantes e pertinentes, mas que provavelmente vai enfadar aqueles que odeiam a mistura religião/terror/Satã/eseufilhotambém. O filme com certeza é mais interessante e cativante do que outros dessa safra (não diria assustador, porque hoje em dia é difícil achar um filme que realmente assuste, a não ser Glitter).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tornou-se comum também no gênero utilizar-se do carisma do ator protagonista (geralmente mulheres bonitas, fortes e quase sempre com cordas vocais resistentes), que é quem realmente se ferra em todas as cenas, mas que acaba o filme vivo, com direito a frase de efeito. No caso de Colheita do Mal, isso não funciona muito bem. Não que Hillary Swank não esteja bem no filme (segurem as turbas enfurecidas), só que qualquer um que já viu os seus trabalhos como Meninos não Choram e Menina de Ouro, sabe que Swank foi feita para grandes papéis, fortes, com profundidade psicológica e que realmente tomem toda a energia e esforço do ator. O papel de Katherine, portanto, parece muito comum para ela.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizQ2yqSIkI/AAAAAAAAAB4/vccu2KaLo7w/s1600-h/colheita+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizQ2yqSIkI/AAAAAAAAAB4/vccu2KaLo7w/s320/colheita+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056646121360859714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; História tem lá seus clichês básicos, como o fato de Katherine se tornar dura e fria por causa de uma perda familiar. Mas aqui, essa relação é mostrada com certo cuidado pelo diretor Stephen Hopkins (A Vida e Morte de Peter Sellers), em fragmentos e imagens fortes. E claro, o segredo da trama é inesperado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; O final (e quando digo final, digo o último quadro a passar pelo projetor) poderia ter sido mais impactante no que diz respeito a música. O corte é muito seco, sem atrativos, deixando aquela espera por algo a mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;A música do filme se encaixa perfeitamente com as cenas de suspense, e a montagem também é muito bem feita, cheia de cortes, e flashbacks que misturam realidade e sonho, uma mistura fluída, que confunde o espectador e que dará sentido ao final da trama. Katherine passa o filme inteiro transitando por essa linha tênue que divide esses dois mundos que ela obrigou a criar, um dos fatos, das verdades absolutas, e o mundo do sobrenatural, do divino, da religião. Um mundo também de muita dor para ela. Mas quando essa linha desaparece por completo, em que confiar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizNKiqSIfI/AAAAAAAAABQ/fRhpLYGclLU/s1600-h/Poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 128px; height: 188px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizNKiqSIfI/AAAAAAAAABQ/fRhpLYGclLU/s320/Poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056642062616764914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;A Colheita do Mal (The Reaping)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA, 2007&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção: &lt;/span&gt;Stephen Hopkins &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco: &lt;/span&gt;Hillary Swank, David Morrissey, AnnaShopia Robb, Stephen Rea. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 96 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-3419927305487774023?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/3419927305487774023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=3419927305487774023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3419927305487774023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/3419927305487774023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/04/f.html' title='Fé'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizP4yqSIiI/AAAAAAAAABo/mf_URsMunmI/s72-c/colheita+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-1214537094338821993</id><published>2007-04-23T11:54:00.000-03:00</published><updated>2007-04-24T17:04:05.130-03:00</updated><title type='text'>Ilusão de ótica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizKXSqSIeI/AAAAAAAAABI/0_LYU5A7FKM/s1600-h/281x211.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizKXSqSIeI/AAAAAAAAABI/0_LYU5A7FKM/s320/281x211.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056638983125213666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;font-size:130%;" &gt;Henrique Hiraoka&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;            &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;À primeira vista, A Última Cartada é apenas mais um filme de ação, porém tem um ar de originalidade&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;Buddy Israel é o cara. Trabalhando como ilusionista, ganhou a simpatia de mafiosos italianos e tornou-se íntimo deles. Em pouco tempo, entrou para a vida do crime em grande estilo e foi apontado como sucessor de Sparazza, o chefão da Cosa Nostra, a famigerada organização criminal de origem siciliana.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);"&gt;O FBI viu na prisão do ilusionista a oportunidade de desmantelar a rede de cr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;iminosos. Com isso, os gangsters passaram a ver Buddy (Jeremy Piven) não mais como um aliado e sim como uma ameaça. Perseguido por policiais e bandidos, Buddy se esconde, dando início a um jogo de gato e rato que envolve agentes federais (Ray Liotta, Andy Garcia e Ryan Reynolds), a máfia italiana, um caçador de recompensa (um Ben Affleck canastrão e apagado) e seus comparsas: duas assassinas de aluguel (uma delas interpretadas pela estonteante Alicia Keys), três irmãos truculentos e um matador cujo o rosto ninguém conhece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse mote o diretor e roteirista Joe Carnahan (do imperdível Narc) faz um filme de ação acima da média, que não se apóia nem no carisma dos atores, nem utiliza elementos típicos do gênero, como excesso de efeitos especiais e músculos à mostra. A grande quantidade de personagens prejudica um pouco o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;entendimento da história, mas a edição muito ágil e a bem escolhida trilha sonora impõem um ritmo frenético ao filme.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizJ7CqSIdI/AAAAAAAAABA/IbGaMdJwxJE/s1600-h/smokin14.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizJ7CqSIdI/AAAAAAAAABA/IbGaMdJwxJE/s320/smokin14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056638497793909202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Carnahan abusa das cenas de violência, e brinda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; o espectador com seqüências de tirar o fôlego como a do tiroteio no elevador. Os momentos de pseudo humor são totalmente dispensáveis, além de não acrescentarem nada ao filme. As reviravoltas dos últimos 20 minutos do filme, de fato, surpreendem, porém levam para um desfecho um tanto decepcionante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 36pt; color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado o diretor teve a coragem de escalar o astro Ben Affleck para um papel tão insignificante quanto os dotes artísticos do galã, por outro pecou no final, que é um tanto certinho, para não dizer moralizante. Ao que parece, Carnahan perdeu a autonomia que tinha em outros filmes, no momento em que se rendeu aos encantos de Hollywood. De qualquer modo, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A Última Cartada não deixa de ser uma grande opção de entretenimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizJcCqSIcI/AAAAAAAAAA4/WiS_VOkoiUw/s1600-h/yamanin_341951_1%255B577133%255D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 128px; height: 175px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizJcCqSIcI/AAAAAAAAAA4/WiS_VOkoiUw/s320/yamanin_341951_1%255B577133%255D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056637965217964482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Última Cartada (Smokin' Aces)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(255, 255, 204); text-align: justify;font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA, 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção:&lt;/span&gt; Joe Carnahan. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; Ray Liotta, Ben Affleck, Ryan Reynolds, Alicia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt; Keys, Andy Garcia e Matthew Fox. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt;109 min.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-1214537094338821993?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/1214537094338821993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=1214537094338821993' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/1214537094338821993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/1214537094338821993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/04/iluso-de-tica.html' title='Ilusão de ótica'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RizKXSqSIeI/AAAAAAAAABI/0_LYU5A7FKM/s72-c/281x211.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-6498836956053099415</id><published>2007-04-16T12:56:00.000-03:00</published><updated>2007-04-16T13:06:05.452-03:00</updated><title type='text'>Morte aos leões</title><content type='html'>&lt;p style="font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Rodolfo Mendes&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOcxh8Jf1I/AAAAAAAAAAg/UWTslXPCtRo/s1600-h/Prey_03-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOcxh8Jf1I/AAAAAAAAAAg/UWTslXPCtRo/s320/Prey_03-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054055581578002258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Existem alguns filmes tão ruins que podem ser resumidos em uma frase. Existem outros filmes piores ainda que podem ser resumidos em uma ou duas palavras. Nesse caso, 'Caçados' pode ser resumido em uma só: execrável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Isso mesmo, EX&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;ECRÁVEL. Logo depois de ver o filme, a sensação e a&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;s dúvidas que surgem são "alguém realmente tirou isso do papel?"..."quem foi o louco que achou que essa coisa ia dar dinheiro?"..."queimem os cinemas!"..."ah! vá se fuder!".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Deixemos a exaltação de lado e vamos à argumentação. Caçados é um filme pretensamente de terror e suspense com enredo batido e pífio: papai leva o casal de filhinhos 'aborrecentes' para passar uma temporada nas savanas africanas; só que durante um safari do qual o papai teve que se ausentar, eles se metem em encrenca e viram presas dos animais selvagens. O clímax do filme, se é que ele existe, é observar dois p&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;ré-adolescentes e sua madrasta presos num jipe à mercê dos leões famintos por carne humana, com direito ao velho clichê de ver todo mundo morrendo na boca dos leões, todo mundo menos os três, lógico... &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:130%;"&gt;Isso resume praticamente tudo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOdBh8Jf2I/AAAAAAAAAAo/9Xgu4AporPY/s1600-h/Prey_05.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOdBh8Jf2I/AAAAAAAAAAo/9Xgu4AporPY/s320/Prey_05.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054055856455909218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Bom, em filmes como esse uma boa pedida&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; sempre foi o apelo erótico. Mas nem isso Caçados se deu ao trabalho de fazer. Os atores são desconhecidos e feios, exceto a madrasta (Bridget Moynahan, de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O Senhor das Armas), mas não há erotismo implícito no filme, sob nenhuma forma, e olhe que numa obra ruim assim ele faz muita falta. O máximo que se consegue é um biquíni e um sutiã, e só. Nem um peitinho, nem nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Você provavelmente vai assistir muitos filmes horríveis em sua vida, fique longe de Caçados e ele não entrará nessa lista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Talvez, e repito, TALVEZ, daqui a alguns anos ele consiga ter um apelo trash, mas isso é talvez e só daqui a um certo tempo. Se bem que é provável que nem a isso esse filme execrável chegue.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;Enfim, Caçados é ruim em todos os sentidos, inclusive no que diz respeito aos atores, que se sujeitaram concubinar na elaboração de tanta merda. Resumindo, um filme/coisa que não merece sair em DVD, VHS, download nem &lt;st1:personname productid="em falsificações. Se" st="on"&gt;em falsificações. Se&lt;/st1:personname&gt; alguma emissora de TV aberta ou a cabo exibí-lo, nunca mais assista a essa emissora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;O que realmente é foda é que no frigir dos ovos, "Grindhouse" dificilmente vai sair completinho em terras tupiniquins; enquanto que uma abominação cinematográfica dessas logo vai estar em nossos cinemas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOdHh8Jf3I/AAAAAAAAAAw/LG8tlIpP1Jo/s1600-h/posterprey.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 140px; height: 197px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOdHh8Jf3I/AAAAAAAAAAw/LG8tlIpP1Jo/s320/posterprey.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054055959535124338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Caçados&lt;/span&gt; (Prey)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;EUA, 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Direção: &lt;/span&gt;Darrell Roodt. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt; Bridget Moynahan, Peter Weller, Carly Schroeder e Conner Dowds. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Duração:&lt;/span&gt; 92 min.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-6498836956053099415?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/6498836956053099415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=6498836956053099415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6498836956053099415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/6498836956053099415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/04/morte-aos-lees.html' title='Morte aos leões'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/RiOcxh8Jf1I/AAAAAAAAAAg/UWTslXPCtRo/s72-c/Prey_03-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117554046568719211</id><published>2007-04-02T15:48:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T16:04:09.843-03:00</updated><title type='text'>Jantando no Inferno</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Luiz Prado&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/262321/3PUBF-0008.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/267827/3PUBF-0008.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Trezentos espartanos, munidos de elmo, lança e escudo. Contra eles, um milhão de inimigos, comandados por Xerxes, o Deus-Rei da Pérsia, senhor de cem nações. Reunidos nas Termópilas, os Portões de Fogo, os guerreiros liderados pelo Rei Leônidas esperam que sua batalha desperte os corações de toda a Grécia, para que se levantem contra a opressão e lutem como os únicos homens livres que o mundo já conhecera.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;300 é poderoso. Cada seqüência atira o espectador no meio da história lendária concebida pelo quadrinhista Frank Miller e adaptada pelo diretor Zack Snyder. Posiciona-o entre heróis incansáveis e a vilania repulsiva. Quando Leônidas, na pele de Gerard Butler, surge na tela é a certeza do discurso grandioso, aquele que ansiamos ouvir de um verdadeiro herói. Já quando o imponente Xerxes, interpretado por Rodrigo Santoro, aparece suntuosamente diante de nós, ficamos cara a cara com o pior que a humanidade tem para nos mostrar. Assim como nas fábulas, o bem e o mal se apresentam em estado puro para o espectador.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/771704/300FC-00008.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/367567/300FC-00008.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A narrativa vigorosa traduz com grande fidelidade o espírito do romance gráfico de Miller, encontrando correspondência na recriação virtual dos cenários e no tratamento das imagens, que permitem exibir na tela não o passado histórico, mas uma fábula de honra e sacrifício, tal qual imaginada nos quadrinhos. O trabalho de figurino também contribui para nossa imersão na batalha; o vermelho espartano do linho das capas, o dourado e o verde-azul exótico das hordas persas, e a ousada e imponente veste de Xerxes, acertadamente fiel à desenhada por Miller.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/400386/FCJG300-0068.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/794204/FCJG300-0068.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Snyder, se por um lado sabe muito bem transpor a narrativa gráfica para o cinema, por outro encontra dificuldade na hora de ampliá-la.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A trama política de Esparta, desenvolvida exclusivamente para as telas, parece marchar num passo diferente e mais lento do que a narrativa dos heróis nas Termópilas. O impacto, o poder, a grandiosidade que vemos no confronto entre espartanos e persas não se encontra na fraca história de desejo e intriga protagonizada pela rainha Gorgo, vivida por Lena Headey e Theron, personagem de Dominic West. Nessa parte da narrativa, o épico dá lugar ao mundano. A participação de Gorgo é quase uma intromissão no deleite do espectador, uma interrupção à verdadeira história, que ocorre no campo de batalha. Felizmente essa verdadeira história tem força o bastante e supera o deslize da rainha e do político corrupto.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/581741/FCJG300-0043.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/646754/FCJG300-0043.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quanto à técnica, vale destacar o uso constante da câmera lenta como recurso dramático. O diretor abusa do recurso sem, no entanto, esgotá-lo ou cansar o público. Snyder cria belíssimas imagens, como na chegada do mensageiro persa à Esparta ou na seqüência do primeiro dia de batalha. A trilha sonora é outro acerto da produção. Complementa as cenas de conflito e reforça o impacto das imagens, sem se sobrepor ou se ofuscar por elas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ofuscar-se. Há uma cena no longa &lt;st1:personname productid="em que Xerxes" st="on"&gt;em que Xerxes&lt;/st1:personname&gt;, furioso, afirma que apagará até a lembrança de Esparta da história, que ninguém jamais saberá do sacrifício dos trezentos. Leônidas o ouve e, simplesmente, responde que as pessoas saberão. Em seguida parte para jantar no inferno com seus homens. Enquanto isso, nós lembramos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/961077/Poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 129px; height: 189px;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/505073/Poster.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;300&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA, 2006&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Direção:&lt;/b&gt; Zack Snyder &lt;b style=""&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Gerard Butler, Rodrigo Santoro, Lena Headey, David Wenham, Dominic West &lt;b style=""&gt;Duração:&lt;/b&gt; 117 min.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117554046568719211?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117554046568719211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117554046568719211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117554046568719211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117554046568719211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/04/jantando-no-inferno.html' title='Jantando no Inferno'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117527146081784410</id><published>2007-03-30T14:05:00.000-03:00</published><updated>2007-03-30T14:22:01.610-03:00</updated><title type='text'>O Infiltrado</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;Rodolfo Mendes&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="trebuchet ms" style="text-align: left; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/554010/Picture%202.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/300914/Picture%202.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;A pergunta: um filme com mais de duas horas e meia, trama extremamente detalhada, com um &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;protagonista&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt; nada &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 204);font-size:130%;" &gt;carismático e com nomes fáceis de confundir pode ser considerado bom?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A resposta: nesse caso sim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A segunda empreitada de Robert De Niro  no comando de uma câmera (a primeira foi há catorze anos com &lt;i style=""&gt;Desafio no Bronx&lt;/i&gt;) já pode despontar como um dos melhores do ano, mesmo com p&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;elículas como &lt;i style=""&gt;Homem-Aranha 3&lt;/i&gt; e &lt;st1:metricconverter productid="300 a" st="on"&gt;&lt;i style=""&gt;300&lt;/i&gt; a&lt;/st1:metricconverter&gt; caminho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;O Bom Pastor&lt;/b&gt; narra a ascensão e consolidação da CIA, a agência d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;e inteligência&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; norte americana, tendo como linha condutora um de seus integrantes. De Niro e seu roteirista Eli Roth tecem toda trama a partir de um episódio emblemático: a tentativa de invasão de Cuba por parte dos EUA pela Baía dos Porcos, em 1961. Como todos sabem, a operação americana foi um fiasco, e é nesse ponto que entra o protagonista Edward Wilson (um Matt Damon agora especializado em papéis pesados e silenciosos), personagem cujas características propositalmente lembram alguns dos lendários diretores da CIA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Wilson acredita que informações sobre localização exata do início da investida&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; americana vazaram da agência, e a chave para este mistério está numa foto, que é esmiuçada durante as &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;duas primeiras horas do filme. Conforme os detalhes da imagem vão ganhando significado e acrescentando informações, quadros da narrativa não linear do filme contam a trajetória de Edward desde sua iniciação com membros do serviço secreto, antes da segunda guerra mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A transforma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ção de Edward, conforme sua escalada até o alto escalão da CIA, exibe os aspectos mais nocivos de uma cultura que coloca o trabalho e o ofício (e seus ossos) em primeiro lugar, sobre os valores aos quais eles devem dar suporte. Os relacionamentos amorosos e de amizade cultivados pelo protagonista vão se desmanchando até o ponto em que ele se torna um completo estranho para sua linda mulher (Angelina Jolie) e seu filho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/576415/good-shepherd-2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/244737/good-shepherd-2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas conforme se envolve cada vez mais com seu trabalho de coordenador de espionagem, Edward também começa a entender cada vez mais seu inimigo (no caso, a inteligência da URSS) por conta das necessidades de seu trabalho, assim, pelos mesmos motivos que se torna uma figura fria para seus conhecidos, também se torna uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;pessoa cada vez mais entendida e também compreendida pelos seus rivais do além-cortina de ferro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;De Niro nunca escondeu as amizades que tinha com membros e ex membros da CIA, e aproveitou seu conhecimento sobre a instituição para polir e refinar seu roteiro. Somou a isso o seu prestígio para obter bons atores e a produção de um roteiro primoroso, realizando uma bela obra, que mesmo densa e cheia de detalhes, foca e conta com pormenores a deterioração do calor humano de um homem que a cada decisão faz um sacrifício de si (com direito à todas as referências&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; freudianas que alguém pode encontrar).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="trebuchet ms" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Contudo, o filme também deixa claro o porquê e o para quem todo esforço que Edward empenha na agência são dirigidos: para proteção daquele a quem ele de fato estima: seu filho (por quem faz um sacrifício que só ele sabe se dará resultado ou não).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mas como atestar a verossimilhança sobre um assunto tão obscuro e que se mantém um mistério até mesmo para quem de fato participou dos acontecimentos? De Niro responde: "eu desafio qualquer um envolvido com a CIA a apontar algum detalhe do filme que seja um absurdo". Pelo menos até agora, ninguém disse nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/146749/good_shepherd_ver2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 176px; height: 132px;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/612957/good_shepherd_ver2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Bom Pastor (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;The Good Shepherd&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p face="trebuchet ms" style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA, 2006&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:13;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 204); font-family: trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Direção: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Robert De Niro &lt;b style=""&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Matt Damon, Angelina Jolie, Alec Baldwin, Billy Crudup e Robert De Niro &lt;b style=""&gt;Duração:&lt;/b&gt; 167 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117527146081784410?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117527146081784410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117527146081784410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117527146081784410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117527146081784410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/03/o-infiltrado.html' title='O Infiltrado'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117417661215404546</id><published>2007-03-17T22:02:00.000-03:00</published><updated>2007-03-17T22:10:12.166-03:00</updated><title type='text'>Por que você não me conta um segredo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/808370/pele1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/453691/pele1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Carlos Giffoni&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Não, esta não é mais uma cinebiografia - como os créditos dizem no início do filme; mas sim, uma homenagem a um ícone no cenário mundial da fotografia, Diane Arbus. Bem, se Diane estivesse viva, diria que recebera um presente de grego!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo de "A Pele", dirigido por Steven Shainberg, nos faz pensar que estamos diante de mais um filme em que a figura feminina é reprimida diante de uma sociedade - no caso, a nova iorquina dos anos 60 - patriarcal, conservadora e acima de tudo, machista. Mas Diane (representada pela vencedora do Oscar de melhor atriz por "As Horas" - uma outra cinebiografia, a de Virginia Woolf -, Nicole Kidman) de algum modo consegue quebrar certas barreiras, até mesmo pela ajuda e incentivo de um homem moderno,  seu marido Allan Arbus (Ty Burrell) fotógrafo renomado que tem como assistente a sua própria mulher. Já a rica família de Diane mostra-se como uma pedra no seu sapato, que faz questão de viver à medida de aparências, oferecendo coquetéis e reuniões de luxo para a alta sociedade, onde esbanjam e promovem a sua marca de roupas e acessórios de pele. É representando essa mulher reprimida, mãe de duas filhas, casada e fotográfa ao lado do marido que Nicole mostra as suas qualidades, mas só aí.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/967069/pele%202.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/895202/pele%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; O filme foi inspirado no livro "Diane Arbus: A Biography", escrito por Patricia Bosworth. Porém, o roteiro adaptado é de Erin Cressida Wilson, que, diga-se de passagem, desperdiçou a história que poderia render uma bela produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fantasia em que Diane se envolve com o seu misterioso vizinho, Lionel (Robert Downey Jr.), ultrapassa os limites do aceitável na construção de um roteiro para um filme considerado de adultos e cujo conteúdo deveria ser "dramático". No enlace dessa fantasia, estão personagens conhecidos de fotografias tiradas pela verdadeira Diane, como as duas irmãs siamesas e o homem gigante, mas todos eles representam uma metáfora que somente aqueles que conheceram a fotógrafa conseguem interpretar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que é dito não se tratar de uma cinebiografia, mas sim de uma homenagem, parece que os limites entre real e imaginário foram perdidos, pois não é vista uma homenagem aos moldes "normais", já que carreira, sucesso e realizações não conduzem o eixo da história contada. Diane, a personagem, perde-se numa aventura com Lionel (paixão proibida, ou desejo de fuga? ) e desde então sua vida é resumida a visitas para o vizinho, diálogos vazios e um conflito dentro de casa, o qual é administrado normalmente e com uma paciência ímpar mantida por Allan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decepcionante, tanto a tradução feita de Diane Arbus, como a maneira que sua história é reduzida, fazendo da personagem uma mulher aquém daquela mudou a história da fotografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/266117/pele3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/16935/pele3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;A Pele (Fur: An Imaginary Portrait of Diane Arbus)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Steven Shainberg &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Nicole Kidman, Robert Downey Jr, Ty Burrell, Harris Yulin e Jane Alexander. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 119 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117417661215404546?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117417661215404546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117417661215404546' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117417661215404546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117417661215404546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/03/por-que-voc-no-me-conta-um-segredo.html' title='Por que você não me conta um segredo?'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117365329085693997</id><published>2007-03-11T20:40:00.000-03:00</published><updated>2007-03-12T14:56:52.986-03:00</updated><title type='text'>Motocicleta Sonora</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Tatiane Klein&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/805880/12-trabalhos03.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/13574/12-trabalhos03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Quem se deixar enganar pela referência do título Os 12 Trabalhos aos famosos doze trabalhos de Hércules e, acreditando que se trata de mais uma historinha à la Globo Filmes desprezar o filme, perderá uma das mais originais, inteligentes e belas produções do recente cinema brasileiro. Mesmo sendo uma verdadeira releitura do mito grego, o filme de Ricardo Elias ganha força justamente quando ultrapassa as fronteiras da narrativa que o inspira, sem, contudo, ignorá-la.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;O corpo do filme se constrói de maneira a explicitar e reiterar não o mito e suas estruturas “históricas”, mas a possibilidade e necessidade de narrar, de tecer uma história. Não há deuses, titãs, oráculos, ou qualquer resquício de um universo maravilhoso; o diálogo com o Hércules grego é um pouco mais refinado. É em torno da tradição da narrativa mítica (como modo de contar e não um texto “fechado”) que vão ser exploradas a identidade do protagonista Héracles e as implicações de sua condição socioeconômica, sempre relacionadas ao espírito metropolitano de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Héracles, interpretado por Sidney Santiago (prêmio de Melhor Ator no Festival do&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/633094/12-trabalhos05.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/529738/12-trabalhos05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; Rio de 2006), é ao mesmo tempo personagem e narrador de seu drama, preso a uma condição que não o define nem como soberano, nem como escravo de sua história. O semideus, aqui, é o garoto que não aceita o carimbo generalizante de “motoboy” e também se confunde com Genison, Cláudio, Anderson e até Márcia, todos os anônimos heróis das ruas de São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Pra quem procura as entrelinhas da abordagem dada por Elias às relações entre periferia e centro, à problemática do trabalho informal nas grandes cidades e ao tema do jovem que busca a aceitação social depois de um período na Febem, fica mais que a impressão de um filme determinista sobre a miséria urbana brasileira. Em verdade, conhece-se que a realidade é que impressiona e condiciona a identidade do herói, mas também que ela é mediada e construída pelo próprio herói/narrador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;As ruas tomadas por carros e costuradas por motos, ao som da brilhante trilha de André Abujamra, revelam o olhar instantâneo do boy sobre a cidade e seus personagens, o que mistura a narrativa linear dos trabalhos, que Héracles vai realizando para a Olimpo Express (entregadora em que seu primo Jonas trabalha), à voz semidivina que se permite descrever e prescrever a história das pessoas que encontra durante o dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/490900/540202.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/282885/540202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;O garoto, que tem como hobby o desenho, também desenha sua história, contrapondo e comparando (indiretamente) biografias à sua. Enquanto assiste ao livre movimento da cidade, é enredado pela ordem dos faróis e das marginais, e o trânsito torna-se tanto algoz quanto patrono. Por fim, sobram imagens em que a câmera fica marejada tal qual os olhos do Heracles, violentado e acolhido pelo tal trânsito, no melhor formato urbano pro espírito da tragédia grega. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Lavrado pela ordem dos doze trabalhos, mas sem conhecer que neles reside sua redenção, Héracles é mais um jovem que caminha sem perspectivas e que, por conta desse niilismo implícito e verdadeiro, quase sai da tela e vira transeunte da Avenida Paulista. Esta aí um conto da contemporaneidade banhado em realismo: marcado pela moto que cai, pela fratura exposta na perna e pelas idéias daquele que passa veloz e vê o mundo. Ainda que poucas vezes visto por este; daquele faz entregas e se entrega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os 12 Trabalhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 2007. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Ricardo Elias &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Sidney Santiago, Flávio Bauraqui, Vera Mancini e Vanessa Giácomo. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 90 min.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117365329085693997?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117365329085693997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117365329085693997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117365329085693997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117365329085693997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/03/motocicleta-sonora.html' title='Motocicleta Sonora'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117218831925862090</id><published>2007-02-22T21:30:00.000-02:00</published><updated>2007-02-23T14:21:10.256-02:00</updated><title type='text'>Oscar 2007</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Pois é, cinéfilos da nossa querida Sala de Projeção. O Oscar está aí, e no dia 25 saberemos quem&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/339256/ellen.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 177px; CURSOR: hand; HEIGHT: 203px" height="196" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/605811/ellen.jpg" width="204" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; serão os honrados com o carequinha dourado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente este será mais um ano de poucas surpresas, e a cerimônia seguirá as tendências de outras premiações precedentes, principalmente as especializadas como o SAG ou Director’s Guild Awards. Mas como o Oscar pode acabar dando as famosas “zebras”, é sempre bom ficar de olho, e para ajudar nós da Sala estamos deixando uma listinha das nossas resenhas sobre os filmes indicados e suas respectivas categorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia 2007 será apresentada pela comediante Ellen Degeneres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/presos-sempre-na-mesma-torre.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px" height="264" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/872355/untitled.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Babel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme&lt;br /&gt;Melhor direção: Alejandro Conzales Inarritu&lt;br /&gt;Melhor atriz coadjuvante: Adriana Barraza e Rinko Kikuchi&lt;br /&gt;Melhor roteiro original&lt;br /&gt;Melhor Montagem&lt;br /&gt;Melhor trilha sonora Original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/pequeno-raio-de-sol.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme&lt;br /&gt;Melhor ator coadjuvante: Alan Arkin&lt;br /&gt;Melhor atriz coadjuvante: Abigail Breslin&lt;br /&gt;Melhor roteiro original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/nunca-desista-de-seus-sonhos-mais-uma.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Dreamgirls – Em busca de um sonho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor ator coadjuvante: Eddie Murphy&lt;br /&gt;Melhor atriz coadjuvante: Jennifer Hudson&lt;br /&gt;Direção de arte&lt;br /&gt;Figurino&lt;br /&gt;Melhor canção: Listen, Love you I do e Patience.&lt;br /&gt;Melhor mixagem de som&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/crnicas-do-sol-nascente.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Cartas de Iwo Jimma&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme&lt;br /&gt;Melhor direção: Clint Eastwood&lt;br /&gt;Melhor roteiro original&lt;br /&gt;Melhor edição de som&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/equilbrio-rompido.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Os Infiltrados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme&lt;br /&gt;Melhor direção: Martin Scorsese&lt;br /&gt;Melhor ator coadjuvante: Mark Wahlberg&lt;br /&gt;Melhor roteiro adaptado&lt;br /&gt;Melhor montagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/o-labirinto-do-fauno.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O Labirinto do Fauno&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme estrangeiro&lt;br /&gt;Melhor roteiro original&lt;br /&gt;Direção de arte&lt;br /&gt;Fotografia&lt;br /&gt;Maquiagem&lt;br /&gt;Melhor trilha sonora original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/preciosa-desgraa.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Diamante de sangue&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor ator: Leonardo DiCaprio&lt;br /&gt;Melhor ator coadjuvante: Djimon Hounsou&lt;br /&gt;Melhor montagem&lt;br /&gt;Melhor edição de som&lt;br /&gt;Melhor mixagem de som&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/procura-mas-no-acha.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;À procura da felicidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Melhor ator: Will Smith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/um-novo-affair-para-madame-bovary.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Pecados íntimos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor ator coadjuvante: Jackie Earle Haley&lt;br /&gt;Melhor atriz: Kate Winslet&lt;br /&gt;Melhor roteiro adaptado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/grande-truque-grandes-segredos.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O Grande Truque&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Direção de arte&lt;br /&gt;Fotografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/vidas-em-retrato.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;A Conquista da Honra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Melhor edição de som&lt;br /&gt;Melhor mixagem de som&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2006/07/um-pssaro-um-avio.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Superman – O Retorno&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Efeitos visuais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117218831925862090?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117218831925862090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117218831925862090' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117218831925862090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117218831925862090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/oscar-2007.html' title='Oscar 2007'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117164536839067990</id><published>2007-02-16T14:57:00.000-02:00</published><updated>2007-02-17T11:40:33.433-02:00</updated><title type='text'>16/02 - Resenhas Novas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Resenhas Atualizadas:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/crnicas-do-sol-nascente.html"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Cartas de Iwo Jima&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Carlos Giffoni e Tatiane Klein&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/nunca-desista-de-seus-sonhos-mais-uma.html"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Dreamgirls - Em busca de um sonho &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117164536839067990?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117164536839067990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117164536839067990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164536839067990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164536839067990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/1602-resenhas-novas.html' title='16/02 - Resenhas Novas'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117164482378171606</id><published>2007-02-16T14:45:00.000-02:00</published><updated>2007-02-17T11:44:56.983-02:00</updated><title type='text'>Crônicas do sol nascente</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Carlos Giffoni e Tatiane Klein&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/756991/1%20iwo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/626534/1%20iwo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Àqueles que entrarem na sala de projeção esperando assistir um “resgate do soldado ryan nipônico”, certamente serão surpreendidos por um filme, no mínimo, peculiar. No mínimo, porque em Cartas de Iwo Jima, Clint Eastwood apresenta o outro lado da história de A Conquista da Honra, mas não simplesmente o trivial outro lado. A versão japonêsa da emblemática batalha de Iwo Jima, durante a segunda grande guerra, é feita a partir de crônicas personalistas bastante ricas, capazes de revelar as congruências e incongruências das culturas que se punham em conflito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;O drama histórico de Iwo Jima nasce no momento da pesquisa para montagem de A Conquista da Honra, quando Eastwood começa a notar que as estratégias do General Kuribayashi permitiam aos soldados japoneses uma resistência impensável se considerada a forma como estavam encurralados na ilha e a incompatibilidade de seu material bélico com o estadunidense. Mais que o outro lado da moeda, Eastwood termina, na pesquisa sobre os milhares de jovens soldados que defenderam Iwo Jima, descobrindo homens; homens que, certos da morte, engoliam as areias negras da ilha e faziam, não conquistar a honra, mas mantê-la. É assim, inclusive, que se inicia a versão nipônica sobre a famigerada batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama muito à atenção o jeito como se costura a narrativa, em que as personagens apresentam material para a construção de uma mais rica história. Cada nó narrativo é iniciado ou finalizado por uma das cartas – o texto é um memorial desenvolvido a partir dos documentos encontrados na ilha. A edição, assim, não é linear, pois divaga entre o passado e o presente de algumas personagens, mostrando suas origens, o motivo que os levara àquele lugar e justificando os seus sentimentos diante do que parecia, e foi, o fim de muitos deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os personagens, destaca-se o General Tadamichi Kuribayashi (brilhante &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/898365/2%20iwo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/170185/2%20iwo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;performance de Ken Watanabe), um homem de fibra, muito introspectivo, mas que conseguia aliar a essas suas características as técnicas exigidas pela arte da guerra. Kuribayashi, anteriormente, já havia morado nos Estados Unidos, o que serviu de empecilho na hora de conduzir homens que, apesar de dispostos a doar suas vidas pelo império e pelo imperador, não demostravam muita confiança naquele que os conduzia, visto sua admiração e a relação próxima que o General mantivera uma vez com americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saigo (Kuzanari Ninomiya), o padeiro que foi levado à falência indiretamente pela guerra, é outro personagem que se destaca, não somente por sua triste história, mas principalmente pelo papel que acaba exercendo junto aos colegas do campo de batalha, inclusive quando reflete sobre eles, os soldados, estarem ou não cavando suas sepulturas na ilha. A visão crítica e pessimista – que todo pessimista diria na verdade ser realista – de Saigo dubla os verdadeiros sentimentos da platéia que se sente à vontade para mudar de lado minuto a minuto. Isso porque é a voz de Saigo uma das principais reveladoras de uma vontade de sobrevivência que transcende a honra às tradições: enquanto alguns escolhem o suicídio, o padeiro se embrenha pelas mais de 200 passagens construídas a mando de Kuribayashi no interior da ilha. Talvez daí a identificação do ocidental com personagens como Saigo e Kuribayashi: é neles que a guerra perde a aura estratégica e se mostra como a situação ímpar, violação de corpos e mentes, em que a condição humana é questionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/345642/3%20iwo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/24543/3%20iwo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Foi desenhando sob a perspectiva da tradição japonesa que o diretor, que nem sabia falar o mesmo idioma de seu elenco, soube orquestrar os vários ecos históricos das memórias encontradas nas cartas sem descambar para o documentário enfadonho ou o melodrama chocante. Fica o refinamento estético aliado a uma narrativa sem pretensões ególatras ou moralistas. Este é uma das poucas produções cinematográficas que contam a participação do Japão na Segunda Grande Guerra, e mais, apontam as diferenças culturais entre os exércitos: até mesmo para os atores japoneses, mais familiarizados à ideologia ocidental, chega a ser incompreensível a resistência dos soldados que gritavam “Banzai!” contadas nas cartas de Iwo Jima. As falas sobrepostas no roteiro de Iris Yamashita poucas vezes parecem não serem parte de uma produção genuinamente japonesa, tão forte é o embate entre a tradição da honra e o desejo de honrar a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prêmios recebidos pelo filme e as indicações ao Oscar podem até ser reflexo do reconhecimento um pouco forçado de que também estes soldados eram homens, homens como os americanos; bem no estilo da mentalidade pseudopluralista que às vezes afeta a cultura estadunidense, mais especificamente, a indústria cinematográfica e os simpatizantes da academia, como várias vezes já fora feito antes com homossexuais, mulheres e negros. Ainda assim, não se pode negar a excelência técnica e humana da produção, já que não é de graça (e nem em 5 minutos) que se monta um cenário tão verossímil quanto emocionante como o que há na Iwo Jima de Eastwood. Em técnica, não se trata de apenas mais um filme de guerra; há diferenciais que vão desde a narrativa sóbria até o bê-a-bá exigido em cenas de bombardeios e duelos balísticos. Se o que é necessário para ganhar indicações ao Oscar de edição de som e mixagem é fazer quem assiste o filme se sentir dentro da tela, Cartas de Iwo Jima faz jus às suas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, um sol avermelha no horizonte, e fica clara a lógica desse edifício de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/748235/4%20iwo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/49349/4%20iwo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;intensas palavras e imagens que é Iwo Jima: o que sobra do Japão enterrado na ilha acinzentada? Sobra o olhar humano; o olhar que sobrevive e, mesmo estuprado pelo conflito, consegue se equilibrar entre reconhecer, manter e honrar a tradição sem ter de fincar bandeiras ou levantar a voz em domínio. Não é a negação do inimigo nem a afirmação da pátria, mas a consciência do que é a guerra e de seus efeitos. O indivíduo sutil vê o sangue companheiro manchar o céu e hastear outras bandeiras; menos rígidas ou palpáveis que as ocidentais, mas ainda signos de vozes honrosas, as bandeiras de sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/914632/poster%20iwo.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/515752/poster%20iwo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Cartas de Iwo Jima (Letters from Iwo Jima)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Clint Eastwood&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Ken Watanabe, Kazunari Ninomiya, Tsuyoshi Ihara, Ryo Kase &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt;141 minutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117164482378171606?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117164482378171606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117164482378171606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164482378171606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164482378171606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/crnicas-do-sol-nascente.html' title='Crônicas do sol nascente'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117164429159143744</id><published>2007-02-16T14:14:00.000-02:00</published><updated>2007-02-16T14:44:51.603-02:00</updated><title type='text'>Nunca desista de seus sonhos... Mais uma vez</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rafael Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/164347/anika_noni_rose32.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/335074/anika_noni_rose32.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Filmes que falam sobre as agruras e empecilhos que existem no caminho para se tornar um astro da música não são nenhuma novidade. De biografias reais às histórias mais fictícias possíveis, a sétima arte já fez de tudo, até esgotar todas as possibilidades de inovação, voltando e abusando sempre do velho tema “nunca desista dos seus sonhos”.      Em Dreamgirls – Em busca de um sonho, a história se repete na mesma redundância de sempre (até no nome em inglês, e seu subtítulo desnecessário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é baseado na história real do grupo de cantoras negras The Supremes, que ganhou fama nos anos 60 ao invadir os palcos antes dominados por uma elite branca masculina.  Beyoncé Knowles (a requebrante cantora de R&amp;B), Jennifer Hudson ( a desconhecida ex-finalista do American Idol) e Anika Noni Rose são garotas humildes que sonham em alcançar o estrelato como o trio musical The Dreamettes, até que encontram o agente oportunista Curtis Taylor Jr (interpretado por Jamie Foxx, ganhador do Oscar por Ray) que as leva para cantar como backing vocals de James Thunder Early (Eddie Murphy) até que decolam em uma carreira meteórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso, porém, acaba mudando a vida de cada uma das meninas abruptamente e as distanciando de quem elas eram no começo de tudo, como em qualquer filme do gênero. O roteiro, portanto, não empolga muito pela sua falta de originalidade. O musical também não consegue conquistar com suas músicas, muito lentas, e com performances um tanto afetadas e exageradas em alguns momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o que mais surpreenda seja o material humano do filme, com algumas&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/321743/jamie_foxx11.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/127917/jamie_foxx11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; atuações impressionantes, em sua maior parte do elenco considerado coadjuvante. Jennifer Hudson, que não conseguiu entrar no American Idol, já angariou inúmeros prêmios por sua atuação (incluindo o Globo de Ouro e o SAG, e é sem sombra de dúvida a favorita para o Oscar de coadjuvante) como a determinada e “não-levo-desaforo-pra-casa” Effie White, mesmo que ela fique um pouquinho insuportável pra lá do fim do filme. E Eddie Murphy, também favorito ao Oscar de coadjuvante, que conseguiu desempenhar um papel dramático com certa habilidade, mesmo soando como o burro falante de Shrek algumas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, nenhuma atuação memorável, que vá tirar o fôlego da platéia. Principalmente no caso de Jamie Foxx, que faz sofrivelmente o vilão comum de qualquer filme, e Beyoncé, que mal aparece no filme além de cantar e ser a menininha ingênua que se arrepende no final. O que me leva a questionar por que ela foi indicada ao Globo de Ouro (e outros prêmios também) como melhor atriz, se o filme se centraliza mais na personagem de Hudson. Talvez mais uma manobra de politicagem das grandes autoridades cinematográficas, ou simplesmente porque Knowles é mais conhecida mesmo.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Dreamgirls – Em busca de um sonho é mais um musical que só conquista aqueles espectadores acostumados às histórias batidas e com lições de morais açucaradas mais batidas ainda. Belos figurinos, muito R&amp;B, soul e disco music, mas nenhuma novidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/338731/dream%20poster.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/682768/dream%20poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Dreamgirls – Em busca de um sonho (Dreamgirls)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Bill Condon &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Beyonce Knowles, Jamie Foxx, Eddie Murphy, Danny Glover, Jennifer Hudson e Anika Noni Rose &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 131 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117164429159143744?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117164429159143744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117164429159143744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164429159143744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117164429159143744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/nunca-desista-de-seus-sonhos-mais-uma.html' title='Nunca desista de seus sonhos... Mais uma vez'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117104525315495566</id><published>2007-02-09T16:17:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T16:25:50.626-02:00</updated><title type='text'>09/02 - Resenhas Novas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Resenhas Atualizadas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/identidades-em-esboos.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O Homem Duplo &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;- Luiz Prado&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/um-novo-affair-para-madame-bovary.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Pecados Íntimos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; - Carlos Giffoni&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117104525315495566?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117104525315495566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117104525315495566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104525315495566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104525315495566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/0902-resenhas-novas.html' title='09/02 - Resenhas Novas'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117104482577086265</id><published>2007-02-09T16:08:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T16:13:45.786-02:00</updated><title type='text'>Um novo affair para Madame Bovary</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Carlos Giffoni&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/529008/2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/403264/2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Baseado no livro de Tom Perrotta , Pecados Íntimos trabalha profundamente questões proibidas, em uma sociedade norte-americana onde se falseiam valores para, da maneira mais hipócrita possível, assemelhar-se à maioria de um grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kate Winslet vive Sarah, uma mulher inteligente, que questiona muito do que lhe é mostrado desde quando se inseriu numa rica realidade, essa proporcionada pela herança que sua sogra deixara. Ela vê seu casamento como um grande erro, como se o tivesse feito mais para cumprir a função de mulher do que por estar feliz com aquilo. Ler e escrever é o que preenche o seu tempo, juntamente aos cuidados com a filha, sua única companheira, já que o marido, que recorre à pornografia na internet, não demonstra também estar muito satisfeito com a situação do casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kathy e Brad (Jennifer Connelly e Patrick Wilson), protagonistas do outro casamento, parecem estar mais contentes com sua relação, mas o que melhor os define é o estado acomodado que os domina, administrado, em parte, pela existência de um filho. A mulher é a chefe da casa; o marido, um advogado que não consegue passar no exame da Ordem. Contanto que não passem por dificuldades, as peculiaridades na vida de um casal, como sexo por exemplo, passam a ser secundárias na história dos dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jackie Earle Haley conduz o terceiro braço da história no papel de um doente, psicótico, ou &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/311772/3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/742384/3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;maníaco sexual; sua definição é proporcionalmente trágica à tentativa de ocultar as fraquezas a que qualquer um pode estar submetido, ou seja, James McGorvey, o homem do quem todas as crianças devem fugir devido à sua flagrada “exposição em público”, é o bandido que deveria servir de mártir, admitindo-se o comportamento deliberado e hipócrita da sociedade. Seu destino se cruza com o do policial Larry (Noah Emmerich), sendo que ambos ainda pagam por um erro cometido no passado, e, agora, são juntamente jogados numa linha de fogo-cruzado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa se assemelha muito ao que seria um filme da série “Desperate Housewives”, de Marc Cherry, contendo cenas, inclusive, muito semelhantes às que já foram ao ar pelo seriado. A convivência dentro de casa acaba levando as personagens a uma tentativa de fuga insólita, assim como acontece na vida das quatro donas de casa americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor, que também dirigiu “Entre Quatro Paredes” - cuja temática se assemelha à deste novo filme no que se refere às nuances dentro de uma família, ou, no caso, de várias famílias -, utiliza um recurso que vem sendo consagrado no cinema: a metalinguagem. O bem sucedido “Match Point”, de Woody Allen, aproxima a trama do seu protagonista ao que ocorre no clássico de Dostoievski, Crime &amp; Castigo, por exemplo. Madame Bovary é o clássico da vez, e a aparente infeliz Sarah é quem tem afinidades com a mulher que revolucionou a literatura européia na metade do século XIX, abrindo as portas para o Realismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com três indicações ao Oscar, uma pela roteiro adaptado, outra por Kate Winslet (Atriz) e a terceira por Jackie Earle Haley (Ator coadjuvante), o filme tem como destaque as atuações; muito é exigido dos intérpretes, devido à complexidade de seus papéis e ao viés humano que assumem, repletos de anseios e erros, mas que, no final, não são fortes o suficiente para consertá-los.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/406703/poster.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/728471/poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Pecados Íntimos (Little Children)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eua, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diretor:&lt;/strong&gt; Todd Field &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Kate Winslet, Patrick Wilson, Jennifer Connelly, Noah Emmerich e Jackie Earle Haley &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 130 minutos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117104482577086265?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117104482577086265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117104482577086265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104482577086265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104482577086265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/um-novo-affair-para-madame-bovary.html' title='Um novo affair para Madame Bovary'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117104417434575136</id><published>2007-02-09T15:49:00.000-02:00</published><updated>2007-02-09T16:02:54.373-02:00</updated><title type='text'>Identidades em esboços</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Luiz Prado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Que o cinema de animação não é coisa só para crianças já se sabe há muito tempo. Que, uma vez ou outra, esse cinema é capaz de produzir obras-primas também é conhecimento antigo. Porém, é com O Homem Duplo que se constata o êxito dessa técnica no exercício da reprodução das relações humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete anos no futuro, os Estados Unidos travam um combate sem esperança contras as drogas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/697169/homem.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/319925/homem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; Cerca de 20% da população é composta de viciados e a poderosa Substância D cria mais dependentes a cada dia. Nesse cenário está Bob Arctor (Keanu Reeves), um policial disfarçado com a  missão de espionar seus amigos viciados, Jim Barris (Robert Downey Jr.), Ernie Luckman (Woody Harrelson), Donna Hawthorne (Winona Ryder) e Charles Freck (Rory Cochrane). A vida de Arctor entra em colapso quando recebe ordens de vigiar a si mesmo, levando-o a uma trilha paranóica propiciada pelo abuso das drogas e suas incertezas sobre identidades e lealdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptado do romance "A Scanner Darkly", do conceituado autor de ficção científica Philip K. Dick (cuja obra já foi levada ao cinema em filmes como Blade Runner - O Caçador de Andróides, O Vingador do Futuro e Minority Report - A Nova Lei), o filme se destaca não só pelo processo de animação (chamado rotoscopia, que consiste em registrar tudo como numa produção convencional e depois animá-la sobre os atores e cenários) mas também pela maneira escolhida pelo diretor Richard Linklater de transpor a história original para a película. Ao invés de se prender ao enredo e se preocupar em criar uma história facilmente digerível, Linklater preferiu focar sua atenção na convivência de Arctor e seus amigos, retratando o futuro não pelas suas maravilhas tecnológicas, mas através do que pensam e como agem as pessoas que nele vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja nas ações paranóicas do pouco confiável Barris (cuja atuação Downey Jr. torna memorável), na crise de dependência profunda de Freck ou no medo de contato físico de Donna, temos registrado o estado de espírito de pessoas sufocadas pelo sistema, pela constante vigilância das câmeras da polícia e pela ameaça de se verem confinadas numa das unidades da clínica para dependentes New Path. Estado de espírito que muito lembra o vivido pelos estadunidenses em dias de Ato Patriótico e de Guerra ao Terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa preferência em deixar os personagens falarem pelo cenário, o diretor teve também&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/283156/keanu_reeves4.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/268730/keanu_reeves4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; liberdade para mostrar na tela todas as paranóias e alucinações dos personagens. A missão de Arctor pouca importância tem no enredo por si só. Ela vale enquanto cria o estado de queda do personagem, colocando seu frágil seu equilíbrio em risco. Da mesma forma, todo o futuro só tem validade no filme ao imprimir sua marca nos personagens, criando as situações para os diálogos de humor cáustico e trágico. Em O Homem Duplo, o futuro não se mostra nos benefícios para a vida prática dos homens, mas nos efeitos que produz no interior de cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/596399/homem%20p.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="194" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/693457/homem%20p.jpg" width="122" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Homem Duplo (A Scanner Darkly)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Richard Linklater &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Keanu Reeves, Robert Downey Jr., Wood Harrelson, Winona Ryder e Rory Cochrane &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 100 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117104417434575136?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117104417434575136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117104417434575136' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104417434575136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117104417434575136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/identidades-em-esboos.html' title='Identidades em esboços'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117077377895035163</id><published>2007-02-06T12:50:00.000-02:00</published><updated>2007-02-06T12:59:09.043-02:00</updated><title type='text'>Vidas em Retrato</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Luiz Prado&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/928452/iwojima.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A batalha de Iwo Jima tornou-se célebre não apenas por ser o primeiro confronto em solo japonês da Segunda Guerra, ou por ter sido responsável por 25% de todas as Medalhas de Honra concedidas pelos Estados Unidos durante o conflito. Iwo Jima tornou-se célebre também por causa de um foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 23 de fevereiro de 1945 os fuzileiros da marinha tomaram o monte Suribachi, o ponto mais alto da ilha. Para comemorarem o fato, fincaram uma bandeira dos Estados Unidos no topo. Duas vezes. Na segunda, o fotógrafo da Associated Press, Joe Rosenthal registrou o momento. E assim foi criada uma das imagens mais emblemáticas da guerra para os norte-americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conquista da Honra conta a história dos sobreviventes dentre os rapazes que &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/135936/ryan_phillippe4.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/80197/ryan_phillippe4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;ergueram a bandeira em Iwo Jima. Retirados do campo de batalha para servirem ao país na campanha de arrecadação para fundos de guerra, John "Doc" Bradley (Ryan Phillippe), membro do corpo médico da marinha; Ira Hayes (Adam Beach), um indígena reservado; e René Gagnon (Jesse Bradford), mensageiro de campo, percorrem os Estados Unidos como heróis, discursando, falando com personalidades e sensibilizando as pessoas para continuarem a apoiar a guerra, financeira e emocionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clint Eastwood conta com maestria a história de jovens obrigados a assumir papéis para os quais nem sempre estão preparados e que às vezes mal podem suportar. Com atuações precisas, Phillippe, Beach e Bradford encarnam garotos recém-saídos da adolescência, pegos no vendaval de acontecimentos de uma guerra mundial. Bradley não consegue esquecer os gritos de socorro de Iwo Jima; Hayes não suporta ser chamado de herói enquanto seus companheiros ainda continuam no combate; todos os três ainda não esqueceram dos outros jovens que fincaram a bandeira junto deles. Em Iwo Jima eles deixaram mais do que seu sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fidelidade na recriação do desembarque em Iwo Jima é deslumbrante. Cenas de batalha impactantes, câmera tensa e tons escuros geram uma atmosfera de desolação, um sentimento de que talvez toda a batalha não passe de um fim em si mesmo. Essa é a imprensão que Hayes parece levar consigo durante seu retorna à América, e que parece gritar para o espectador. Um semblante cinzento, paralisado pela imagem de companheiros destroçados em cavernas escuras por um inimigo que mal podiam reconhecer na noite profunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/531581/flagsofourfathers_bigearlyposter.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/384175/flagsofourfathers_bigearlyposter.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;A Conquista da Honra (Flags of our Fathers)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Clint Eastwood &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Ryan Phillippe, Adam Beach, Jesse Bradford, Barry Pepper e John Benjamin Hickey &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 132 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117077377895035163?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117077377895035163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117077377895035163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117077377895035163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117077377895035163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/vidas-em-retrato.html' title='Vidas em Retrato'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-117077315526139574</id><published>2007-02-06T12:38:00.000-02:00</published><updated>2007-02-06T12:45:55.273-02:00</updated><title type='text'>Procura, mas não acha</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rodolfo Mendes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Quem diria, há 10 anos, ninguém seria capaz de dizer (e com razão) que Will Smith iria concorrer ao Oscar ou a um Globo de Ouro. O adolescente negro que virou febre nos Estados Unidos com o hit "Parents Just Don't Understand" e o seriado "The Fresh Prince Of Bell Air" (cujo tema de abertura ele canta até hoje nos raros shows que realiza) cresceu, deixou a música em segundo plano, e resolveu enfrentar os desafios de Hollywood.&lt;br /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/921224/procura1%20copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Depois do fim do seriado que o afamou mundo afora, ele atuou em diversos filmes como as franquias Bad Boys e MIB. No entanto, ficava mais do que evidente que em quase todos os filmes e seriados, Will Smith simplesmente fazia caras e bocas de si mesmo; a semelhança entre todos esses personagens não era mera coincidência (e o megasucesso 'Big Willie Style' só serviu para enfatizar essa imagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O divisor de águas foi "Ali", o filme que conta a vida do famoso boxeador rendeu a Smith uma indicação ao Oscar de melhor ator em 2002 (a primeira vez que dois atores negros concorreram ao prêmio ao mesmo tempo, sendo que o ganhador foi Denzel Washington) e mostrou que ele sabia, sim, ir além do que já tinha feito, mesmo que fosse preciso uma referência viva para tal.&lt;br /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/750093/procura2%20copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O seu maior sucesso, entretanto, fica por conta da película posterior "Hitch", que arrecadou mais de 350 milhões de dólares no mundo todo e o colocou à frente de nomes como Tom Cruise e Tom Hanks no circuito cinematográfico (logicamente, estamos falando de rentabilidade financeira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"À Procura da Felicidade", filme que estréia em salas tupiniquins, provavelmente irá render a Will Smith sua segunda indicação ao Oscar (além de horrores nas bilheterias). Novamente no papel de uma pessoa que existiu de verdade, agora ele é Chris Gardner, homem negro norte-americano que aos poucos vê sua vida ruir: sua mulher o abandona com o filho pequeno (interpretado pelo seu filho na vida real, Jaden Smith) e o deixa numa cruzada arriscada pelo sucesso. A história é a de sempre: eles passam por privações e se viram como podem, Gardner tem um emprego irregular de vendedor e ainda resolve e se arriscar em um estágio não remunerado para ter a chance de conseguir um emprego numa empresa financeira de alto calibre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje Gardner é dono de sua própria empresa de especulação financeira e tem seus milhões de dólares na conta, mas a história vale mesmo pelas atuações de Smith e seu filho, e de como eles se viraram entre os percalços e o moralismo que tenta ensinar a seu rebento. O destaque fica por conta do frisson do final, introspectivamente explosivo (de felicidade, óbvio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a conhecida história do sonho americano se tornando realidade, mas este filme é um drama, e não um melodrama. Will Smith pode até merecer sua segunda indicação, mas dificilmente vai levar a estatueta pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/105026/procura-p.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="192" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/393826/procura-p.jpg" width="122" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção: &lt;/strong&gt;Gabriele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; Muccino &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Will Smith, Jaden Smith, Thandie Newton, Brian Howe e Dan Castellaneta &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 117 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-117077315526139574?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/117077315526139574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=117077315526139574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117077315526139574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/117077315526139574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/02/procura-mas-no-acha.html' title='Procura, mas não acha'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116948594269023092</id><published>2007-01-22T14:55:00.000-02:00</published><updated>2007-02-05T09:31:17.186-02:00</updated><title type='text'>Doce amargo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Carlos Giffoni&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/80377/candy01.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A história de dois jovens que se conhecem e desenvolvem rapidamente uma paixão descontrolada, sem limites. Ela, uma pintora; ele, um poeta. Ambos têm potencial para atingir o sucesso, tanto na profissão, como na vida. Duas pessoas felizes que, ao se encontrarem, perdem o rumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor sem medidas vivido pelo casal Candy (Abbie Cornish) e Dan (Heath Ledger) leva-os ao casamento. A partir daí, sua história deixa de ser o paraíso em que pareciam viver até então e os dois começam a enfrentar as dificuldades encontradas por “gente grande”. Dinheiro é um dos principais problemas. Casper (Geoffrey Rush), amigo há um bom tempo de Dan, é quem sempre acaba dando uma ajuda. Gay e solitário, ele funciona como um refúgio para o casal, que não pode contar com suas famílias. Na mesma medida, Candy e Dan são os amigos que Casper não tem, fortalecendo assim a relação entre o casal de jovens fugazes e um professor, bem sucedido, já de idade avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/120853/candy05.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/175435/candy05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Diante do desemprego, Candy começa a se prostituir, com o aval do marido. A relação entre eles se deteriora ainda mais, mesmo sem que percebam, à medida que a heroína se torna um elemento deste romance. O vício do casal é o que os leva a tal situação, em que ambos perdem a consciência de como viver. Quando a garota resolve se internar numa clínica de recuperação, Dan enfrenta um conflito pessoal e uma decepção. Esses dois elementos criados por ele acabam conduzindo está história a um final meio incomum, final esse que nos deixa com uma sensação ruim. Uma sensação de que, de certa forma, contribuímos com aquilo ao passo que nada fazemos para sair desta inércia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Candy” não chega a ser um filme completo. O que a produção esbanja na análise da dura realidade e das dificuldades encontradas por um casal de viciados, somada à emoção do tema, peca na hora de rechear o roteiro. À exceção da história dos protagonistas, todo o ambiente em que vivem e a importância da família ou de um grande amigo em uma situação como essa, são esquecidas. Apesar dos diálogos curtos e da recorrência de imagens representativas, o conteúdo em geral é bem pesado. Isso contribui para aquela sensação que ficamos ao final, quando as luzes da sala de projeção se acendem. &lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/335314/candy-poster02.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" height="182" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/388307/candy-poster02.jpg" width="147" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Candy&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Austrália, 2006 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Neil Armfield &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Heath Ledger, Abbie Cornish, Geoffrey Rush, Noni Hazlehurst e Tony Martin. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 108 min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116948594269023092?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116948594269023092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116948594269023092' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116948594269023092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116948594269023092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/doce-amargo.html' title='Doce amargo'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116916707701304259</id><published>2007-01-18T22:23:00.000-02:00</published><updated>2007-01-18T22:44:48.733-02:00</updated><title type='text'>Presos sempre na mesma torre</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Rodolfo Mendes&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Diz a história que quando o homem decidiu construir uma torre que atingisse os céus para assim se equiparar a Deus, Ele, como forma de punição ante a afronta, criou as diversas línguas do mundo para que os homens não entendessem o que cada um tentava falar ao outro. Ou seja, a punição do homem foi a barreira do não-diálogo, mesmo para aquele com que você se sinta próximo ou conheça. É essa a idéia que norteia e sistematiza, o tempo todo, o plano de fundo do filme Babel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/995392/babel2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O filme entra no quesito, mas não na onda, dos filmes enredados por historietas de diferentes nichos de personagens amarradas que, de alguma forma, se inter-relacionam, igualmente como acontece no filme Crash - No Limite, o ganhador do Oscar do ano passado. E esse é um dos pontos que contam a favor da argumentação (apesar de para alguns parecer repetição) do favoritismo de Babel ao premio mais famoso do cinema, mas isso não é, nem de longe, o maior de seus méritos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;As idéias de Babel vieram da conhecida e bem sucedida dupla composta pelo diretor González Inárritu e o roteirista Guillermo Arriaga. Foram eles os responsáveis pela popularização do cinema de narrativa não linear nos últimos anos com seus excelentes Amores Brutos (2000) e 21 Gramas (2003). Muitos prêmios e milhões de dólares depois (que ajudaram a conseguir o elenco de primeira necessário para esse terceiro trabalho), Babel aparece como a terceira parte da tetralogia idealizada por Arriaga que já declarou que a parte que falta, o início (logicamente, não é uma tetralogia linear...), será terminada no filme Cielo Abierto (sem data e nem previsão por enquanto); entretanto, que fique claro que dificilmente a dupla voltará ao batente junta: eles romperam durante as filmagens de Babel e, segundo declaração do próprio roteirista: "não tem mais volta". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Discussão de bastidores à parte, Babel merece o burburinho que causou entre os&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/370119/babel1.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/972993/babel1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; críticos. O filme, como já dito, narra a história em núcleos separados de personagens com algum elo direto ou indireto entre si; os núcleos são quatro e falados em cinco línguas diferentes (inglês, espanhol, árabe, japonês e a linguagem dos sinais). É claro, não se trata apenas do problema de comunicação entre línguas, mas também entre as culturas advindas e produtoras das mesmas. Entretanto, as peculiaridades de cada cultura são de pouca influência no transcorrer do destino dos personagens, o que vale o grande mote é o problema da comunicação entre o mundo externa à sua língua materna e dentro dela na mesma medida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Há a família de norte-americanos ricos, mas com o casamento em crise; a família de mexicanos, hostilizada pelos norte-americanos e entre si; a família marroquina, presa a suas tradições e limitações de uma vida isolada; e a família de japoneses, que entre seus integrantes possui uma adolescente surda-muda. Apesar de todas diferenças culturais e idiomáticas, o que o filme procura transparecer é a forma mais básica do ser humano. O intuito é o de dar aos personagens uma maior humanidade para que, mesmo alguém que não entenda nenhuma das cinco línguas trabalhadas no filme, consiga captar a transcendência de culturas, os valores morais tratados são os mais claros possíveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Nas palavras do próprio Arriaga, "se há algo que a globalização nos deixou ver é que nós, seres humanos, temos valores muito básicos". Dito e feito: amor; morte, medo, solidão, arrependimento, coincidências, acaso, vazio...de fato, é possível construir a mesmíssima história dentro dos mesmos plantéis culturais, apenas trocando a situação de cada um da trama, e o valor humano se faz presente na condição do único ser vivo consciente que procura justificar sua própria reação instintiva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A narrativa pode já não causar tanto impacto, mas foi construída com exímio esmero (timing e encaixe perfeitos na sincronia com a trilha sonora); os dilemas envolvidos podem não ser tão inovadores (afinal, ser humano é sempre ser humano), mas não há como não perceber como eles se constroem e se interdependem hoje como nunca antes na história da humanidade. Bem, talvez essa seja a intenção por trás do filme, afinal, está tudo aí, na cara e na pele de todo mundo, o homem não deixa de ser um só, apenas não dialoga e não compreende quem é capaz de reconhecer sua própria condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/573129/babel-poster.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/64646/babel-poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Babel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA/México, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Alejandro González Iñárritu &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Brad Pitt, Cate Blanchett, Gael García Bernal, Rinko Kikuchi e Mohamed Akhzam &lt;strong&gt;Duração: &lt;/strong&gt;142 min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116916707701304259?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116916707701304259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116916707701304259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116916707701304259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116916707701304259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/presos-sempre-na-mesma-torre.html' title='Presos sempre na mesma torre'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116863149896664443</id><published>2007-01-12T17:45:00.000-02:00</published><updated>2007-02-05T09:39:21.013-02:00</updated><title type='text'>Naquele dia ele escolheu entrar no Blog sala de projeção...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Amanda Demetrio&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;Começou a ler uma resenha sobre um filme qualquer, com a cabeça cheia de coisas do trabalho. Ele sabia que estava só passando o olho naquelas letras, tinha visto aquela menina que mexia com seu coração...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/621202/estranho1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/931347/estranho1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;Esta é a idéia simples e genial do filme “Mais estranho que a ficção”. Harold Crick (Will Ferrell) é o confuso protagonista, neste estado porque descobre que é o personagem principal de um livro que está sendo escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harold ouve sua história ser contada por “sua autora”, Karen Eiffel (Emma Thompson). Ele consegue ignorar aquilo até ouvir “mal sabia ele...”, numa narração sobre sua possível morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desesperado, Harold procura ajuda psiquiátrica. Diagnosticado como “esquizofrênico”, ele decide pedir a ajuda de um especialista em literatura, o professor Jules Hilbert (Dustin Hoffman).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jules vai dar um toque de comédia para a história - e o melhor, um humor inteligente no estilo “Gilmore Girls”. O romance fica a cargo da personagem Ana Pascal (Maggie Gyllenhaal), que vai agir como questionadora das verdades estabelecidas por Crick em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num primeiro momento ninguém diz que Harold é capaz de amar uma mulher - ainda mais Ana - mas este filme não é nada do que parece “num primeiro momento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nó que vai conduzir a trama é a busca pela vida (aquela bem vivida) de Crick, ao mesmo tempo que sua autora vive o dilema de não saber como “matá-lo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é de Zach Helm, iniciante no mundo de Hollywood. Apesar de estar no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/621759/estranho2.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/850188/estranho2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;começo, sua história já está sendo colocada ao lado de grandes filmes como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (2004). Eles brincam com a verdade e a ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vi Mais Estranho Que A Ficção como a história de um homem que esteve adormecido na maior parte de sua vida e de repente acorda, percebe que lhe resta pouco tempo e que ele tem que fazer algo que todos nós gostaríamos de algum modo – mudar a nossa história”, diz o diretor Marc Foster, que se encantou com o fato do protagonista questionar o jeito que cada um de nós monta nossa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos possíveis defeitos do filme é a tentativa de usar efeitos especiais: a história é grande, nunca havia sido contada, não cabia enfeitar demais, aquilo deveria simplesmente acontecer. Algumas histórias têm vida e graça própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Will Ferrell é um dos destaques do filme. Acostumado a fazer comédias, o ator mostrou sua capacidade fazendo um personagem insípido, que vai ganhando gosto pela vida – e pelos biscoitos de Ana – aos poucos. Segundo Ferrell “Existe algo em relação à solidão silenciosa de Harold e a maneira como ele pula fora dela para viver a sua vida pela primeira vez que ressoou forte em mim, pois também tenho aquele lado quieto e às vezes preciso do mesmo ímpeto de sair”. Ele não é só risadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O leitor leu aquilo e ficou um pouco curioso, conferiu a agenda, pensou “não vai dar esta semana, quem sabe semana que vem?”, fechou a janela do blog. Mas o que ele não conseguiu foi parar de ouvir o maldito narrador, falando tudo o que ele fazia...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/967799/estranho-p.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px" height="152" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/612496/estranho-p.jpg" width="125" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Mais estranho que a ficção (Stranger than fiction).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Marc Foster. &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Will Ferrell, Maggie Gyllenhaal, Dustin Hoffman, Emma Thompson, Queen Latifah. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 113 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116863149896664443?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116863149896664443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116863149896664443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116863149896664443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116863149896664443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/naquele-dia-ele-escolheu-entrar-no.html' title='Naquele dia ele escolheu entrar no Blog sala de projeção...'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116856620469710321</id><published>2007-01-11T23:21:00.000-02:00</published><updated>2007-01-12T17:54:00.726-02:00</updated><title type='text'>Fingindo ser o que já se é</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Tatiane Klein&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/12516/passageiro2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Antônio vai de ônibus, seu pai, de carro importado. O protagonista (Bernardo Marinho) do segundo filme de Flávio Tambellini, produtor de Carandiru e Cazuza, é filho de um banqueiro carioca, mas nega a todo custo a ótica de vida de seus pais (Giulia Gam e Antônio Calloni). Aos dezesseis anos, o garoto passa por muitos dos típicos conflitos que pautam o amalgama da identidade adolescente, como o uso de drogas, a escolha de uma profissão e os envolvimentos amorosos; No entanto, é só com a morte de seu pai que a busca inconsciente pela maturidade vai ser alavancada. As atuações são decentes, mas por vezes lembram as arquetípicas personagens de novelas globais, sendo este um dos pontos que tiram a valia da produção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Na tentativa de abarcar o universal, o filme se prende a certos lugares comuns e, por pouco, muito pouco, é que se permite condizente com a idéia central que é a da crise existencial de Antônio. “O Passageiro – Segredos de Adulto” tenta montar o cenário para a discussão das contradições que permeiam a vida do adolescente Antônio, mas esteriliza toda construção por misturá-la a uma narrativa comum e novelesca, que poucas vezes resvala o tom reflexivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Misturadas ao suspense da investigação das causas da morte do pai, as angústias adolescentes de Antônio são contaminadas pelo superficial, quando podiam ser palco para a discussão mais intimista das incongruências entre os planos social, familiar e emocional do protagonista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A relação entre a estabilidade sócio-econômica de sua família, carregada de futilidades materiais,&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/691129/passageiro1.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/59076/passageiro1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; e a miséria vivida pela população carente do Rio, gera no garoto um forte sentimento de indignação, que vai alimentar seu trabalho como professor voluntário e aproximá-lo das atividades realizadas por seus amigos em favelas. Este tema podia de alguma forma se aprofundar em implicações sociológicas de tom realista, mas não o faz por ficar confundido com um ambiente “à la Malhação”. O clima escolar e de festas, que poderia ser questionado em contraposição explícita à intenção “humanista” do adolescente, ficam num “por isso mesmo” mais que desleixado. Se a estratégia era confundir a ótica do espectador com a difusão dos caminhos do jovem, a coisa mais pareceu um acidente narrativo um pouco infeliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A própria aproximação com a figura do pai morto e o contato com o passado familiar (inclusive a misteriosa relação amorosa do pai com a fotógrafa interpretada por Carolina Ferraz), partes prementes do “calvário” rumo à vida adulta, permanecem em pratos rasos por partilharem um clima de aventura juvenil inocente. Só quando da descoberta da fragilidade psicológica da mãe e da irrelevância de sua oposição rebelde ao status social da família, é que tais os segredos de adulto vêm a campo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Certezas deixadas de lado e aceitando o caminho das passagens, fica claro, finalmente, o mote do filme: o passageiro não é o jovem que se opõe ao tradicionalismo burguês, nem aquele que toma porres inconseqüentes, nem o que não sabe como lidar com uma amizade colorida, mas aquele que, sentado no ônibus nos primeiros segundos do filme, já conhecia a profissão madura, já experimentava a liberdade, mas não conhecia ainda a dor do parto das variantes da equação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O filme termina com versos como “fingindo ser o que eu já sou” e “perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom”; que apresentam, nos últimos momentos o que o filme tentou desde o começo. Quase. Não era só o protagonista adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/763242/passageiro-p.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/846898/passageiro-p.jpg" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Passageiro - Segredos de Adulto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Brasil, 2006&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Flavio R. Tambellini &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Bernardo Marinho), Antônio Calloni, Giulia Gam, Carolina Ferraz e Luiza Mariani &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 105 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116856620469710321?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116856620469710321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116856620469710321' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116856620469710321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116856620469710321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/fingindo-ser-o-que-j-se.html' title='Fingindo ser o que já se é'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116799804863941715</id><published>2007-01-05T09:46:00.000-02:00</published><updated>2007-02-05T09:34:50.500-02:00</updated><title type='text'>Preciosa desgraça</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Luiz Prado&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;"Diamantes de sangue" é o nome dado às pedras preciosas contrabandeadas para fora de países em guerra, e que, no final das contas, são usadas na aquisição de armas para a manutenção desses conflitos. Durante a década de 90, Serra Leoa, no oeste africano, passou por uma sangrenta batalha civil financiada pelos diamantes. Dentre os soldados do lado rebelde estavam milhares de crianças, arrancadas de suas vilas e famílias para servirem de infantaria nos campos africanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/842153/diamante3.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Solomon Vandy (Djimon Hounsou) é um pescador da etnia mende. Durante um ataque ao sue vilarejo, é separado de sua família e levado para trabalhar nos campos de diamante dos rebeldes. Lá, encontra uma pedra de tamanho extraordinário e, antes de ser capturado pelas forças do exército que atacam o acampamento, consegue esconder a preciosidade. Enquanto isso sua família foge dos conflitos, mas Dia (Kagiso Kuypers), seu filho mais velho, é capturado para integrar a tropa rebelde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um contrabandista vindo da Rodésia (atual Zimbábue), é capturado durante uma tentativa de atravessar a fronteira. Na prisão, encontra Vandy e toma conhecimento do fantástico diamante, que lhe possibilitaria a saída da África para sempre. Aproximando-se de Solomon, Archer lhe oferece ajuda na busca da família em troca do diamante. Com a ajuda de Maddy Bowen (Jennifer Connelly), jornalista norte-americana que está cobrindo a situação em Serra Leoa, Archer e Vandy iniciam uma viagem pelo país em busca da família do pescador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diamante de Sangue nos apresenta uma história forte, um chamado de atenção para a catástrofe que tomou conta de Serra Leoa, financiada pela compra das jóias ao redor do globo. Mais do que retratar um caso específico, o filme pretende mostrar um exemplo do que ainda acontece em várias regiões do planeta, principalmente no continente africano. Existem atualmente cerca de 400 mil crianças-soldados no mundo e apesar de tratados internacionais relativos ao comércio de diamantes, estes ainda são moeda corrente na compra de armamentos em diversas zonas de conflito.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/489991/diamante2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O filme dirigido por Edward Zwick (O Último Samurai) tem como grande mérito transmitir ao mesmo tempo a crueldade da situação ocorrida e oferecer ao espectador uma aventura envolvente. A cenas inicial do massacre da vila de Solomon é de extrema violência, daquelas que fazem o espectador questionar se aquilo mostrado na tela é pura ficção ou se é mesmo baseado na realidade, torcendo para que a resposta seja a primeira opção. O treinamento de Dia e das outras crianças capturadas pelos rebeldes é outro momento de grande impacto no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco realiza um trabalho muito bom, imprimindo alma aos personagens. DiCaprio interpreta com maestria Archer e os questionamentos de suas ações após o contato com Vandy e Maddy. Hounsou está perfeito como o pescador atirado de sua vida para a busca por sua família. Hesitante e perplexo diante do mundo novo e cruel que surge à sua frente, mas ao mesmo tempo obstinado na procura por seu filho. Connelly se apresenta cínica e idealista como a repórter viciada em adrenalina que busca uma grande história, fazendo o espectador questionar, assim como Archer, se ela não é igual a ele, lucrando sobre a desgraça africana. A densidade que o trio fornece ao filme serve de contraponto ao relato da tragédia de Serra Leoa, apresentando a busca pessoal de cada um dos personagens como a história individual de um massacre coletivo. Enquanto Archer busca o diamante de sua liberdade, Maddy quer uma boa história para mostrar ao mundo. Já Solomon está atrás do filho para reconstituir sua família. Três histórias distintas unidas por um drama que, em algum ponto, afeta a todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/707629/diamante-p.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" height="193" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/522348/diamante-p.jpg" width="148" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Diamante de Sangue (Blood Diamond)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Edward Zwick&lt;strong&gt; Elenco:&lt;/strong&gt; Leonardo DiCaprio, Jennifer Connelly, Djimon Hounsou, Michael Sheene Kagiso Kuypers. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 138min.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116799804863941715?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116799804863941715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116799804863941715' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116799804863941715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116799804863941715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2007/01/preciosa-desgraa.html' title='Preciosa desgraça'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116711034246646593</id><published>2006-12-26T03:14:00.000-02:00</published><updated>2006-12-26T03:19:02.470-02:00</updated><title type='text'>100 RPM</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Carlos Giffoni&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Chev Chelios (Jason Statham) é um assassino profissional em processo de aposentadoria, seu último trabalho estava feito, só que ele não contava com as exageradas conseqüências que este serviço lhe trouxe, após lidar perigosamente com a máfia chinesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manhã do primeiro dia livre daquela sub-realidade não começou bem...Na verdade, desde &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/586240/crank1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/195825/crank1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;aquela manhã Chelios não foi o mesmo: um de seus inimigos havia injetado em suas veias, enquanto ele dormia, o letal Coquetel de Beijing, veneno chinês que inibe a produção de adrenalina e, entre outros efeitos, diminui os batimentos cardíacos até a morte. O prazo de vida do matador de aluguel é curto, e para sobreviver até a volta do excêntrico médico responsável pelos seus cuidados, Chev deve manter sua adrenalina a mil – não que isso seja um desafio. Ainda bem, pois são nesses momentos que o humor, as vezes negro, do filme se pronuncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história reúne perigosas gangues envolvidas com o tráfico, sexo na praça pública, veneno e antídotos, loiras burras – Chev tem uma namorada, Eve, por quem, aliás, decidiu largar o crime, carros em alta velocidade e muita ação, do começo ao fim. Para o matador, desafiar um grupo de negros armados apontando armas para a sua cabeça não é grande coisa, em troca do paradeiro de quem o sentenciou de morte. Invadir um shopping com um carro desgovernado, muito menos. Os fins justificam os meios: sua finalidade era a vida, os meios, quaisquer que mantivessem seu corpo em atividade frenética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, há um hispânico liderando uma das gangues, Carlito, e um velho chinês chamado Dom Kim, que foi o catalisador dos desastres na vida de Chev, mas que também pode ser a solução para todos os seus problemas. Para completar, a mocinha que é apaixonada pelo bandido e uma quantidade infinita de espécies de armas são os ingredientes para esta apenas digerível ação.&lt;br /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/578860/crank2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto interessante no filme é a maneira como as cenas são cortadas e exibidas. Numa mesma tela você pode ter a visão de vários ângulos, ou de diferentes cenários, dependendo de onde estão os enunciadores. Acompanhar os passos dos personagens parece bem divertido quando visto desta maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeito sonoro é o que não falta neste filme de Mark Neveldine e Brian Taylor. As fugas e perseguições demasiado surreais são alimentadas também por uma gama de recursos um pouco estilísticos, típicos das produções que sempre terminam sendo exibidas em “Tela Quente”, com um protagonista brutamontes que concilia força em um corpinho de lutador, sadismo, libido e perícia japonesa somada à habilidade chinesa, constituindo uma grande ação oriental nos moldes mais ocidentais possíveis. Não é uma grande produção, nem tem pretensões de ser, pelo menos não deveria. No mínimo, vai elevar significativamente sua adrenalina por uma hora e meia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/420508/crankpost.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="189" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/267533/crankpost.jpg" width="135" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Adrenalina (Crank)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2006 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Mark Neveldine e Brian Taylor &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Jason Statham, Amy Smart, Jose Pablo Cantillo e Dwight Yoakam. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 90 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116711034246646593?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116711034246646593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116711034246646593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116711034246646593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116711034246646593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/100-rpm.html' title='100 RPM'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116710991268714905</id><published>2006-12-26T03:02:00.000-02:00</published><updated>2006-12-26T03:14:08.006-02:00</updated><title type='text'>Ratos, sapos e lesmas cantoras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Rafael Teixeira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Ultimamente tem sido difícil encontrar longas animados que entretenham realmente o espectador. Desenhos como Shrek e Procurando Nemo elevaram o nível desse tipo de produção e agora tem sido cada vez mais complicado alcançar bons padrões de diversão.&lt;br /&gt;Mas Por Água Abaixo parece ser um daqueles que consegue o que muitos não conseguiram (como Madagascar, Espanta Tubarões, Carros, etc.): arrancar risadas! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/712738/flu3.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Roddy é o rato de estimação de uma menininha que mora em um dos bairros mais nobres de Londres. Ele tem de tudo, conforto, paz, comida, mas nenhuma companhia. Até que um rato de esgoto aparece na sua vida, invade sua casa e para se livrar dele, lhe dá uma descarga (isso mesmo, joga o pobre do Roddy na privada e dá descarga!). E neste passeio nada comum, Roddy acaba descobrindo uma civilização subterrânea de ratos nos esgotos da cidade. E aí ele encontra sua nova parceira de aventuras Rita e seu nêmesis, o sapo Toad.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Muitas piadas inteligentes e bem planejadas, personagens carismáticos com as vozes de Hugh Jackman (Roddy), Kate Winslet (Rita) e Sir. Ian McKellen (Toad). Sem falar que é impossível não morrer de dar risada com as lesmas cantoras que aparecem o tempo todo, ao som de músicas conhecidas ou gritando histericamente. Ou seja, perdoado o trocadilho infame, é um desenho cuja diversão não vai por água abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/625138/flushed.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="164" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/535466/flushed.jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Por Água Abaixo (Flushed Away)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Reino Unido/ EUA, 2006 &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; David Bowers, Sam Fell &lt;strong&gt;Elenco de vozes:&lt;/strong&gt; Kate Winslet, Hugh Jackman, Ian McKellen, Andy Serkis, e Jean Reno. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 85 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116710991268714905?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116710991268714905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116710991268714905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116710991268714905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116710991268714905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/ratos-sapos-e-lesmas-cantoras.html' title='Ratos, sapos e lesmas cantoras'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116654356784935179</id><published>2006-12-19T13:38:00.000-02:00</published><updated>2006-12-19T13:55:47.290-02:00</updated><title type='text'>O Anti-007</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rafael Teixeira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Nada de carros com controle remoto, relógios com bombas, ou complexos planos malignos para comandar um satélite que derrete as calotas polares. O novo filme da série do agente secreto 007, criado pelo escritor Ian Fleming, não tem nada dessas coisas mirabolantemente e impossíveis que nos fazem rir em determinadas cenas das aventuras anteriores. &lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/633514/craig.jpg" border="0" /&gt;Trama simples, mas com uma grande novidade: um novo ator para o papel de Bond, depois de quatro filmes com Pierce Brosnan como seu protagonista. E quem tem a honra de pronunciar “Bond, James Bond” é o ator inglês Daniel Craig (Munique).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cassino Royale trata dos primeiros momentos de James Bond como o agente 007 da organização M16. Bond precisa investigar e prender um grande banqueiro de terroristas chamado Lê Chiffre, e para isso precisa participar de uma rodada de pôquer bastante restritaa, com apostas altíssimas, no cassino que dá nome ao filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/707215/la.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/903091/la.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A história não tem nada de mais à primeira vista, mas possui ótimas cenas de ação, perseguição, mortes e lutas, bem mais coreografadas e planejadas do que os filmes anteriores (a primeira cena, com o terrorista que faz acrobacias é de tirar o fôlego).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que cativa (e que pode contrariar os antigos fãs da série) é a performance de Craig. Ele é o próprio James Bond, mas mais descarado, frio, calculista e engraçado (completamente diferente de Brosnan). Ele é quase um anti-007, e as vezes parece até ser o vilão. Sem falar que Craig está bem mais em forma do que seu antecessor (o que faz questão de mostrar em duas cenas na praia, apenas de sunga).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inegável que o ator é a carta na manga desse novo filme. E para completar ainda temos as &lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/794363/couple.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/186288/couple.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;presenças femininas de Eva Green (Os Sonhadores), que dá um teor mais dramático e charmoso ao filme, e Judi Dench (Shakespeare Apaixonado) como M. mais ácida do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que com essa atuação, o personagem de Bond fica em xeque. E muitos se dividirão mais uma vez entre seus atores preferidos. Mas Craig mostra que está conseguindo manter a essência do filme, apesar de vários protestos de fã-clubes, mesmo sendo Cassino Royale o filme da série que mais arrecadou em bilheteria. De alguma forma, portanto, Daniel Craig já ganhou algum reconhecimento, além de poder segurar uma taça de Martini, e apenas pronunciar um nome e sobrenome para melhorar seu currículo exponencialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/500411/cartaz%20casino.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 121px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" height="128" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/301989/cartaz%20casino.jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;007: Cassino Royale (Casino Royale – 2006)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EUA/Alemanha/Grã Bretanha/República Tcheca &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Martin Campbell&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Daniel Craig, Eva Green, Judi Dench, Mads Mikkelsen. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 144min&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116654356784935179?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116654356784935179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116654356784935179' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116654356784935179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116654356784935179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/o-anti-007.html' title='O Anti-007'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116575947184347078</id><published>2006-12-10T11:56:00.000-02:00</published><updated>2006-12-10T12:04:31.856-02:00</updated><title type='text'>Uma jornada de amor e fé</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Luiz Prado&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A história é conhecida por muita gente: Maria (Keisha Castle-Hughes), menina pobre da pequena cidade de Nazaré, recebe a visita do anjo Gabriel, que lhe dá a missão de gerar o messias da humanidade, o filho de Deus, que será chamado de Jesus. O carpinteiro José (Oscar Isaac), marido da jovem, concorda em assumir a criança, após lhe ser indicado em sonhos o que deveria fazer.&lt;br /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/106669/jesus2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso Herodes (Ciaran Hinds), rei da Judéia, está preocupado com as profecias acerca do surgimento de um homem pobre nascido em Belém que se tornaria rei. Institui então um senso que obriga todas as famílias a retornarem para suas terras natais. Dessa forma, José e Maria partem para a cidade natal do carpinteiro, Belém, e acabam na famosa manjedoura, junto dos três reis magos e dos pastores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus - A História do Nascimento faz parte da nova frente da indústria cinematográfica que &lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/824270/jesus3.jpg" border="0" /&gt;encontrou na cristandade um espectador ainda pouco explorado pelos grandes estúdios. Porém, ao contrário de produções como A Paixão de Cristo e Crônicas de Nárnia, o filme dirigido por Catherine Hardwicke não parece buscar o grande público e aposta na força do seu roteiro e na fé dos cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado no Evangelho de São Lucas, A História do Nascimento não apresenta grandes inovações na forma de contar a jornada dos pais de Jesus. Os trechos não existentes na obra do evangelista são comedidos e não entram em conflito com a versão oficial da Igreja sobre o assunto. O único destaque é para a história dos reis magos, que apresenta leve tom humorístico, tornando os personagens mais próximos do espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As locações italianas e marroquinas, que incluem desertos e campos verdejantes, são belíssimas e foram aproveitadas de maneira competente, com boas tomadas de câmera. As reconstituições de Nazaré, Belém e Jerusalém também revelam o empenho da equipe técnica. A trilha sonora, que arrisca em certo momento uma versão de “Noite Feliz” com arranjos modificados, se não inova, cumpre seu papel de forma eficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém na atuação da protagonista o filme perde sua força. Keisha não consegue viver o drama emocional de uma garota que carrega dentro de si o salvador da humanidade. Seus gestos são comedidos, suas expressões de medo e dúvida são pouco convincentes e a transformação de seus sentimentos por José, de apatia à gratidão e depois carinho, é feita de modo superficial. Isaac, por outro lado, surge como um José angustiado e ao mesmo tempo determinado. A cada olhar revela seu carinho por Maria e a indubitável certeza de que a união dos dois serve a um propósito maior.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/745025/jesus1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Num balanço rápido, o filme surge como uma grande história bem contada, que poderia ser melhor se houvesse mais de ousadia no roteiro. Contudo, se na poltrona houver um cristão, A História do Nascimento pode se transformar. Na tela teremos um filme emocionante, que vai de encontro aos sentimentos de fraternidade, bondade e compaixão típicos da época do Natal. A coragem de Maria e José e a aceitação dos desígnios do Criador como exemplos de vida. Isso, como dito, se na poltrona houver um cristão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/459201/jesuspost.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 116px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" height="246" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/433305/jesuspost.jpg" width="161" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Jesus – A História do Nascimento (The Nativity Story)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Catherine Hardwicke &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Keisha Castle-Hughes, Shoreh Aghdashloo, Oscar Isaac, Ciaran Hinds &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 93 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116575947184347078?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116575947184347078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116575947184347078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116575947184347078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116575947184347078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/uma-jornada-de-amor-e-f.html' title='Uma jornada de amor e fé'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116500266723940692</id><published>2006-12-01T17:14:00.000-02:00</published><updated>2006-12-04T07:17:58.980-02:00</updated><title type='text'>Entre a magia e o medo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Luiz Prado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Estamos em 1944, cinco anos após a Guerra Civil Espanhola. Ofélia (Ivana Baquero) é uma garota de 13 anos que se muda com a mãe grávida, Carmen (Ariadna Gil), para o interior da Espanha. As duas irão morar com Vidal (Sergi López), capitão do exército franquista e novo marido de Carmen. Sua missão é acabar com a resistência republicana que se abriga além dos montes e para isso transformou um velho moinho em centro de operações de sua tropa.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/8546/fauno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O final da gravidez traz complicações para a mãe de Ofélia, que adoece e fica sob os cuidados do Doutor (Alex Ângulo). Solitária e não simpatizando com o capitão, a garota acaba encontrando um antigo labirinto nos arredores do moinho. Lá reside uma criatura fantástica chamada Fauno (Doug Jones), que revela ser Ofélia a princesa um reino mágico há muito aguardada. Para que ela possa retornar a ele, contudo, deverá realizar três tarefas antes que a lua cheia surja nos céus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Enquanto Ofélia cumpre as missões determinadas pelo Fauno, a situação na região se agrava. Mercedes (Maribel Verdú), criada de Vidal, auxilia os republicanos com alimentos e remédios dos fascistas, temerosa de que sua traição seja descoberta. Ao mesmo tempo os franquistas estudam os movimentos finais para iniciar a aniquilação da resistência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Guillermo del Toro oferece ao público um filme vibrante e sentimental. A conjugação de fantasia com fatos históricos cria uma espécie de nostalgia e mistério, remetendo há uma época na qual, por mais que nos dissessem que seres mágicos não existem, poderíamos continuar acreditando que eles estavam lá. López, como o capitão fascista, transpira crueldade e maldade calculada, enquanto Ivana Baquero, no papel da jovem Ofélia, transmite a força da crença na magia e em um outro mundo, mais fantástico e agradável do que aquele em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/190393/fauno1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A equipe técnica do filme merece aplausos de pé. Enquadramentos e iluminação magistralmente registram uma atmosfera misteriosa e obscura. Cenários, figurinos e maquiagem são excepcionais. As criaturas que Ofélia encontra durante sua missão saltam da tela, como se realmente pudessem existir. A casa de Vidal, antiga e imponente, nos leva imediatamente à primeira metade do século XX. Destaque para a cena do Homem Pálido, uma das mais fantásticas e angustiantes do filme.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Uma fábula sobre opressão, resistência e coragem, O Labirinto do Fauno é cinema como há tempos não se vê. Um recordatório tanto do lado negro da humanidade, quanto das mais elevadas virtudes humanas, como o sacrifício e a persistência em lutar pelo que se acredita ser certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/421596/fauno-p.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="160" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/614599/fauno-p.jpg" width="113" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;México/Espanha/EUA, 2006 &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Guillermo del Toro &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Sergi López, Maribel Verdú, Ivana Baquero, Alex Ângulo e Doug Jones.&lt;strong&gt; Duração:&lt;/strong&gt; 112 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116500266723940692?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116500266723940692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116500266723940692' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116500266723940692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116500266723940692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/12/o-labirinto-do-fauno.html' title='Entre a magia e o medo'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116438155800254911</id><published>2006-11-24T13:04:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T13:48:34.953-02:00</updated><title type='text'>Não enlouquecer com a família é uma loucura</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Família a gente não escolhe. Nem pai, nem mãe quanto mais irmãos. E aí todo dia é uma batalha para se ajustar as expectativas cada membro e sobreviver a cada briga.&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/897568/crzy.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/85715/crzy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Zachary (Marc-André Grondin) vive em um ambiente familiar onde se sente incompreendido. Quarto filho de um grupo de cinco, ele vive em conflito com o pai devido a seus gostos um tanto duvidosos e um tanto afeminados (seu jeito de vestir, sua predileção pelo antigo glam rock, etc.) e não consegue ser respeitado por nenhum do seus irmãos: Raymond, o filho mais velho, mulherengo, rebelde e desrespeitador; Christian, o estudioso nerd que não pára de ler; Antoine, o esportista, mal educado e briguento e Yvan, o caçula.&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A mãe de Zach parece ser a única pessoa que o entende, e acredita piamente que por nascer no Natal, o filho possui um dom milagroso de cura. Mas nem mesmo Zach consegue saber quem ele é ou o que quer. E é sua jornada de descobrimento que o filme C.R.A.Z.Y (as iniciais dos cinco filhos) narra.&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; Zach se torna cada vez mais confuso sobre sua sexualidade, suas escolhas, seu comportamento. E todas as demandas que a sociedade parece cobrar o tornam ainda mais confuso e caótico, pontuando sua busca por autoconhecimento por uma autoflagelação íntima. Ele não se perdoa e nega a qualquer custo sua homossexualidade e isso só o faz colidir de frente com todos a sua volta.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/488257/craz]y.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/627802/craz%5Dy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; Esse filme de Jean-Marc Vallée consegue mostrar com grande sensibilidade e profundidade a história de Zach e extrai grandes atuações de Michel Côté e Danielle Prouxl como os chefes da família Beaulieu. Os filhos infelizmente só se salvam por causa de Grondin como Zach e Pierre-Luc Brillant como Raymond, os outros não passam de estereótipos batidos.&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt; O roteiro cativa, mas o filme talvez demore mais do que o necessário para chegar ao fim, tornando a auto-flagelação e negação de Zachary um pouco cansativao (você acaba pensando “porque o garoto não resolve ser feliz?”). Mesmo assim não deixa de ser um filme comovente sobre deixar de lutar para ser igual a todo mundo, para simplesmente ser você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/43524/crazy%202.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="187" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/790694/crazy%202.jpg" width="147" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;C.R.A.Z.Y. – Loucos de Amor (C.R.A.Z.Y.)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Canadá, 2005&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Jean-Marc Vallée &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Michel Côté, Danielle Proulx, Marc-André Grondin, Pierre-Luc Brillant. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 127 min&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116438155800254911?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116438155800254911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116438155800254911' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116438155800254911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116438155800254911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/no-enlouquecer-com-famlia-uma-loucura.html' title='Não enlouquecer com a família é uma loucura'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116430451085973638</id><published>2006-11-23T15:43:00.000-02:00</published><updated>2006-11-24T13:04:04.556-02:00</updated><title type='text'>“Harry Potter can kiss my ass!”</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Rafael Teixeira &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Pense em todas as séries e filmes de bruxaria que você assistiu recentemente: Charmed, Sabrina, Jovens Bruxas... jogue todas em um caldeirão. Acrescente algumas doses de testosterona e piadas machistas e transforme as bruxas em bruxos. Depois é só temperar com um pouco de besteirol americano adolescente e uma pitada de sustos estilo “Pânico” e você terá o filme O Pacto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Cinco famílias inglesas muito poderosas e dominadoras da magia fundaram a cidade de Ipswich nos Estados Unidos, depois de serem perseguidas pela caça as bruxas de sua terra natal. As famílias selam um pacto de silêncio sobre suas habilidades mágicas e se comprometem a nunca usá-las em público ou de forma demasiada, já que a constância pode viciar, o que causaria o envelhecimento e a destruição o corpo do usuário imprudente. Só que uma das famílias, sedenta por poder, acaba sendo banida por suas ações, dizimada até não restar nenhum descendente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/594602/conv%202.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Caleb, Pogue, Reid e Tyler são os filhos de Ipswich, prole das quatro famílias originais, dotados de incríveis poderes. Cada um deles utiliza seus poderes de acordo com suas personalidade e vivem uma vida normal no seu último ano na Academia Spencer. Mas todo o equilíbrio de suas rotinas agradáveis é quebrado quando um dos descendentes da quinta família banida retorna sem aviso, em busca do poder dos membros do Pacto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O filme de Renny Harlin não deixa a desejar em efeitos especiais, e as seqüências onde os filhos de Ipswich usam suas magias são bem interessantes. Mas o roteiro tem aquela mesma fórmula de entretenimento fugaz: uma hora você está se divertindo, mas alguns segundos depois você vai preferir dar uns amassos ou fazer piadas dos atores (que por sinal dão um show de péssima atuação em falas cheias de clichês).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/911078/cov.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/607619/cov.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;A seqüência final de ação parece mais uma cena extraída da série Dragon Ball Z, cheia de esferas de energia voando pra todos os lados e um monte de “blá-blá-blá-blá” entre os oponentes. Ainda assim, para aqueles que querem um entretenimento despretensioso esse filme tem de tudo: ação, briga, acidentes e explosões, pros meninos cena do chuveiro, pras meninas, rapazes sarados de sunga e cena no vestiário, além de algumas piadinhas infames, mas que fazem rir justamente por isso. Como a que intitula essa resenha, quando o personagem Reid usa seus poderes de forma bastante criativa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/1600/384887/covenant%20poster.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 134px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" height="198" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7013/4078/320/536459/covenant%20poster.jpg" width="173" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;O Pacto (The Convenant) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;EUA, 2006 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Renny Harlen &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Steven Strait, Laura Ramsey, Sebastian Stan, Taylor Kitsch e Chace Crawford &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 97 min&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116430451085973638?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116430451085973638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116430451085973638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116430451085973638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116430451085973638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/harry-potter-can-kiss-my-ass.html' title='“Harry Potter can kiss my ass!”'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116310857977384582</id><published>2006-11-09T19:38:00.000-02:00</published><updated>2006-11-10T19:39:00.490-02:00</updated><title type='text'>Equilíbrio rompido</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Carlos Giffoni&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Departamento Estadual de Polícia de Massachusetts, Boston. Crime organizado, Boston. Dois homens, dois segredos, uma única e íntima relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/nicholson.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/nicholson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Colin Sullivan (Matt Damon) é um brilhante rapaz. Órfão desde muito pequeno, aprendeu a sobreviver nas ruas de sua cidade com uma pequena grande ajuda de Frank Costello (Jack Nicholson), o chefe das organizações criminosas da região. Colin tinha uma vontade: crescer dentro da polícia de Boston. E esse não era um desejo apenas seu, claro que Frank via uma oportunidade de ouro em ter alguém infiltrado dentro da instituição que o perseguia. Assim, Costello funciona como um mecenas para Sullivan, porque o trabalho que os dois arquitetam e desenvolvem juntos pode ser considerado uma obra de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Billy Costigan (Leonardo DiCaprio) tem um histórico familiar pesado, o que acaba dificultando a sua entrada na polícia mesmo após passar por um difícil processo de preparação. Nas últimas instâncias da seleção, lhe foi perguntado qual era o seu verdadeiro objetivo: servir ao estado, confrontar o passado obscuro que carregava por sua família, ou ser um funcionário do crime que fingia idolatrar o trabalho apenas para obter informações úteis? Para comprovar suas intenções, Billy vê-se diante de um grande desafio: conquistar a confiança da máfia de Costello e, a partir do momento em que estivesse infiltrado, coletar material para a condenação do homem mais perseguido pela polícia de Boston.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/dicaprio.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 207px; CURSOR: hand; HEIGHT: 301px" height="309" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/dicaprio.jpg" width="213" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Os dois homens carregam passados divergentes, mas acabam tendo um conflito em comum: suas identidades são postas à prova diante de um ideal. Pode-se dizer que a história tem quatro principais mini-personagens (Colin e Billy com suas duplas personalidades), e a maneira como os cortes são feitos dá uma certa cadência à filmagem, sóbria e concisa. Não é um simples filme policial, sua trama aborda conflitos pessoais e profissionais dos protagonistas, e o jogo de identidades a que são submetidos não se torna previsível, pelo contrário, a cada instante temos novas situações e revelações dos membros envolvidos na trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre Martin Scorsese e DiCaprio volta a dar certo depois do fiasco em “O Aviador”, quando o ator interpretou Howard Hughes, personagem título. Seu papel em “Os Infiltrados” exige certa maturidade, como ocorreu em “Gangues de Nova Iorque”, e o mocinho frustrado por ainda não ter sido reconhecido pela Academia pode, ao menos, dizer que fez um bom trabalho. Chega a parecer que o próprio Leonardo passou por tais situações e sabe muito bem como é ser outra pessoa. Neste filme, aquele cara rebelde rejeitado pela polícia faz por merecer aquilo que desejava, seu orgulho ferido serviu como combustível na hora de entrar em ação e passar por um criminoso, alguém que ele não era. Talvez seu orgulho ferido tenha também sido ativado na vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decepção está em Matt Damon. O garoto prodígio de “Gênio Indomável”, que apontou como&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/damon.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/damon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; promessa para o cinema num futuro próximo, hoje está marcado por trabalhos apenas regulares, como visto em “O Talentoso Ripley”. Damon falseia um sotaque suburbano de maneira horrível e resume as dificuldades pelas quais seu personagem passa a gritos e socos, alternando tais momentos com carinhos e fragilidades tanto em seu departamento como em sua casa, com sua namorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Jack Nicholson, temos apenas mais um filme em que sua característica atuação deve ser reverenciada. Sutilmente cômico quando o momento exige drama; profundo nas situações mais banais e perspicaz para captar a individualidade de cada personagem que representa. O premiado ator é um ótimo antivilão, daqueles para os quais a platéia torce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco em “Os Infiltrados” não está só nos grandes nomes dos créditos. Martin conseguiu extrair muito de cada ator, inclusive dos coadjuvantes, entre eles Mark Wahlberg e Martin Sheen (coordenadores da missão de Costigan), e Vera Farmiga, que se envolve com os dois infiltrados, mas de maneiras diferentes: Sullivan era seu namorado, Costigan, freqüentador de seu divã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é uma promessa para o Oscar 2007, sendo a direção um aspecto que merece destaque. Scorsese consegue clarear o roteiro fragmentado e complexo, que envolve muitas trocas de posições, desafios, jogos e conflitos propostos. “O meio não muda você, é você que muda o meio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da brilhante condução de todo o roteiro, o final não foge do estilo tradicional de filmes policiais. Inteligente, porém apelativo. Surpreendente, mas vago em alguns momentos. Só esqueceram de pontuar que tiros para todos os lados nem sempre é a melhor solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/Poster.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px" height="202" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/Poster.jpg" width="183" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Os Infiltrados (The Departed)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Martin Scorsese. &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Leonardo DiCaprio, Matt Damon, Jack Nicholson, Martin Sheen e Mark Wahlberg. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 151 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116310857977384582?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116310857977384582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116310857977384582' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116310857977384582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116310857977384582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/equilbrio-rompido.html' title='Equilíbrio rompido'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116248947406253286</id><published>2006-11-02T14:19:00.000-03:00</published><updated>2006-11-02T14:59:33.640-03:00</updated><title type='text'>Grande truque, grandes segredos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Dois grandes amigos, criados nos bastidores do mundo dos espetáculos de mágica na virada do século XIX, eles mesmos sonhando em se tornarem grandes mágicos. Mas o que acontece quando um acidente os torna rivais e suas vidas uma grande competição para conseguir criar o melhor truque de todos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/prestige2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Em O Grande Truque, Christopher Nolan (Amnésia) se junta novamente aos seus parceiros de Batman Begins, Christian Bale (o Batman) e Michael Caine (o mordomo Alfred), e acrescenta mais um famoso super-herói das grandes telas, Hugh Jackman (o Wolverine da trilogia X-Men), para criar esse filme sobre dois amigos e umaa rivalidade desastrosa para provar quem é o maior entres os mágicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;A dinâmica do novo filme de Nolan pode ser explicado facilmente com a teoria que é apresentada logo no começo do longa, pelas palavras do personagem de Michael Caine, Cutter, engenheiro que produz as máquinas e estruturas responsáveis pelos truques mágicos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Segundo ele “Todo truque consiste em três atos. O primeiro é chamado de A Promessa: o mágico mostra uma coisa comum, mas naturalmente... Provavelmente não é”. Robert Angier (Jackman) e Alfred Borden (Bale) são dois amigos que sonham em ser grandes mágicos, mas com personalidades bem distintas. Enquanto Angier é uma pessoa carismática e pode ser considerado o verdadeiro showman, Borden é taciturno, reservado e observador, preocupado apenas em criar o truque perfeito. Uma fatalidade, porém, planta a discórdia entre os dois, tornando-os inimigos e rivais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Cutter, antigo mentor dos dois e depois parceiro de Angier em seus números de mágica, continua: “O segundo ato é chamado A Virada: o mágico transforma algo comum em algo extraordinário.” Angier e Borden começam uma briga ferrenha para provar quem é o melhor mágico, deixando no caminho um rastro de sangue, segredos e mistérios. Até o momento em que Borden cria um truque que impressiona a todos: O homem transportado, chamando também a atenção de Angier, que faz de tudo para copiá-lo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, Cutter afirma: “Agora, se você está procurando o segredo, não vai descobrir. Por isso, há um terceiro ato: O Grande Truque.” É quando acontecem todas as mudanças, onde todos prendem a respiração até o último segundo, e quando a platéia presencia algo incrível e único. No filme, esse último ato é representado pela revelação de todos os mistérios que envolvem os bastidores dos truques desses dois mágicos.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/prestige1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/prestige1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O Grande Truque é um thriller cheio de suspense e segredos que tem dois protagonistas que se revezam nos papéis de mocinho e vilão o tempo todo, fazendo com que o público escolha um dos lados e se confunda sobre as verdadeiras intenções de cada personagem. Um verdadeiro quebra-cabeça cuja disposição muda constantemente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Nolan dirige as atuações consistentes de Bale e Caine, mas quem rouba realmente a cena é Hugh Jackman, que mais uma vez mostra que é mais do que um par de garras afiadas. Também no filme encontramos Scarlett Johansson (Encontros e Desencontros) no papel inexpressivo da assistente Olívia, e a participação de David Bowie como o “cientista maluco” Nikola Tesla.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;O grande feito do filme, porém, é o extraordinário roteiro, adaptação feita por Nolan e seu irmão Jonathan, do livro The Prestige de Christhoper Priest. Um texto cheio de falas memoráveis, referências e metáforas aguçadas, sem falar nos grandes segredos que envolvem a trama.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;Mas o filme falha ao se alongar demais. Com uma duração de mais de duas horas, acaba deixando muitas pistas, facilitando para o espectador descobrir os mistérios por trás do “grande truque”, bem antes do final.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;E aí fica a pergunta: qual a graça do truque, se nós já sabemos seu segredo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/poster.0.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" height="208" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/poster.0.jpg" width="134" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Grande Truque (The Prestige)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA/ Inglaterra 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Christopher Nolan Elenco: Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson e David Bowie. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 128 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116248947406253286?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116248947406253286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116248947406253286' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116248947406253286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116248947406253286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/grande-truque-grandes-segredos.html' title='Grande truque, grandes segredos'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116248642834090431</id><published>2006-11-02T13:30:00.000-03:00</published><updated>2006-11-02T14:16:03.580-03:00</updated><title type='text'>O Tempo do Amor</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Luiz Prado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Seh-hee é uma mulher perturbada. Após dois anos de namoro com Ji-woo acredita que não desperta mais interesse no parceiro. Descontrola-se quando ele conversa com outras mulheres e acredita que seu corpo já não o satisfaz. Certa noite propõe que façam sexo enquanto ele pensa em outra mulher. Ela se indigna quando ele confessa que o fez; ele acha absurdas as ações dela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/time1.1.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/time1.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;br /&gt;Emocionalmente abalada, Seh-hee decide que a única coisa a fazer é abandonar Ji-woo para que ele possa encontrar uma outra mulher. Contudo não deseja deixá-lo, e dessa forma concilia suas duas vontades fazendo uma cirurgia plástica, que lhe dá novos rosto e identidade. Após seis meses, já recuperada da operação, surge novamente na vida de seu amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Time é o 13º filme do diretor sul-coreano Kim Ki-Duk e revela o mesmo vigor de Casa Vazia e O Arco, suas mais recentes produções. Porém, a dialética entre a modernidade, representada pela tecnologia, e a filosofia zen-budista dos filmes anteriores é substituída pela abordagem dos sentimentos e a busca por calor humano num mundo onde é cada vez mais fácil achar companhia para uma única noite. Deve-se esperar pelo antigo amor se algumas horas no karaokê podem oferecer um corpo aquecido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desamparado, Ji-woo não consegue esquecer a namorada, mas busca conforto junto de outras mulheres. Até que encontra See-hee, garçonete de um café, visivelmente interessada por ele. Quando a relação entre os dois parece ter apagado a memória de Seh-hee uma carta surge anunciando seu retorno. Encontro marcado, Ji-woo se depara com See-hee, que usa uma máscara com o rosto de Seh-hee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kim Ki-Duk não retrata pessoas isoladas socialmente, como fez com o jovem arrombador de Casa Vazia ou os moradores do barco de O Arco. O diretor parece mais interessado em analisar como as pessoas se afastam do mundo quando se tornam obcecadas e divagar sobre até que ponto o desejo por outro pode nos fazer desistir da própria existência. Repleto de diálogos, inclusive dos protagonistas (inexistentes nas obras anteriores), o filme parece afirmar que a comunicação não depende do quanto falamos, mas de como nos entrosamos com as pessoas. De certa forma Ki-Duk contrapõe os personagens de Time com os de seus trabalhos anteriores, silenciosamente em comunhão uns com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em diversos momentos da película temos a imagem de uma escultura. Esta se compõe de duas mãos cujos dedos se entrelaçam formando uma escada que leva ao nada. Ou à queda de volta ao solo. É nessa escada que estão os personagens de Time, abandonados a um ciclo de desencontros muito similar à regularidade dos ponteiros de um relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/time2.3.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="152" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/time2.3.jpg" width="198" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;strong&gt;Time&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Coréia do Sul, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Kim Ki-Duk. &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Sung Hyun-Ah, Há Jung-Woo, Park Ji-Yeon, Kim Seong-Min, Kim Ji-Yeon. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 96 minutos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116248642834090431?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116248642834090431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116248642834090431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116248642834090431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116248642834090431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/11/o-tempo-do-amor.html' title='O Tempo do Amor'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116180709664573562</id><published>2006-10-25T17:03:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T17:17:50.686-03:00</updated><title type='text'>Tá na Mostra: Cabelos Embaraçados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Guilherme Barros&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/MELP_15-26.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" height="199" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/MELP_15-26.jpg" width="301" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Melissa é uma menina de dezesseis anos que mora com a mãe e a avó em uma pequena cidade italiana. Ela se encontra naquela fase de autoconhecimento e confusão pela qual os adolescentes normalmente passam. Começa a descobrir o sexo e a viver as confusões amorosas que vão guiá-la na passagem da vida de menina para a maturidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Perdida, ela não conta com a ajuda da mãe, que se encontra imersa em seus próprios afazeres de adulta. Na família, só encontra amparo nos braços da avó roqueira e liberal. Foi esta que passou à menina a tradição de dar cem escovadas no cabelo antes de dormir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;Em meio a toda problemática psicológica comum à sua idade, a garota perde a virgindade. Só que de mágica e maravilhosa sua primeira vez não tem nada. Melissa é apaixonada por seu colega de escola Daniele, com quem acaba transando. Ela se entrega de corpo e alma para satisfazê-lo, mas é humilhada e rebaixada a mero joguete sexual dele e de seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/MELP_11-04.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Amargurada resolve se vingar do mundo masculino assumindo as rédeas de sua vida amorosa. Para isso começa uma jornada de depravação e sofrimento na qual faz sexo com todos de todos os tipos, das mais diversas maneiras. Até mesmo grupal e sadomasoquista. É nisso que filme se foca, nas peripécias sexuais da protagonista. Como que para exercer a revanche nos homens que lhe fizeram mal, ela precisasse se autoflagelar, sofrer e fazer sofrer pelo corpo. Um retrato do sexo sem amor, mas também sem prazer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;E quanto mais ela insistia nesse comportamento destrutivo, mais perdia contato com seus entes queridos. Melissa começa a se distanciar das pessoas que tinham ligações com a sua infância. A avó sai de casa e a menina briga com sua melhor amiga Manuela. O ritual de passagem para a vida adulta está completo e sua vida se encontra num ponto degenerativo quase sem volta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;100 Escovadas Antes de Dormir é um filme que pretende ser provocante e polêmico, assim como o livro em que se baseou. Talvez por ter sido escrito por uma menina que diz realmente ter vivido as histórias, o romance conseguiu agitar a cena literária européia. Mas a película não consegue atingir esse intento, não acrescenta diante de tantos outros filmes pesados baseados em fatos reais existentes, de melhor qualidade e de mais impacto. Como se não bastasse, o enredo ainda termina de forma moralista e redentora, contradizendo sua proposta premissa de elucidação subversiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/13715ctz_aol.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="243" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/13715ctz_aol.jpg" width="143" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffcc;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;100 Escovadas Antes de Dormir (Melissa P.)&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"&gt;Itália/Espanha/EUA, 2005 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Luca Guadagnino &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Maria Valverda, Geraldine Chaplin, Primo Reggiani, Maria Teresa Bagardo e Letizia Ciampa &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 100 min.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116180709664573562?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116180709664573562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116180709664573562' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116180709664573562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116180709664573562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/t-na-mostra-cabelos-embaraados.html' title='Tá na Mostra: Cabelos Embaraçados'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116178715809110026</id><published>2006-10-25T11:34:00.000-03:00</published><updated>2006-10-25T16:41:45.393-03:00</updated><title type='text'>A história da boca que sangra contra a sangria da memória</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0);font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;Tatiane Klein&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,204)"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Se os 103 minutos desse filme, indicado à Palma de Ouro por melhor direção, tivessem apenas o caráter de informar ao espectador uma das muitas atrocidades cometidas durante a ditadura que contaminava a Argentina desde 1974 e toma corpo oficial em 24 de março de 1976, já seria o bastante. Fazer história através do vídeo para evitar o esquecimento -como aponta a também argentina crítica literária Beatriz Sarlo, em Paisagens imaginárias- conta, e muito, para dar muletas à essa memória manca da barbárie observada na América Latina durante os anos 60 e 70. Entretanto, o filme, de roteiro inspirado no livro Pase libre, crónica de una fuga, de Cláudio Tamburrini, não se resume ao testemunho emocionado da história real do autor, prisioneiro na Mansion Seré durante 120 dias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,204)"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Crônica de uma fuga é contado a partir da perseguição e prisão de Cláudio (Rodrigo de La Serna, de Diários de Motocicleta), estudante de filosofia e goleiro do Club Atlético Almagro, em virtude de um suposto envolvimento com o movimento comunista. O clichê que pode em um primeiro momento aparecer na figura do mocinho preso por engano, ou do comunista herói (essas as duas possibilidades de função de Cláudio no início do filme) é desconstruído pela própria dubiedade que mistifica o protagonista: esse é o primeiro patamar de um suspense que não vai ser dissolvido facilmente. Após ser torturado em sua casa, ele é levado à Mansion Seré e, sem compreender muito bem o que acontece, é vendado e preso em um quarto junto a outro jovem. Nesse momento, pouco sabe Cláudio, e pouco sabe o público. Dificilmente conseguimos emitir um juízo estável sobre a verdadeira relação do personagem com o comunismo, e é sob essa tensão que o lugar comum vai ser abafado pelo realismo pungente dessa história. O dilema sobre os posicionamentos políticos de Cláudio vai ser logo desfeito, mas o clima de ebulição sensorial que ele inaugura, não.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quanto à violência constante na tela, ela faz menos por anestesiar-nos diante da dor daqueles que são vigiados por homens, que oscilam entre o pai e o algoz, mas mais por gerar empatia imediata. Em alguns momentos, a crueldade narrada molda-se em tamanho realismo que chegamos a duvidar dos padrões comuns da verossimilhança: as cenas parecem olhares, a partir ângulos que distorcem a perspectiva da atrocidade comesinha (aquela que costumamos ver nos programas policiais de fim de tarde), exaltando um retrato praticamente hiper-real (próximo à ficção dos thrillers hollywoodianos). Sentados nas poltronas, somos embrenhados tão profundamente na história de paixão e sonho de redenção de Cláudio e três companheiros presos, Huguito, Guillermo e Gallego, que se tem a impressão da experiência mais que verdadeira, embora fantástica e inacreditável. A câmera, mesmo na posição tradicional da observação externa, se coloca de tal modo amarrada à perspectiva dos fugitivos, que o olhar do público é facilmente transportado aos nós do enredo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Toda a estética cinematográfica nesta obra se apresenta quase como a de um filme de suspense comum, porém a perspectiva nauseante da realidade do relato impede que a exploração banal da estética da violência. A produção soube instrumentalizar ferramentas cinematográficas e envolvê-las em ambiente e enredo referentes a história da repressão pelas ditaduras militares na América Latina. A ela não compete discutir que conflito era esse, se da tentativa da civilização contra a resistência da barbárie, ou se de barbarizados contra barbarizados, numa luta em que cegos opressores ignoram que, talvez, os comedores de criancinhas não sejam os comunistas, mas a própria lógica do capital. Compete sim viabilizar aos que só tem a chance de ‘lembrar para não permitir que se repita’ tanto a observação de rascante realidade, quanto a sensação quase visceral dela. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/1600/sem%20cronica.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7013/4078/320/sem%20cronica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,204)"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Crônica de uma fuga fere à brasa a nostalgia negativa do espectador, incita o frio na espinha e o horror, através de imagens e sons que se revelam “com dor e verdade descarnada, mas também com toda a esperança e toda a vontade de viver com que os fatos realmente ocorreram”, segundo o próprio Cláudio Tamburrini, acerca de seu livro. E para não esquecer, não adianta só voltar o olhar, mas é preciso ainda, mesmo de forma imaginária, sentir o gosto do sangue entre os dentes quando das botinadas na cara deformada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Crônica de uma fuga (Crónica de una fuga)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Argentina, 2006&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Adrián Caetano &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Rodrigo de La Serna, Pablo Echarri, Nazareno Casero, Lautaro Delgado e Leonardo Bargiga. &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 103 min&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116178715809110026?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116178715809110026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116178715809110026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116178715809110026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116178715809110026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/histria-da-boca-que-sangra-contra.html' title='A história da boca que sangra contra a sangria da memória'/><author><name>Rafa Teixeira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18118984940468537503</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_knEPvKn1sTc/SPPN9gaanhI/AAAAAAAAASk/SOcZEfmJJQY/S220/eu.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116092598437590260</id><published>2006-10-15T12:19:00.000-03:00</published><updated>2006-10-15T12:26:24.380-03:00</updated><title type='text'>Pequeno raio de sol</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;Rafael Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/sunshine1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/sunshine1.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Todos nós temos que concordar que nenhuma família é completamente normal, principalmente se levarmos em consideração as particularidades de cada membro, e o que acontece quando (e isso é inevitável) elas colidem sem aviso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Hoovers, grandes protagonistas do filme Pequena Miss Sunshine, formam uma dessas famílias disfuncionais e extremamente problemáticas, e já nos deparamos com isso logo no começo, na apresentação de cada um dos seus componentes e idiossincrasias: Richard Hoover (Kinnear, de Melhor Impossível), pai que acredita apenas na vitória e nos vencedores e está tentando vender seu programa de nove passos para o sucesso; Sheryl Hoover (Collete, de o Sexto Sentido), a mãe obstinada e determinada a manter a família unida e cuidar de seus filhos da melhor forma possível; o avô Edwin (Arkin), pai de Richard, que é expulso de seu asilo e é viciado em heroína e pornografia; Dwayne (Dano), filho adolescente que faz um voto de silêncio até conseguir entrar na academia de aviação e que não é dado ao convívio social; o tio Frank (Carell, mais conhecido pelo seu papel em O Virgem de 40 Anos), irmão de Sheryl, professor homossexual que é acolhido pela família depois de tentar se matar; e por último a pequena Olive, menina de 7 anos, que possui uma obsessão por concursos de beleza e sonha em se tornar uma miss.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa lista de bizarrices já pode se inferir que a convivência entre todos não seria nada comum e tranqüila, mas todo esse circo de esquisitices familiar torna-se ainda mais divertido e cativante quando todos têm de partir em uma viagem para Califórnia, dentro de uma Kombi, para levar Olive a um concurso de beleza juvenil chamado Little Miss Sunshine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com essa viagem e suas conseqüências que os estreantes Jonathan Dayton e Valerie Faris prendem a atenção dos espectadores de forma incrível. Com um elenco de conhecidos (os já veteranos Greg Kinnear e Tonni Collete) e anônimos (como Abigail Breslin) da indústria cinematográfica os dois conseguem extrair de cada um dos personagens dramas pessoas profundamente tocantes, mas não menos engraçados. Há uma mistura perfeita entre drama e comédia, que proporciona silêncios reflexivos e gargalhadas homéricas (você irá se deparar com inúmeras cenas inusitadas, mas prepare sua respiração para cena final do filme). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme são abordados diferentes temas, mas o que é mais visível é a busca pela vitória, a tentativa de conquistar aquilo que sonhamos e do que fazemos para consegui-lo. Com os diferentes obstáculos que acabam enfrentando, a família percebe que não adianta abdicar de seus ideais ou de suas identidades no processo, apenas que todos devem continuar sendo quem são e manterem-se unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/sunshine.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/sunshine.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Todas as atuações estão extraordinariamente condizentes com seus personagens e extremamente bem trabalhadas, mas devemos destacar Steve Carrel (que experimenta um pouco sua veia dramática), Paul Dano e a dinâmica entre os dois, assim como o trabalho excepcional de Abigail como a determinada e divertida Olive, que é o fio condutor de boa parte das reflexões e responsável por um grande número das risadas. A atriz mirim mostra que a filha é realmente um raio de sol na vida de todos... Com ou sem concurso de beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006 &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Jonathan Dayton e Valerie Faris &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Greg Kinnear, Toni Collette, Steve Carell, Alan Arkin, Paul Dano e Abigail Breslin &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 101 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116092598437590260?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116092598437590260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116092598437590260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092598437590260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092598437590260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/pequeno-raio-de-sol.html' title='Pequeno raio de sol'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116092553931389225</id><published>2006-10-15T12:03:00.000-03:00</published><updated>2006-10-15T12:18:59.613-03:00</updated><title type='text'>Quadrinhos, pipoca e música da boa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;Luiz Prado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/wood1.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/wood1.0.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Após anos de espera e uma história de atrasos e falta de verbas, finalmente Wood &amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll chega às telas. Os hippies cinqüentões de Angeli trazem o título de primeira animação inadequada para menores de 18 anos da história do cinema brasileiro. Fato considerável, visto que em nosso país desenho ainda é encarado como coisa de criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme encontramos a vida dos dois amigos às voltas com a modernidade, trinta anos após os desconcertantes anos 70. Wood está casado com Lady Jane e tem um filho, Overall. Ela é obcecada pelo misticismo, enquanto o filho é um careta da era moderna que lamenta pela família que tem. Já Stock acaba de perder o pai e não tem para onde ir, exceto o apartamento do amigo. Quando Lady deixa o lar para uma temporada no retiro do guru Rhalah Rikota, a dupla recomeça a viagem aos anos hippies, nutrida com muita bebida e cigarros de orégano. Nesse ínterim surge Rê Bordosa, numa crise de solidão típica das grandes cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a falta de dinheiro começa a incomodar, Wood tem uma visão do profeta Raulzito. A partir dela, a dupla decide ressuscitar a antiga banda de rock’n’roll. Junto do paranormal Rampal e do porco Sunshine, partem então para a sobrevivência no mundo moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor Otto Guerra (também realizador de Rocky &amp; Hudson: os Caubóis Gays, baseado nas tiras de Adão Iturrusgarai) consegue transpor fielmente os desenhos de Angeli para a tela. É como se os animadores tivessem recortado e colorido os quadrinhos do cartunista, nos moldes dos desenhos “animados” da Marvel nos anos 60, contando com uma tecnologia superior para dar movimento aos personagens. Um trabalho realmente louvável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As referências à cultura rock’n’roll, fundamentais nos quadrinhos, também aparecem na tela. Seja numa homenagem aos Beatles ou numa conversa sobre Jimi Hendrix, é notável a preocupação em retratar o ambiente musical no qual os personagens se movimentam. E a trilha sonora, recheada de psicodelia e experimentalismo, indo de Novos Baianos a Júpiter Maça, dá o tom da animação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inadequação para menores de 18 anos faz todo o sentido aqui. Partes integrantes do universo de Wood e Stock, o sexo e as drogas (mesmo que no atual estágio da vida da dupla se resuma basicamente a orégano) estão presentes durante toda a película, para a alegria dos fãs dos personagens, que não os encontrarão transfigurados para atender a exigências comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/wood2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/wood2.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Apesar de tantos pontos positivos no roteiro, a animação tropeça. A premissa divertidíssima é mal aproveitada, dando espaço a uma espécie de sitcom animado, com alguns clichês que, se não estragam o filme, ao menos incomodam sensivelmente. Numa das cenas, por exemplo, Stock abre a porta do apartamento de Wood e olha atônito para o corredor, sem ver ninguém. Até que dirige seu olhar para baixo e se depara com Sunshine. Quantas vezes já não vimos esse tipo de solução cômica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento da história também é outro ponto fraco. Na busca da retratação do dia-a-dia dos amigos cinquentões, o filme ganha um ritmo lento no qual as coisas demoram a acontecer, permanecendo na tela mais do que deveriam. Numa animação que surge dos quadrinhos, o ritmo desse último deveria ser considerado na transposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o trabalho da equipe de dublagem, ao contrário, é muito eficaz. A Rê Bordosa de Rita Lee realmente é uma mulher perdida na vida, eternamente embriagada e de ressaca ao mesmo tempo. Raulzito, na voz de Tom Zé, não poderia estar mais bem representado. A dupla que dá título ao filme também recebe um bom tratamento nas vozes de Zé Victor Castiel (Wood) e Sepé Tiaraju de Los Santos (Stock), que conseguem transmitir com fidelidade a alma de dois garotões que se perderam no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wood &amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll agradará aos fãs das tiras de Angeli, da mesma forma que alegrará os entusiastas da animação nacional. Mas se você só espera curtir um desenho adulto nas telas pode acabar não embarcando na viagem junto dos personagens. E talvez precise de um pouco mais de orégano para rir junto da turma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Wood &amp; Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’roll&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Otto Guerra &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Zé Victor Castiel, Sepé Tiaraju de Los Santos, Janaína Kremer, Rita Lee, Tom Zé &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 81 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116092553931389225?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116092553931389225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116092553931389225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092553931389225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092553931389225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/quadrinhos-pipoca-e-msica-da-boa.html' title='Quadrinhos, pipoca e música da boa'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-116092450396317039</id><published>2006-10-15T11:54:00.000-03:00</published><updated>2006-10-15T12:01:43.976-03:00</updated><title type='text'>Do tamanho do coração</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;Carlos Giffoni&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seria o tamanho do maior amor do mundo? Que amor é esse? Amar, verbo intransitivo? Essas perguntas norteiam toda a trajetória da narrativa do novo filme de Cacá Diegues. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco brasileiro bem selecionado, consagrados atores em grandes papéis; o texto bem fundamentado e uma história que parte de um clichê, termina meio apelativa, mas em momento algum deixa de ser empreendedora. O óbvio nunca foi tão interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Wilker é Antônio, famoso astrofísico brasileiro que trabalha nos Estados Unidos e tem a chance de voltar ao seu país para receber um prêmio. Seu retono é recebido por ele também como uma despedida, já que momentos antes de viajar recebe a notícia do pouco tempo que lhe resta em vida. Além do prêmio, Antônio tem no Brasil o pai (Sérgio Britto), de quem não guarda boas memórias, mas por quem cultiva um “amor de filho”, que pode ser resumido em dó perante a decadência do velho solitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino confronta Antônio e o seu passado. A verdadeira história daquela família dos anos 50, bem sucedida e teoricamente feliz, é jogada no lixo quando se descobre a origem do filho que uniu o casal, o filho que na verdade é neto da empregada. Daí em diante a busca pela reconstituição do passado faz com que o protagonista se depare com diferentes tipos de amor: amor de mãe, amor de madrinha, amor de amigo de rua, amor de mulher...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os amores têm uma pitada de graça, e isso impressiona, afinal, não se trata de graça, mas de amor. Entendeu?! É mais ou menos assim que as novidades e surpresas da história acontecem.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/amordomundo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/amordomundo.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt; O filme tinha que acabar, e o desfecho dado foge um pouco da realidade ficcional que marca o restante do texto. Ainda assim emociona, pois a maneira como todas as relações foram conduzidas constrói um laço com o espectador, que passa a entender a peculiaridade de cada personagem, de cada amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante que, fugindo dos padrões de filmes brasileiros que ou mostram uma realidade brutal, ou historinhas banais sem nenhum conteúdo, O Maior Amor do Mundo tem esses dois vieses apenas como pano de fundo para o que realmente se passa. Da mesma maneira, a doença de Antônio não ganha destaque, apesar de ser ela a propulsora de tudo. A visita ao pai funciona como uma aliança entre o futuro não existente, o presente insosso e o passado perdido, porém querido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais surpreende a quem foi assistir ao filme já sabendo um pouco do que se tratava, é que estávamos errados! Não, não é uma história de amor entre Antônio e a garota que ele descobre em situações estranhas e por quem se apaixona (Thaís Araújo). Na verdade, na teia de amores e decepções tecida por Cacá Diegues na direção, cada historinha é coadjuvante.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São vários os elementos que enfeitam a narrativa, e o maior deles, o amor, não aparece como personagem principal, mesmo presente em todos os “enfeites” utilizados. Apesar das viagens as quais o tempo todo ficamos sujeitos, fica claro o significado de cada travessia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Maior Amor do Mundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Cacá Diegues &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; José Wilker, Taís Araújo, Sérgio Britto, Léa Garcia e Sérgio Malheiros &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 106 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-116092450396317039?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/116092450396317039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=116092450396317039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092450396317039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/116092450396317039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/do-tamanho-do-corao.html' title='Do tamanho do coração'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-115990995849920490</id><published>2006-10-03T18:06:00.000-03:00</published><updated>2006-10-03T18:20:02.953-03:00</updated><title type='text'>O preço de um resgate</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;&lt;em&gt;Amanda Demetrio&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tragédia recente, dois filmes em uma tacada só: Vôo 93 (Vôo United 93) e As Torres Gêmeas (World Trade Center). Será que os norte-americanos já estão prontos para mexer na ferida? Foi em torno desta questão que a polêmica começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/wtc2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/wtc2.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;A mídia trouxe muita fumaça e pouco fogo em torno dos filmes. Artigos em revistas comparando-os, entrevistas com os diretores, muito se falou e me acabei me rendendo à curiosidade de assistir ao novo projeto de Oliver Stone (Platoon e Alexandre). Esperava um exagero sim, estamos falando do país do “king size”, mas não esperava me comover com a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ledo engano! O filme te prende, apesar das cenas e falas clichês, e o que você mais quer é que salvem logo os dois guardas presos nos destroços, para que suas mulheres possam logo “ser feliz para sempre”. De começo, já sabemos que eles sobreviveram (para contar a história), mas é a maneira que eles vão sair daquele limite que nos intriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de um apelo religioso e uma dose grande de ufanismo, a história daqueles dois heróis é envolvente. Por vezes você pensa qual seria sua reação numa situação semelhante. É claro que, tendo a história do filme sido “contada” pelos próprios sobreviventes, esta ótica do 11 de setembro é bem parcial: a visão de dois policiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por mostrar algo diferente da imagem das duas torres caindo (reprisadas até o cansaço do espectador em telejornais e documentários), o ponto de vista abordado se torne tão interessante. O assunto parecia esgotado, o foco era o terrorismo, mostrar aviões batendo em torres não era mais inédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha chegado a hora de se mostrar um lado mais humano (é claro que o foco aqui é o humano norte-americano), o que se passou diante dos olhos de um homem, cheio de preconceitos, medos e confiança na  sua “América”. Previsível contar a história pelos olhos dos sobreviventes, mas ainda não haviam ousado mexer nessa ferida: a ruína de um dos símbolos mais importantes do Império.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da história girar em torno dos policias Jimeno (interpretado por Michael Pena) e McLoughlin (Nicolas Cage), se destacam as atuações de Maggie Gyllenhaal (Allison, esposa de Jimeno) e Maria Bello (Donna, companheira de McLoughlin) como mulheres paradoxais, como manda a realidade. Elas sofrem, tentam parecer forte, desabam, levantam, enquanto você fica com o coração na mão sentado na cadeira observando-as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/wtc1.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/wtc1.0.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Quanto às outras atuações, pessoalmente não esperava “sangue nos olhos” de Cage, não achava que ele poderia caber no papel de um líder com tanto sangue frio e amor à profissão. Não fez tão feio quanto eu esperava, talvez pelo seu personagem ser frio o trabalho tenha facilitado. Michael Pena está muito bem, “falante” em meio aos escombros, ele consegue expor toda a aflição que seu companheiro esconde dentro de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme não é ruim, mas pelo tema, poderia ser melhor. Ele é como uma surpresa que poderia ter sido ótima, mas foi boa, e apenas boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Torres Gêmeas (World Trade Center)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Oliver Stone &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Nicolas Cage, Michael Pena, Maggie Gyllenhaal, Maria Bello e Jay Hernandez &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 125 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-115990995849920490?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/115990995849920490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=115990995849920490' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115990995849920490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115990995849920490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/o-preo-de-um-resgate.html' title='O preço de um resgate'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-115989340863039075</id><published>2006-10-03T13:14:00.000-03:00</published><updated>2006-10-03T18:01:02.980-03:00</updated><title type='text'>A nice Miami Advice</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/miamiv1.1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/miamiv1.1.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;&lt;em&gt;Carlos Giffoni&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série dos anos 80 tem mais uma versão cinematográfica, dirigida e produzida por Michael Mann (Colateral). Desta vez, Miami Vice foi filmado no mais típico estilo de filme de ação hollywoodiano: dois astros do cinema, muitas trocas de tiro e uma mulher que serve de vínculo entre os dois lados, ditos do bem e do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colin Farell interpreta Sonny Crockett, e Jamie Foxx (vencedor do Oscar por “Ray”) faz o seu parceiro, Ricardo Tubbs. Os dois trabalham na polícia especial de Miami e se vêem numa difícil missão após terem dois agentes federais, seus companheiros, e uma testemunha assassinados. O que teria levado a essas mortes seria uma denúncia de dentro da “alta esfera” da própria polícia. Destacados para o caso, Crockett e Tubbs acabam se deparando com uma organização perigosa de assassinos neo-nazistas e uma rede sofisticada de traficantes internacionais protegidos pelo primeiro escalão do crime organizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações que a partir daí se desenlaçam não são só de conflito operacional na medida em que os detetives dão os seus passos na investigação, mas também moral, enquanto necessitam de certa maneira se corromper para nada dar errado. A infiltração no esquema desses criminosos ainda conta com uma pequena ajuda inesperada: Crockett inicia um caso romântico com Isabella, a sino-cubana mulher de Montoya, o chefe da organização. Era ela quem cuidava dos assuntos financeiros e, assim, acaba facilitando os avanços dos dois detetives. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disfarçados, os policias fazem o transporte de grandes cargas de drogas no sul dos Estados Unidos. A questão agora não é somente descobrir os responsáveis pela morte de seus conhecidos, o problema é de ordem nacional. Desvendar o novo e avançado sistema de criminologia que domina o estado da Flórida é o desafio a que se propõem os dois detetives americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira como o crime é mostrado neste filme se aproxima de uma realidade meio fantástica para aqueles que não mantêm relação próxima com o submundo. É tudo muito grandioso; as organizações e o seu poderio são capazes de invadir e descobrir qualquer coisa ou qualquer que seja protegido pelo governo. Nesse ambiente acontecem conflitos armados e perseguições que não fogem do tradicional roteiro de filmes americanos do gênero. De certo modo, uma dupla de parceiros que se envolve numa investigação a qual os coloca em perigo e ameaça também a vida de seus próximos já foi visto antes. O interessante é que nesta nova filmagem de Miami Vice o clima das organizações perigosas que dominam a ordem criminal na Flórida é transmitido de uma maneira tal que parecemos estar vendo de dentro o que acontece de fato, mas todo seu brilhantismo é ofuscado pela obviedade que conduz a resolução do caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um chamariz de Miami Vice é sua trilha sonora. As músicas não englobam o universo policial somente, mas cadenciam de acordo com as mudanças no destino das personagens e a situação na qual elas se encontram. Numb, do Linkin Park, inicia a travessia pela qual os personagens de Farell e Foxx passam, se aproximando bastante daquilo que lhes esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/1600/miamiv2.1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4557/3678/320/miamiv2.1.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;A interpretação dos protagonistas não foge do esperado. Jamie Foxx nada mais é que um coadjuvante para as aventuras de Farell, que é quem acaba conduzindo a história. Destaque para a atuação de Gong Li, que faz a bela Isabella. A chinesa assume a frieza de sua personagem e ainda passa a potência e austeridade que a responsável pelas finanças de uma organização criminosa deve ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, aquém de filmes como Traffic, que mescla drama com o mundo das drogas, Miami Vice trata deste “mundo perigoso” como quem não quer nada, apenas satisfazer o desejo por filmes do gênero. Resta saber como os fãs da série vão reagir.   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Miami Vice&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Michael Mann &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Colin Farrell, Jamie Foxx, Gong Li, Naomie Harris e Luis Tosar &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 134 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-115989340863039075?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/115989340863039075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=115989340863039075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115989340863039075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115989340863039075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/10/nice-miami-advice.html' title='A nice Miami Advice'/><author><name>J. Júnior</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09984869537620622267</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-115343992659534358</id><published>2006-07-20T20:48:00.000-03:00</published><updated>2006-10-03T13:37:11.066-03:00</updated><title type='text'>É um pássaro? É um avião?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/1600/sperman.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="305" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/320/sperman.1.jpg" width="210" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;&lt;em&gt;Rafael Teixeira&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro filmes. Esse foi o número de vezes que o último filho de Krypton apareceu nas grandes telas, para salvar o mundo e a todos. Mas com a nova onda de filmes baseados em história em quadrinhos era impossível não imaginar uma visão atualizada do Superman. E quem teve nas mãos a tarefa de fazê-lo foi Bryan Singer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Singer, que é mais conhecido hoje pelos êxitos com os dois primeiros filmes da franquia mutante (“X-men” e “X-men 2”) largou a possibilidade de terminar a trilogia para trabalhar com o icônico herói de capa vermelha. Por ser um dos mais conhecidos super-heróis de todos os tempos, Superman gerou grandes expectativas em todos, “mortais” e fãs de histórias em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma longa jornada, estreou no dia 14, “Superman – O Retorno”, a quinta investida do homem de aço nos cinemas. Diferentemente de “Batman Begins”, (sobre outro herói da mesma editora, a DC Comics) que conta as origens do homem-morcego e não tem ligação com os filmes que o precederam, o novo longa do Superman dá continuidade aos pontos importantes dos dois primeiros filmes dirigidos por Richard Donner (os dois últimos da mesma série foram um fracasso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após cinco anos fora do planeta Terra, em busca de vestígios do seu planeta natal chamado Krypton, Kal-El retorna ao seu lar terrestre para descobrir que as coisas mudaram bastante sem a presença do Superman. Ele retorna a sua vida dupla como Clark Kent e seu trabalho no Planeta Diário, mas acaba descobrindo que nem todos esperaram por seu retorno: sua amada Lois Lane está noiva e tem um filho. Também para sua surpresa, seu arquiinimigo Lex Luthor está solto e planeja uma vingança definitiva contra o herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Superman - O Retorno”, traz uma visão bastante humana do Superman/ Clark Kent tendo que lidar com as transformações na sua vida, entendendo seu papel como herói e tentando achar seu lugar aqui na Terra, depois que ele se descobre "sozinho" no universo: não é à toa que o chamam de o último filho de Krypton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia do filme é espetacular, e a forma como cada tomada foi dirigida mostra a habilidade e o senso estético de Synger. Senso este que causou polêmica na hora das modificações no uniforme (cores mais escuras, brasão menor) e na escolha dos atores (um desconhecido para atuar como o homem de aço, uma atriz muito jovem como Lois Lane), mas que no fim mostraram-se extremamente coerentes e válidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brandon Routh, ainda novato nas grandes telas, está perfeito no papel de Kent/Superman. Não só pela sua atuação convincente tanto como o desajeitado e tímido Clark Kent e o determinado, sincero e forte Superman, ou pela sua incrível semelhança com Christopher Reeve (o Superman original) e com o personagem das histórias em quadrinhos, mas também por um carisma que lhe parece inato, e que o faz empunhar o brasão do "Super" com maestria.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/1600/spaceyhatposey.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="214" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/320/spaceyhatposey.jpg" width="201" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Já Kate Bosworth se mantêm razoável como a nova Lois Lane. Consegue transmitir um pouco de sua determinação e seu caráter indomável. Bosworth, porém, continua parecendo por demais jovem para representar a intrépida repórter do Planeta Diário, e sua atuação muitas vezes não consegue transmitir a força que a personagem dos quadrinhos possui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin Spacey consegue se superar como um Lex Luthor divertido e maquiavélico ao mesmo tempo, com pitadas de humor negro e sadismo requintado. Ele sempre aparece acompanhado de Kitty (Parker Posey, responsável pelas grandes risadas no filme), sua louca e hilária parceira de crimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca vou entender porque James Marsden (o Ciclope da trilogia “X-men”) reduziu seu papel no terceiro episódio da franquia mutante, para aceitar o papel de marido traído nesse filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, o filme não consegue satisfazer aqueles que esperaram tanto por um novo filme do homem de aço. Primeiro, o filme tem mais de drama e romance do que ação propriamente dita. Há cenas memoráveis do super-herói em ação, mas não o suficiente. O filme se centra mais no romance de Lois e Superman, e em como o mundo reage à volta do antigo super-herói, o que não é negativo, mas pouco atende as premissas de um filme de ação baseado em histórias em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo é muito silencioso, e você escuta muito pouco a voz do próprio protagonista. O filme também demora a chegar no seu clímax, e quando isso acontece acaba muito cedo. Sem falar no final que é um tanto dramático e piegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova versão parece realmente ter sido criada para dar um ponto final a série do Azulão... Ou não, como sempre acontece com os grandes blockbusters. Por ser o quinto filme, parece ter se descuidado na ação, e se concentrado demais no drama da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno do Superman, portanto, foi recebido com grande exaltação pelos espectadores de todo o mundo, mas com certeza poderia ter sido mais monumental, cativante e surpreendente. Mais condizente com o manto que carrega (uma capa vermelha e um grande "S", pra ser mais exato).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Superman – O Retorno (Superman Returns)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;EUA, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Bryan Singer &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Brandon Routh, Kevin Spacey, Kate Bosworth &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 154 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-115343992659534358?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/115343992659534358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=115343992659534358' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115343992659534358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115343992659534358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/07/um-pssaro-um-avio.html' title='É um pássaro? É um avião?'/><author><name>Fred</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-115343913858656185</id><published>2006-07-20T20:20:00.000-03:00</published><updated>2006-10-01T22:22:54.236-03:00</updated><title type='text'>Um código díficil de se decifrar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:14px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0)"&gt;Amanda Demetrio&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" style="color:rgb(255,255,204);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Código Da Vinci”: livro ou filme? Caberia toda esta história, todos estes números, fatos, nomes e mistérios em algumas horas de projeção? Ron Howard (do premiado "Uma Mente Brilhante") deveria ter refletido mais sobre esta questão. Sim, era muito dinheiro envolvido, e mais de 40 milhões de leitores na expectativa. A pressão era grande, tanto o tombo quanto a ascensão teriam proporções enormes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair da sessão, ainda em meio a uma quantidade infindável de fatos, me perguntei “Por quê?”, "Porque o grande sucesso da literatura não se repetiu no cinema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo, porque são 500 páginas, e elas não podem ser colocadas em poucas horas. Com isto feito, os fatos se embaralham. E apesar de imagens falarem mais que palavras, o mundo que se cria com os ditos de Brown parece muito mais criativo do que o visto na tela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/1600/davinci.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/320/davinci.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;Para quem não leu o livro o filme deve ser bom, porém cansativo, já que o feedback do espectador deve ser mais lento. As associações não são simples: criptografia, Da Vinci e sociedades secretas não são temas banais. Não que temas banais sejam necessariamente bons!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às atuações temos o destaque para Paul Bettany (Silas), um ator que teve sua chance como vilão e a aproveitou bem. O veterano Tom Hanks (Robert Langdon), não brilhou tanto quanto seu coadjuvante. Tom não convenceu, não teve a mesma atitude e agilidade que Langdon tem no livro. Sophie, interpretada por uma francesa (Audrey Tautou, de "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"), surpreendeu, mas perdeu o charme da personagem original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vantagem dos cinemas é poder ver os quadros de Da Vinci, as lindas mansões e igrejas escolhidas por Dan Brown na composição da história. Destaque para a pirâmide do Louvre, que se torna palpável no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por ter se ligado demais ao que Brown escreveu, o roteirista tenha falhado. Uma independência maior traria um sucesso diferente, já que cinema e literatura tem públicos-alvo, objetivos e características diferentes, gerando sucessos diferentes. O experiente diretor arriscou ao buscar o inusitado, e conquistou seus objetivos, dentro de suas limitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, vale a pena sim ver “O Código Da Vinci” no cinema, não para tê-lo como referência ao livro, mas tê-lo como parte da formação de um background cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EUA, 2006. &lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Ron Howard &lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Tom Hanks, Audrey Tautou, Sir Ian McKellen, Paul Bettany e Jean Reno &lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 149 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/27226747-115343913858656185?l=asaladecinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://asaladecinema.blogspot.com/feeds/115343913858656185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=27226747&amp;postID=115343913858656185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115343913858656185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/27226747/posts/default/115343913858656185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://asaladecinema.blogspot.com/2006/07/um-cdigo-dficil-de-se-decifrar.html' title='Um código díficil de se decifrar'/><author><name>Fred</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-27226747.post-115337797161734139</id><published>2006-07-20T03:36:00.000-03:00</published><updated>2006-10-01T22:15:12.653-03:00</updated><title type='text'>Pela Honra e Humildade</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/1600/twilight_samurai_01.2.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3749/3132/320/twilight_samurai_01.2.jpg" border="0"&gt;&lt;/a
